Gozônia 9879000 2#

Criaturas humanoides de pele translúcida e músculos retorcidos se moviam em hordas tremendo. Seus corpos eram alongados, torsos esticados como borracha esticada ao máximo, rostos com olhos negros que vazavam gosma luminosa. Cada um carregava uma rola monstruosa crescendo da virilha — grossa como antebraço, veias saltando como cordas de aço enferrujado, cabeça bulbosa que se abria como flor carnívora. As bundas eram desproporcionais, enormes, redondas, com ânus centrais que se dilatavam sozinhos, piscando em ritmo cardíaco acelerado, bordas carnudas pulsando como bocas famintas.
Eles não corriam para fugir. Eles se lançavam uns contra os outros em colisões brutais.
Um deles, corpo arqueado para trás, bunda erguida como oferenda, era atravessado por três rolas simultaneamente. A primeira rola entrava no ânus central com força seca, esticando o anel até virar um círculo fino e translúcido, veias da rola visíveis através da pele esticada. A segunda rola forçava passagem por uma fenda que se abria na lateral da bunda, rasgando carne mole que se regenerava em tempo real, gosma vermelha e branca escorrendo em fios grossos. A terceira rola se curvava para cima, penetrando outra abertura que surgia na base da coluna, esticando o corpo inteiro como um arco prestes a romper.
O corpo se contorcia em espasmos violentos, rola própria pulsando descontrolada, jorrando jatos que se misturavam ao mar de leite no chão. Orifícios secundários se abriam na barriga, nas coxas, nas costas — cus e vaginas espontâneas que piscavam e se dilatavam, convidando mais penetração. Rolas entravam por todos os lados, esticando, preenchendo, rasgando e regenerando em ciclos rápidos. O ser se arqueava tanto que a espinha estalava audivelmente, corpo inteiro virando um tubo vivo de carne atravessado por múltiplas rolas que batiam umas nas outras por dentro.
Outra criatura, com torso achatado e bundas duplas (duas massas enormes coladas como gêmeas siamesas), era empalada por quatro rolas ao mesmo tempo. Duas entravam nas bundas paralelas, esticando os ânus até o limite, veias pulsando contra paredes internas que se contraíam em espasmos. As outras duas rolas forçavam passagem por aberturas que surgiam nas costas, atravessando o corpo inteiro até sair pela boca, que se abria como uma flor de carne. O rosto se distorcia, olhos revirando, gosma leitosa escorrendo pelas narinas e orelhas. O corpo inteiro ondulava como onda, bundas tremendo, rola própria balançando e jorrando em arcos altos que alimentavam o vale.
Por todo o vale era o mesmo caos: corpos humanoides se entrelaçando em pilhas vivas, rolas grossas entrando e saindo de bundas gigantes que se dilatavam como portais, cus secundários se abrindo nas costas, nas coxas, nos braços. A penetração era contínua, múltipla, profunda — rolas esticando carne até o limite da ruptura, corpos se contorcendo em espasmos que faziam ossos estalarem e pele se rasgar em fios finos que se regeneravam instantaneamente. Gosma branca, vermelha e leitosa espirrava em cascatas, formando novos rios que corriam para o centro.
O Rei do Gozo, sentado na piroca colossal que era extensão do próprio planeta, rebolava devagar. Seu corpo inchava com cada onda de energia, bocas e orifícios se abrindo para absorver os rios que subiam até ele. Ele não gritava — apenas absorvia, expandia, pulsava, redistribuindo o excesso para o planeta inteiro.
Corpos se dissolviam no processo, virando líquido que alimentava o ciclo. Outros sobreviviam, deformados, renovados, com rolas maiores, bundas mais dilatadas, orifícios multiplicados, prontos para o próximo pico.
Gozônia 9879000 continuava respirando, esticando, preenchendo e se rompendo, num vórtice onde carne, prazer e destruição eram indistinguíveis.
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Ficha do conto

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Nome do conto:
Gozônia 9879000 2#

Codigo do conto:
255250

Categoria:
Fantasias

Data da Publicação:
22/02/2026

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