Gozônia 9879000

Em Gozônia 9879000, durante o Grande Gozo Universal, o Vale do Orifício Eterno se transformava num mar vivo de corpos que se contorciam, corriam, imploravam e se entregavam ao mesmo tempo.
Algumas criaturas eram feitas de carne pura e buracos infinitos: corpos alongados, redondos, achatados, com cus e vaginas espalhados em padrões caóticos — uns tinham dezenas de orifícios alinhados como janelas numa parede viva, outros tinham buracos agrupados em cachos como uvas úmidas, alguns pareciam polvos de carne com tentáculos que terminavam em cus piscantes ou vaginas que se abriam sozinhas.
Havia os que corriam desesperados, tentando fugir da onda de Enfiadores que se aproximava como uma tempestade de rolas grossas. Eles tropeçavam nos próprios orifícios, cus e vaginas roçando no chão viscoso, deixando trilhas de gosma brilhante. Alguns gritavam de pavor, mas seus corpos traíam: cus piscando rápido, vaginas contraindo e babando, preparando-se involuntariamente para o que viria.
Outros, porém, paravam no meio do caos e se jogavam de joelhos (ou do que quer que fosse o equivalente a joelhos neles). Eles abriam todos os buracos ao mesmo tempo, pétalas, anéis, lábios carnudos se dilatando como flores carnívoras famintas. Eles imploravam com vozes roucas, quebradas, cheias de fome:
— Me enche… me rasga… me fode até eu não aguentar mais… quero sentir essa rola grossa me partindo!
Um ser com corpo arredondado coberto de cus em espiral se deitou de costas, abrindo todos os anéis como uma flor de múltiplas camadas. Quando o primeiro Enfiador chegou, ele enfiou a rola grossa no cu central com força bruta, esticando o anel até virar um círculo fino e dolorido. O ser gemeu alto, corpo tremendo:
— Aaaah… dói… tá me abrindo inteiro… mas é tão bom… mais… mais fundo… me enche de porra quente!
Outro Enfiador veio por trás, cravando outra rola num cu lateral. O corpo se contorcia, cus secundários piscando em ritmo frenético, babando gosma clara. Ele gritava de prazer e dor misturados:
— Mais rola… me penetra em todos os buracos… quero sentir veia pulsando dentro de mim… me quebra… me faz gozar até morrer!
Uma criatura com corpo alongado como uma cobra de carne tinha vaginas alinhadas ao longo das costas como espinhos invertidos. Ela se arrastava até um Enfiador e se enrolava na rola dele, guiando a cabeça bulbosa para a primeira vagina. Quando penetrou, ela se contorceu violentamente, vaginas contraindo ao redor da rola grossa como mãos apertando. Ela gemia rouco, língua lambendo o ar:
— Enfia tudo… me usa como luva… sinto cada veia me rasgando por dentro… o prazer é tanto que dói… não para… não para nunca!
Outros seres corriam em círculos, tentando escapar, mas acabavam se jogando no chão e abrindo os buracos. Um com corpo achatado como tapete vivo, cheio de cus e vaginas em padrões geométricos, se deitou de bruços e ergueu o traseiro. Quando a rola grossa entrou, ele gritou de êxtase:
— Sim… sim… me penetra forte… sinto o pau me preenchendo… me esticando… me destruindo… é isso… é isso que eu quero… goza dentro… me enche até eu explodir!
Enquanto isso, os Enfiadores não paravam. Rolas grossas entravam e saíam sem descanso, veias pulsando contra paredes internas, esticando orifícios até o limite da ruptura. Gosma branca, vermelha e leitosa espirrava em arcos altos, misturando-se ao mar de leite que cobria o vale. Corpos tremiam, contraíam, se contorciam em espasmos de dor e prazer tão intensos que muitos morriam no exato momento do gozo — olhos revirando, buracos piscando uma última vez antes de ficarem inertes, corpos caindo no rio de sêmen coletivo.
Mas mesmo os que morriam pareciam felizes — bocas abertas em sorrisos congelados, cus e vaginas ainda contraindo devagar, como se o último prazer tivesse sido o melhor de suas vidas curtas e violentas.
O Rei do Gozo, sentado na piroca colossal, rebolava devagar e absorvia tudo: o leite, o sangue, os gritos, as mortes. Cada orgasmo coletivo alimentava o planeta, gerando novos seres que nasciam já prontos para o próximo ciclo — pequenos, viscosos, com buracos famintos e vontade de ser penetrados até o limite.
Foto 1 do Conto erotico: Gozônia 9879000


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Gozônia 9879000

Codigo do conto:
255248

Categoria:
Fantasias

Data da Publicação:
22/02/2026

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