Stwert :serie sobre um saldado gay na segunda guerra
Era duas semanas antes da incursão pelo sul. Estávamos acampados numa floresta densa perto de uma estrada bombardeada, num buraco que chamávamos de "abrigo" — terra úmida, galhos cobrindo a entrada, o cheiro de pinheiro misturado com suor e pólvora. A chuva caía fina, pingando pelas frestas, mas dentro era quente o suficiente com quatro corpos amontoados. Borni foi o primeiro aquela noite. Ele era o mais direto: barba grossa, mãos grandes como pás, voz rouca de quem fumava demais. Chegou perto de mim enquanto os outros fingiam dormir. "Vem cá, azarão," murmurou, puxando-me pelo braço para o canto mais escuro. Não havia preliminares. Ele abriu a calça, o pau já duro, grosso, veias saltadas, cheirando a macho acumulado — suor, urina velha, tesão represado. Enfiou na minha boca sem cerimônia, segurando minha nuca com força. Eu engasguei no começo, saliva escorrendo, mas ele gostava assim: ritmado, profundo, grunhindo baixo enquanto empurrava até o fundo da garganta. "Isso... engole tudo, porra." Gozou rápido, quente e grosso, enchendo minha boca até eu engolir o que dava. Depois me virou de bruços no chão úmido, cuspiu na mão, abriu meu cu com os dedos grossos e enfiou de uma vez. Doeu, mas era o tipo de dor que virava prazer. Ele metia forte, batendo os quadris contra minha bunda, gemendo no meu ouvido: "Seu cu é melhor que qualquer puta que já tive." Gozou dentro, pulsando, me deixando escorrendo. Gherane veio logo depois. Ele era mais quieto, mas mais exigente. Esperou Borni sair e se deitou ao meu lado, já se masturbando devagar. O pau dele era longo, curvado pra cima, cabeça vermelha brilhando na pouca luz do luar que entrava. "Deita de lado," pediu. Eu obedeci. Ele levantou minha perna, cuspiu no pau e entrou devagar, centímetro por centímetro, até eu sentir ele todo dentro, roçando no ponto que me fazia tremer. Movia-se ritmado, mão no meu pau masturbando ao mesmo tempo, sussurrando: "Você gosta, né? Gosta de ser fodido por nós." Eu gemia baixo, mordendo o braço pra não acordar os outros. Ele acelerou, gozando fundo, me enchendo de novo, depois continuou me masturbando até eu gozar na mão dele, corpo convulsionando. Fherodre foi o último, quase de madrugada. Ele era o mais bruto: alto, musculoso, cicatrizes no peito. Chegou me virando de costas, sem falar nada. Abriu minhas pernas com os joelhos, cuspiu direto no cu já escorregadio de sêmen dos outros e enfiou tudo de uma vez. Doeu mais que os anteriores, mas eu queria. Ele metia como se quisesse me partir ao meio, mãos apertando meus quadris, deixando marcas. "Toma, seu putinho de guerra," rosnava baixo. Eu gemia alto demais, ele tapou minha boca com a mão suja. Gozou gritando abafado no meu ombro, mordendo a pele, deixando o corpo cair sobre o meu, pesado, suado. Ficou dentro um tempo, amolecendo devagar, antes de sair e me deixar ali, aberto, pingando, exausto. Na manhã seguinte, os três riam como se nada tivesse acontecido. Borni me deu um tapa nas costas: "Boa noite, hein?" Gherane piscou. Fherodre só sorriu torto. Era assim: de dia, camaradas. De noite, algo mais. Algo que nos mantinha vivos quando tudo mais tentava nos matar. Eu não sabia que seria a última vez. Dias depois, a emboscada levou os três. Borni caiu com um tiro na cabeça. Gherane foi estraçalhado por uma granada. Fherodre sumiu na fumaça, gritando meu nome uma última vez. Agora, no vilarejo destruído, com Hunter ao meu lado, eu sinto o vazio daqueles corpos. O cheiro deles ainda grudado na memória. O gosto. A dor que virava prazer. E me pergunto se Hunter vai me dar algo parecido — ou algo diferente, mais lento, mais perigoso. Mas por enquanto, as lembranças bastam para me fazer continuar respirando.
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