Seu joão, meu marido de aluguel

Seu João sempre foi aquele homem que todo mundo confiava. Porteiro do prédio dos meus pais na adolescência, o cara que me deixava entrar de madrugada sem registrar, cobrindo minhas escapadas com o namoradinho de então. Respeitador, casado, pai de família, mão de ferro pra consertar qualquer porcaria — cano entupido, tomada queimada, o que fosse. Minha mãe e eu ríamos, chamando ele de “marido de aluguel”. Ninguém imaginava que, anos depois, ele ia me alugar de outro jeito.
Meu marido brigou feio comigo véspera de São João. Foi sozinho pros pais dele, me deixou aqui no frio, puta da vida mas aliviada. Não queria festa, queria sossego. Abri um vinho tinto, bebi devagar a tarde inteira. Adormeci no sofá, acordei às nove da noite, carente pra caralho, cabelo grudado de suor por conta do aquecedor. Fui pro banho, liguei o chuveiro e, bem na hora que ensaboava os peitos, a resistência pifou. Tentei trocar sozinha — sou teimosa —, só fiz mais bagunça. Liguei pra minha mãe chorando (sou dramática mesmo, foda-se). Ela acalmou: “Chama o Seu João, filha, ele resolve isso pra você”
Mandei áudio pra ele ainda com a voz chorosa, quase implorando. Ele respondeu em segundos:
“Calma, minha filha. Amanhã cedinho tô aí.”
Mas logo emendou: “Tô aqui perto, no bar do Maneco. Posso passar agora.”
Aceitei. Botei um roupão felpudo por cima da pele nua, peguei o carro e fui buscar. Desci na frente do bar só de roupão, dei um abraço apertado nele na frente dos amigos, garanto que ficaram com inveja dele. No caminho de volta, o carro fechado, aquecedor no máximo, o cheiro dele, aquele cheiro de macho invadiu tudo: cachaça barata, suor e perfume de farmácia. Flagrei ele olhando minhas coxas expostas pela abertura do roupão. Fingi que não vi. mas minha buceta já latejava, quente e traiçoeira.
Chegamos. Mostrei a bagunça no banheiro. Ele trocou a resistência em dez minutos e ainda arrumou tudo pra min, mãos calejadas trabalhando rápido. Dei outro abraço, demorado, sentindo o corpo dele duro contra o meu, aquele cheiro de macho me deixando zonza.
“Vou tomar um banho pra testar se tá ok. Pode esperar? Toma um café.”
“Claro, Fica à vontade.”
Deixei as portas abertas — sem segundas intenções, só costume mesmo, porque moro só com marido. Liguei o chuveiro, água quente caindo como carícia. Ensaboei devagar: pescoço, seios, barriga, coxas internas. Ouvi o passo leve no corredor. Olhei de canto pro espelho embaçado: ele ali, parado na fresta, olhos fixos na minha silhueta. Não entrou. Não saiu. Só olhava. Fingi que não percebi. Continuei devagar, passei a mão nos mamilos endurecidos, desci pra buceta, abrindo um pouco as pernas pra água bater direto no clitóris. Arqueei as costas, empinei a bunda sem exagerar. Meu corpo inteiro arrepiou. A buceta inchou, molhada além da água, latejando forte. Mordi o lábio pra não gemer, sabendo que ele tava me comendo com os olhos.
Terminei sem pressa. Enrolei uma toalha curta — mal cobria as coxas, subia quando eu andava. Saí pingando, cabelo molhado grudado nas costas, fui pra sala. Ele no sofá, pernas abertas, volume evidente na calça jeans surrada. Rosto vermelho, respiração pesada.
Sentei colada, coxa na coxa dele. Já fui na maldade mesmo, deixei a toalha escorrer “sem querer” no ombro, deixando o seio quase inteiro fora. Coloquei a mão no joelho dele, subi devagar pela coxa grossa.
“Tava tão sozinha hoje… o senhor sempre me salva.”
Ele engoliu seco, mas a mão grande subiu pro meu braço, apertando de leve.
“Você sabe que eu faço qualquer coisa por você…”
Rocei os lábios na orelha dele, voz rouca:
“Então me faz companhia mais um pouco? Meu marido tá longe… e eu tô precisando de um homem pra resolver meus problemas”
Ele me beijou devagar, língua tímida no começo, depois faminta. Puxou a toalha, que caiu. Subi no colo, abri as pernas, senti o pau duro roçando minha buceta pelada por cima da calça. Gemeu baixo:
“Minha nossa… você é uma tentação do caralho, menina…”
Ri com cara de safada, abri o zíper devagar.
“Então me come gostoso, Seu João… devagarinho. Quero sentir cada centímetro.”
Tirei o pau dele pra fora — grosso, veioso, cabecinha babando de tesão acumulado. Cuspi na mão, lambuzei ele todo, desci devagar, engolindo até o talo. Gememos juntos, alto, sem vergonha. Cavalguei lento, subindo e descendo, apertando a buceta em volta dele a cada descida. Ele chupava meus peitos, mordia os bicos devagar, mãos na minha cintura guiando o ritmo mas logo agarrou minha bunda.
“Isso… me aperta gostoso…”
“me fode… quero gozar no teu pau…”
Me virou de quatro no sofá, entrou por trás devagar, metendo fundo, a barriga dele colada nas minhas costas. A mão apertando meus peitos, quando me sentiu por dentro soltou um gemido gostoso, empurrei a bunda contra o corpo dele como quem pede mais e ele respondeu empurrando mais fundo, com mais força, mas não durou muito, logo anunciou que iria gozar.
“Goza dentro… me enche, Seu João…”
Ele grunhiu rouco, apertou minha cintura e gozou forte, jatos quentes pulsando lá no fundo, enchendo tudo enquanto me abraçava por trás, beijando minhas costas suadas, ofegante.
Ficamos ali, grudados um tempo, ele ainda dentro de mim, eu rindo baixinho entre beijos moles.
Não gozei mas foi maravilhoso, deitamos no sofá, eu sobre o peito cabeludo dele, ele me fazendo carinho com aquelas mão calejadas.
Não falamos nada por um tempo, apenas ficamos ali nos acariciando, minha mão brincava na ponta babada da piroca amolecida e nos pentelhos grisalhos. Sempre amei o corpo masculino tradicional: barriguinha de chopp, bastante pentelhos, pele marcada pelo tempo… fico hipnotizada olhando, sentindo o cheiro de macho misturado com porra e suor.
“Acho que estou sonhando”, ele disse, voz rouca, quase sussurrando.
“Bobo, não tá não. Isso é bem real… mas fica entre a gente, tá?” Falei com a rola ainda na mão, me posicionando pra colocar a boca.
“Claro, minha filha. Não quero atrapalhar a sua vida.”
“Então podemos fazer mais vezes.”
Subi em cima dele. Aquelas mãos fortes me pegaram como se eu não pesasse nada, me levantou até o rosto dele e encaixou minha buceta direto na boca. Homem experiente é outro nível. A língua grossa girava no clitóris devagar no começo, depois mais rápido, lambendo com vontade. Nem consegui me concentrar no boquete — deitei sobre o corpo dele, a pica meia-bomba na boca, e revirei os olhos levando uma das melhores lambidas da minha vida.
Ele abria minha bunda com as duas mãos calejadas, me devorava como poucos já fizeram. A língua ia do clitóris até o cu, lambendo tudo, voltando pro pontinho inchado, chupando, mordiscando de leve. Eu gemia com a boca cheia dele, o corpo tremendo. Quando ele concentrou tudo no clitóris — língua plana, depois pontinha rápida —, eu gozei forte, apertando as coxas na cara dele, melando tudo de baba e tesão, gemendo rouco no pau dele.
Logo em seguida ele gemeu alto, segurou a piroca com uma mão e gozou farto na minha cara. Jatos quentes, grossos, batendo na bochecha, no queixo, no meu cabelo, escorrendo pelo meu pescoço. Eu abri a boca pra pegar o resto, lambi a cabecinha babando enquanto ele tremia todo, ofegante.
Fiquei ali em cima dele um tempão, a porra dele escorrendo devagar pelo meu rosto, misturando com meu suor.
“Você é demais… nunca imaginei que isso ia acontecer.”
Eu ri baixinho, deitei novamente sobre o peito dele, sentindo o pau mole encostado na minha coxa.
“Nem eu. Mas agora que aconteceu… não quero parar.”
Ele apertou minha bunda de leve, beijou minha testa suada.
“Então me chama quando quiser. Qualquer hora. Qualquer ‘manutenção’.”
Levantei devagar, a porra ainda pingando do meu queixo. Peguei a toalha que tava jogada no chão, limpei o rosto devagar enquanto ele me olhava, olhos brilhando de tesão e culpa misturados.
“Agora vai, volta pros seus amigos, quando eu precisar vou te buscar de novo”
Ele riu, se vestiu devagar, deu um último beijo na minha boca e saiu.
Fechei a porta, encostei nela ainda nua, sorrindo sozinha. Sabia que ia mandar mensagem pra ele amanhã. Ou depois de amanhã. Ou na próxima vez que a torneira pingasse… ou que eu simplesmente quisesse sentir aquele cheiro de macho de novo.
Porque o cio não passa. E agora eu tenho o meu marido de aluguel particular.

Espero que tenham gostado do conto, por favor, comentem, adoro ficar lendo os comentarios de voc?s, bjinhos de mic!

Foto 1 do Conto erotico: Seu joão, meu marido de aluguel


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Comentários


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edu-moreno Comentou em 19/02/2026

Ótimo, sem exageros, realista e muito erótico... Como eu gosto. Parabéns.




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Ficha do conto

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micvagaba

Nome do conto:
Seu joão, meu marido de aluguel

Codigo do conto:
255054

Categoria:
Coroas

Data da Publicação:
19/02/2026

Quant.de Votos:
3

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