O tédio, no entanto, começou a aparecer após o segundo dia. Em uma busca por qualquer distração, encontrou no fundo de um armário um velho aparelho de DVD e uma caixa de CD's cobertos de poeira. Filmes de todos os tipos. Ação, comédia, drama... e então, escondidos entre os outros, alguns sem capa, apenas com títulos escritos a caneta. "Aulas de Fogo", "Dominador da Floresta". Curioso, ele colocou um no aparelho. O primeiro era um filme pornô básico. Vários caras torando a buceta de uma mulher. Tudo aquilo era provavelmente do seu pai.
Trocou o DVD depois de um tempo, então a imagem que surgiu na tela o fez prender a respiração. Não era pornô comum. Era um homem, um homem bem-dotado, e uma cadela da raça vira-lata. A cena era crua, sem artifícios, o som de ofegações e gemidos abafados encheu a sala silenciosa. Ricardo sentiu um choque, seguido de uma onda de calor que subiu pela espinha. Era proibido, errado, nojento. Ficou vendo o cara atolar a pica naquela buceta. Seu corpo reagia de outra forma. A pressão em sua cueca era inegável. Com a mão trêmula, trocou o disco. O próximo era ainda mais chocante: dois homens, um rotweiller no meio deles. Eles mamavam o dog e depois um ajudava o outro dar a bunda para o cachorro.
Seu coração batia forte no peito. O pai dele tinha esse tipo de vídeos de putaria hard? O pai, homem sério, trabalhador e calmo? A descoberta o deixou tonto, excitado de uma forma que ele nunca sentira. E então, como se chamado pela própria imaginação, ele ouviu um latido do lado de fora. Guardião, o pastor-alemão que o pai criava, um animal imponente, de pelo preto e caramelo, com olhos inteligentes e observadores.
Uma ideia, perversa e eletrizante, brotou em sua mente. Ele se levantou, caminhou até a porta, a bunda pulsando de tesão. Guardião abanou o rabo, vindo até ele e encostando o focinho em sua mão. "E aí, garotão?", sussurrou Ricardo, a voz rouca. O cachorro lambeu seus dedos, a sensação quente e úmida pareceu enviar um choque elétrico direto para sua virilha.
Ele levou o cachorro para dentro, fechando a porta. Seus tremores eram de excitação e medo. A imagem dos filmes girava em sua cabeça. Ajoelhou-se no carpete da sala, o coração martelando. Acariciou o pelo grosso de Guardião, desceu a mão pelas costelas do animal até a barriga. O cachorro permaneceu imóvel, apenas ofegando. Ricardo sentiu o membro rosado e pontiagudo do animal começar a sair da bainha. O cheiro era forte, animal, mas só o aumentava o seu desejo.
Com a respiração ofegante, ele abaixou o calção. Ficou pelado de pau duro. Não entendia porque tinha ficado tão excitado. Costumava meter pica, comer cuzinho e buceta. Mas, estava ali com tesão em se imaginar sendo uma cadela. Com um pouco de medo ainda, se inclinou, guiando o animal para sua bunda. O cachorro cheirou. Ele sentia o focinho tocar seu cuzinho entre as nádegas, cavocando com a respiração forte. De repente, sentiu uma língua molhada e quente no buraquinho. Não segurou o gemido. “Porra, Guardião...assim você me deixa louco. Cachorro safado!”. Queria sentir mais daquilo e empinou para deixa-lo lamber mais. O tesão subiu na sua mente, não conseguia entender como estava de quatro no chão da sala, em cima do tapete, empinando a bunda para um cachorro.
O Guardião subiu nas costas dele. Pensou em fugir, mas o tesão falou mais alto, ainda com as imagens do vídeo que tinha assistido na mente. O cachorro golpeava sua bunda, tentando acertar seu cuzinho, como um macho pronto para atacar a presa. Então a ponta quente e úmida do pau do Guardião roçou em sua pele. Ele gemeu baixinho, um som de pura rendição. Sentia a ponta molhada roçar na sua bunda, na entrada do buraquinho, até que ela de repente entrou. Foi a mesma coisa que um dedo duro em riste, estivesse entrado em um golpe rápido dentro do seu cuzinho. Aquilo foi dolorido. Pensou em desistir, mas quando foi sair o cachorro segurou sua cintura firme com as patas e rosnou. Ficou com receio misturado com medo. Nunca tinha feito aquilo, estava ali sozinho à mercê de um cachorro dominante.
Decidiu se manter na posição e deixar Guardião meter na sua bunda. O pau entrou de novo, como cutucadas rápidas, como um dedo duro entrando e saindo do seu cuzinho. Era dolorido, se sentia sendo fodido. Até que o pau mais molhado ainda, começou a ficar mais grosso, entrar mais fundo, preencher seu cuzinho por dentro.
A penetração foi diferente de tudo que ele já sentira antes. Feroz, instintiva, sem carinho. Sexo puro e natural. Guardião moveu-se com uma força bruta, um ritmo de acasalamento que o dominou por completo. Ricardo se apoiou com as mãos no chão e de joelhos, a cabeça baixa, sentindo cada golpe profundo, cada gemido grunhido do animal que se misturava com o seu. De repente, a dor se transformou em um prazer que era tão intenso que quase doía, uma queimação que o consumia. O pau de Guardião era muito grande, mais que imaginava. Sentia os golpes dele cada vez mais fundo dentro dele. Empinado, de joelhos, entregue. À medida que relaxou mais a bunda, sentiu o pau inchando muito dentro dele. Sentiu que quase não aguentaria mais. Percebeu que uma bola que estava na base do pau do Guardião estava dentro dele. O nó tinha entrado e estava cada vez maior e mais inchado, parecia uma bola de tênis dentro dele. O cachorro parou de golpear a bunda dele e se manteve preso, levando-o a um clímax explosivo que o fez gritar contra o silêncio da casa.
Sentia o pau pulsar quente dentro dele, sentia ele inteiro latejando e despejando jatos de porra bem fundo no seu cú. Virou uma cadela literalmente, pois sabia exatamente o que uma sentia durante o acasalamento. Parecia que sua bunda estava lotada de esperma e depois de uns quinze minutos, o pau começou a desinchar junto com o nó. De repente, o cachorro puxou forte afastando seu corpo. Ele tentou segurar, mas não conseguiu. O nó desprendeu com um barulho, e escorreu leite pelas suas pernas junto com um grito alto. Uma quantidade grande de porra vazou pra fora.
Ele caiu de lado, ofegante, o corpo suado e trêmulo. Guardião o lambeu a bunda dele como se fosse seu dono. Depois lambeu o próprio pau, antes de se deitar no chão. Ricardo olhou para o teto, a mente em branco, o corpo ainda vibrando.
Foi nesse momento que ouviu o som de uma moto se aproximando e parando na frente da casa. Pânico gelado o percorreu. Ele se vestiu às pressas, tentando arrumar o cabelo e a aparência, enquanto o coração voltava a martelar no peito. Uma batida na porta.
"Seu Ricardo? Tudo bem por aqui? É o Zé, o caseiro."
Ricardo engoliu em seco, abrindo a porta. Zé, um homem de uns 45 anos, rosto marcado pelo sol, o encarava com um olhar perspicaz.
" Vim dar comida pra bicharada. Tava na cidade aqui do lado curtindo o carnaval e lembrei que o senhor estava aí só. Precisa de alguma coisa?"
"Não, Zé, tudo ótimo. Apenas... descansando", gaguejou Ricardo, sentindo o cheiro de sexo e animal ainda no ar.
Zé deu um passo para dentro, seu nariz franziu-se um pouco. Ele olhou para Ricardo meio suado, depois para Guardião, que levantou o rabo e abanou o rabo feliz. E com o pau ainda para fora da capa, vermelho, grande e pulsando. Observou as pernas de Ricardo meladas de líquido viscoso escorrendo. Um pequeno sorriso cínico surgiu no canto da boca do caseiro.
"Seu pai também gostava de 'descansar' aqui no sítio", disse Zé, a voz meio maliciosa. "Já vi que você também sabe se divertir por aqui".
Ricardo ficou branco, a boca seca. Zé deu uma piscadela lenta.
"Não se preocupe, seu Ricardo. Acho que o carnaval ainda está só começando."
Continua...(se vocês curtirem o conto)
Continua sim, vamos ver até onde o Ricardo vai ser cadelinha. Lembro a minha Dona fazendo eu brincar com nosso cachorro pela primeira vez, me fez chupar e dar gostoso pra ele no sítio à noite, na manhã seguinte acordei e vi o cão na varanda e já fui de quatro nele...minha Dona acordou, viu e sempre que vamos no sítio leva ração pra eu comer na minha tigela no canil novo..
que delicia de conto . aposto que vc ainda vai se divertir com o caseiro