Ele tinha conseguido a mais nova boneca sexual, importada por 10 mil dólares. Já havia comprado outras mais baratas e razoáveis, mas aquela era diferente. Quando a tirou da caixa, passou a mão nos cabelos dela e enfiou os dedos na vagina de borracha. Ela estava vestida com uma saia até os joelhos e uma calcinha vermelho-rosada. — Eu sei que estou sendo apressado… Não consigo me controlar. Você é muito linda e gostosa. Olha só essas pernas, essa bunda, esses olhos… Você tem ascendência asiática, né? Claro que tem — falou, rindo. Segurou o pau, que já estava duro por dentro da bermuda. — Precisamos nos conhecer melhor. Temos muito tempo pra isso. O espelho da sala refletia um homem de uns 40 anos, corpulento, negro, segurando Júlia — o nome que ele deu à nova “namorada”, comprada num site chinês onde já havia adquirido outras duas bonecas. — Você gosta de música? — Sim… — respondeu Júlia, com a voz mecânica. Ele ainda procurava o botão de fala que a propaganda prometia ter naquele modelo. — Dança um post-punk — disse, enquanto tirava a bermuda e a cueca, deixando o pau ereto à mostra. — Tá doidinha, né? Será que aguenta 21 centímetros? Não fica com medo, eu sou carinhoso. Pegou Nandinha, uma boneca morena e baixinha com cara simpática, que ele havia vestido com roupas curtas. O pau dele era grosso, comprido, escuro, com veias bem marcadas. — Vê como é que eu faço com você — disse, colocando Nandinha de quatro e enfiando freneticamente. O orifício de borracha já estava um pouco aberto de tantas vezes que ele a usara. A bunda era macia, a sensação no pau dele era razoável, mas nada excepcional. Num lapso de memória, pensou na vizinha casada do lado, aquela que vivia com um pé no saco e que ele tanto desejava. Bebeu mais um gole. — Vem cá, pega — disse, agarrando Júlia com força. Rasgou a roupa da boneca, abriu suas pernas. — Vou te estuprar, sua puta. Vai ter que se acostumar. Vou querer foder essa boceta e esse rabo todo dia. Geme, vai… geme! — Mais que merda… me enganaram — murmurou, enquanto enfiava a rola na boneca e procurava algum botão ou ponto no corpo dela que acionasse a voz prometida, como a da Silvia, que dizia: “Vai mais, mete meu amor, eu quero ser fodida… Quero te satisfazer, faz o que quiser comigo” — em português e mais dez línguas. — Que se dane — resmungou, continuando a beber e cheirando o resto do LCD que ainda tinha do último chapamento. — Vamos lá, gostosa! Ele imaginava que ela gritava. — Não tá doendo! O pau penetrava mais forte. Enfiava na buceta, no cu, na boca. Sabia que a “vadia” queria mais. Tinha deixado Silvia “cozinhando” o jantar na cozinha, apoiada no fogão — ele esquecera um botão ligado. Ela estava imóvel. O ambiente começou a cheirar a gás. Ele fodia Júlia freneticamente. Foi a melhor fodida dos últimos anos. O pau latejava até jorrar o esperma. Já era a terceira vez. Cheirou mais uma carreira de LCD. Em frações de segundo, o som da energia elétrica ou qualquer outra faísca de calor encontrou o gás acumulado. Uma explosão destruiu todo o apartamento, atingindo também a estrutura ao redor. As labaredas de fogo saíram pela pequena janela antes fechada, agora escancarada pela força da explosão. Quando a polícia e a perícia chegaram, encontraram um corpo de homem carbonizado, com os olhos arregalados, deitado sobre uma boneca que também estava queimada — exceto o rosto, que permanecia quase intacto, exibindo um sorriso tímido. Ambos pareciam congelados num momento de êxtase, como se tivessem sido pegos no auge do prazer.
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