Eu tinha um padrinho que admirava muito, mas ele causava algo diferente em mim desde pequeno. Como se olhasse dentro de mim e descobrisse tudo. Ele era o sócio do meu pai e meu padrinho. Antigo, respeitado, daqueles homens que entram em qualquer lugar sem precisar anunciar presença. Corpo largo, braços fortes marcados pelo trabalho, barba por fazer, olhar direto demais. Era um homem bonito e másculo. E isso sempre me atingiu de um jeito que eu fingia não notar.
Eu estava com uns 15 anos, naquela fase aparecendo com namoradinhas e ficantes. Meu pai e tios eram super mulherengos, então cobravam esse comportamento para honrar os homens da família. E eu era pegador, na medida do possível.
Chegou fim de ano. E aceitei um convite do meu padrinho para passar o réveillon com ele e a família em um sítio. Ele tinha 40 anos naquele momento. A viagem ao sítio tinha tudo para ser banal: família reunida, cerveja gelada, piscina, sol queimando a pele, risadas espalhadas pela tarde. Eu repetia isso para mim como um mantra. Mas meu corpo nunca acreditou.
Na piscina, esses pensamentos começaram a tomar conta.
Ele entrou depois de mim. A água se moveu antes que eu olhasse. Quando emergiu, o peito molhado, os ombros largos reluzindo sob o sol, calção colado no corpo marcando tudo, algo contraiu dentro de mim com força suficiente para me tirar o ar. Um desejo baixo, constrangedor. Eu desviei o olhar rápido demais. Ele percebeu. Sempre percebeu.
Bebemos. Conversamos. Ele falava pouco, mas quando falava, tudo parecia se organizar em torno da voz dele. Havia controle ali. Não só do ambiente, mas das pessoas. Quando nossos olhares se encontravam, havia algo não dito — e reconhecido. Isso me assustava mais do que qualquer rejeição.
Nos dias seguintes, o desejo ficou ali, parado, pesado, como a água da piscina quando ninguém entrava. Invisível. Denso.
Até o dia em que todos saíram para ir na cidade fazer supermercado, ir em lojas, entre outros afazeres.
Ficamos apenas nós dois. A casa em silêncio, o sol alto, o cheiro de cloro misturado à carne temperada para o churrasco. Nenhum de nós precisava estar ali. Mas nenhum quis ir embora junto com os outros.
Ele limpava a piscina. Eu organizava a área externa. O silêncio começou a falar por nós.
— Vc sempre fica tenso perto de mim — ele disse, sem olhar.
Meu corpo reagiu antes da mente. Um arrepio atravessou minhas costas.
— Impressão tua. Nada a ver — respondi, rindo mal.
Ele largou a escova da piscina devagar demais para ser casual. Veio até mim. Não rápido. Não agressivo. Próximo o suficiente para que eu sentisse o calor do corpo dele, o cheiro de cerveja, sol e homem.
— Não mente — disse. — Pelo menos não agora.
Ali eu entendi. Não era uma acusação. Era um convite. E um teste.
Meu coração batia descompassado.
— Eu nunca fiz isso — confessei.
Ele me observou com uma calma quase cruel. Pegou minha mão e a guiou até o volume evidente sob a bermuda dele. Não pressionou. Apenas deixou ali. Esperando.
Meu corpo decidiu antes da minha cabeça.
— Então aprende — disse ele, baixo. — Se quiser.
Eu segurei o pau dele por cima do tecido. Estava durão. Latejando. Senti o tamanho e me assustei, era grande demais.
O beijo não foi gentil. Foi firme, urgente, sem espaço para hesitação. Meteu a língua na minha boca, invadindo ela. Sentia a barba roçar forte, o peito dele me esmagar.
De repente, ele me virou de costas e me empurrou contra a bancada com facilidade, mãos grandes controlando meu corpo como se já soubesse exatamente onde me encaixar. Não havia pressa. Havia domínio.
— Fica parado — ordenou.
E eu fiquei.
As mãos dele desceram pelo meu corpo não para explorar, mas para avaliar. Como quem mede resistência. Quando me virou de costas completamente, o choque da superfície fria da bancada contrastando com o calor dele atrás de mim arrancou um gemido involuntário.
— Olha o que teu corpo faz quando tu para de mentir — murmurou. – Se entrega! Deixa te mostrar como um macho de verdade faz.
Ele não se apressou. Preparou meu corpo com atenção, firmeza, deixando claro que aquilo não seria delicado — mas seria consciente. Ficou olhando para minha bunda lisinha, branca, redonda e virgem.
A respiração dele era intensa e forte. Segurou com as mãos fortes minhas nádegas. Deu um tapa e eu gemi. Eu não estava mais controlando nada. Era um misto de medo e tesão.
Ele abriu minha bunda com as mãos e meteu a língua no meu cuzinho virgem. Eu quase gritei. Gemi seco e fiquei sem folego. Ele chupou meu cuzinho como se fosse uma fruta, uma manga. Eu tentava me controlar e não conseguia.
- Isso, se entrega. Você vai ser minha putinha a partir de agora. – Ele disse enquanto fodia com a língua.
Ele se levantou e senti o pau dele tocando minhas nádegas.
- Eu nunca fiz isso. Sou virgem.- eu repeti. Estava com receio. O pau dele era grande e grosso, pentelhudo também. Acho que devia ter uns 22cm. Era taludo. Um sacão grande pendurado.
- Agora já sabe que não será mais. Teu cabacinho vai ser meu.- Ele falou firme.
Quando senti o peso dele contra mim, o impacto foi profundo. O corpo resistiu por instinto, mas a mente já tinha se rendido. Eu estava rendido a ele.
Senti a cabeça dele pressionar a entrada melada do meu cuzinho. Ele forçou e entrou devagar. Testando. Observando minha respiração, meu corpo se arqueando mesmo quando doía. O controle era absoluto, mas sempre atento.
— Relaxa — disse, baixo. — Confia.
Confiei.
O ritmo começou lento, calculado, quase cruel. Cada movimento parecia empurrar um limite que eu não sabia que existia. Minhas mãos se agarravam à bancada. Minha respiração falhava. O prazer vinha misturado à quebra. Senti o pau dele todo dentro de mim, me preenchendo. Eu não resistia mais. Estava me tornando a fêmea dele.
Quando ele aumentou o ritmo, foi porque meu corpo já pedia, mesmo sem palavras. Ele segurou meus pulsos atrás das costas com uma mão só. Não para me machucar — para me lembrar de quem conduzia. Quem mandava ali.
E algo dentro de mim cedeu por completo. Eu gemia sem pudor. Sem defesa.
— Isso — ele disse. — To tirando seu selinho. Teu cabaço já era. Agora, relaxa e aguenta tudo!
O prazer veio intenso, confuso, misturado com dor. A sensação atravessava algo que eu tinha evitado a vida inteira. Não era só sexo. Era rendição escolhida. Era permitir ser visto sem disfarce.
Ele tirou o pau de dentro de mim, estava maior ainda. Latejando no ar.
- Deixa eu ver esse cuzinho.- ele falou abrindo minha bunda firme com as mãos e olhando meu buraco arrombado.- Delicia, está virando uma bucetinha. Assim que deve ser.
Me virou e botou de joelhos.
- Agora chupa. Mama meu pau! – Ordenou. – Sente o gosto do teu cu.
Eu não relutei. Engoli o pau dele. Tentei fazer do jeito que eu via nos vídeos da internet. Ele gemia grosso. Eu tentava chupar, lamber e engolir o máximo que conseguia. Deixou eu chupando um tempo. Depois, me colocou de quatro na bancada de novo e montou em mim, socando o pau fundo. Arrancando gemidos altos de mim.
Ele acelerou e me fodia fundo. Eu mal aguentava o pau dele, me sentia partindo ao meio, arrombado. Ele deu um urro forte e senti jatos quentes dentro de mim, uma quantidade de leite grande me enchendo dentro. Quando terminou, ele permaneceu ali. Corpo próximo. Respiração pesada. Como se garantisse que eu não fosse desmoronar sozinho.
Soltou meus pulsos devagar.
- Agora já era, meu afilhadinho aprendeu a ser fêmea. -Disse num tom forte e com muito tesão. — Levanta.
Quando me virei, nossos olhares se encontraram sem constrangimento. Não havia culpa. Havia entendimento.
Ele tocou meu rosto brevemente.
— Fica tranquilo. Nada vai mudar para os outros. Esse vai ser nosso segredinho. – Ele disse - Isso não te define, mas te revela para mim. Você sempre quis isso. Que bom que pude ser o primeiro.
Lá fora, o sol continuava igual. A piscina seguia parada. A família voltaria em poucas horas. Mas eu não. Algo em mim tinha acordado. Eu estava sem cabaço lotado de porra dentro de mim e com um tesão em descobrir mais ainda até onde eu poderia ir.
Que delícia de conto, eu também perdir o cabaço com 15 anos, foi com um colega de trabalho que tinha 28 anos, era um negão daqueles pirocudo, meteu em mim foi seco mesmo, a sensação que eu tive é que ele tinha me rasgado ao meio. Ele me comeu durante 4 anos.