Uma descrição rápida, estou ruiva, baixinha e hoje tenho 25 anos, tenho uma irmã 3 anos mais velha, loira, um pouco mais alta que eu e bem mais safada, rsrs. As histórias que irei contar são minhas e dela, coisas que passamos e loucuras que fizemos em nossa juventude, hoje ela é casada e eu estou noiva, mas relembrar é viver. Conto 1 – A diversão antes de uma festa para se recordar. Era um sábado à noite, eu não estava muito afim de sair, estava na casa de meu namorado e só queria virar a noite com ele, depois de alguns cigarrinhos do capeta (que sempre me dão muito tesão), resolvemos ir pra cama e esquentar outra coisa além de nossos pulmões com fumaça natural. Pouco depois das 21 horas recebo a ligação de minha irmã me chamando para ir com ela numa festa à qual ela resolveu ir de ultima hora, festa entre amigos, em alguns lugares chamados de role, ou loucura, aqui onde moramos chamamos apenas de “rock”, mas ainda me encontrava indisposta a interromper minha noite pois ela me ligou justo quando meu namorado estava me fazendo um boquete maravilhoso, ela devia dar-se por satisfeita apenas de eu tê-la atendido naquela hora, ainda assim tentei dissuadi-la, pois sempre gosto que façamos essas coisas juntas ou que ao menos eu a esteja acompanhando. Não pude evitar que escapassem alguns gemidos entre cada resposta negativa a insistência dela para que saíssemos, ela obviamente notou e me perguntou o que eu estava fazendo, não menti e falei que estava recebendo um boquete, meu namorado vendo que já não era mais um “segredo”, por algum motivo que se passa na cabeça dos homens e algum tesão subido ele se dispôs a empregar enorme esforço para me fazer gemer o máximo possível na chamada. Enquanto Ela dizia que já tinha alguém lá esperando por ela, meu namorado já havia me colocado de 4 na cama e estocava com cada vez mais força, eu mal conseguia responder e recusar, então ela me disse que eu devia isso, pois eu a estava obrigando a escutar enquanto meu namorado me fodia eu devia no mínimo a companhia à ela, traze-la para casa, caso fica-se bêbada lá, de certa forma eu aceitei, mas só iria depois de terminar, não interromperia meu sexo para ir com ela, achei que ela iria sair pra se arrumar enquanto terminávamos, mas ela disse que ficaria na chamada esperando ate o fim, pois isso já a faria chegar na festa com mais tesão ainda, agora enquanto conversávamos sobre o que ela iria vestir eu já não fazia questão de esconder os gemidos ou abafar o balho dele batendo em minha bunda enquanto metia cada vez mais forte em minha bucetinha. — O que acha melhor? Um vestidinho ou shortinho? Ela perguntou de forma despreocupada quase como se não estivesse escutando meus gemidos — Com certeza os shorts, vestido curto vai te deixar parecendo uma vagabunda, shortinho é bem mais comportado e descente. Respondi entre gemidos ofegantes. — Haha, minha irmã eu não sou um exemplo de mulher comportada e decente, você sabe bem disso. Entre risos a resposta dela foi muito sincera. — Que você é puta eu já sei, mas nem todo mundo precisa saber isso já de cara, apenas de te olhar, né!? Foi minha resposta, tão sincera quanto rápida para ela. Me lembro que iria comentar algo mais, mas não pude pois logo em seguida senti o puxão em meus cabelos, estava deitada de bruços com meu namorado me fodendo por cima, posição essa que eu amo, adoro sentir o peso da pessoa por cima de meu corpo em cada estocada, o puxão no cabelo me fez curvar o corpo para trás enquanto erguia a cabeça, já o dedo que ele enfio no meu cuzinho enquanto continuava a meter sem parar me fez soltar um gemido tão verdadeiro que ate me fez esquecer o que eu ia falar para minha irmã ao telefone. — Parece que eu não sou a única puta na chamada, não é mesmo, irmãzinha? Hahaha. Eu sabia que a pergunta dela foi retórica, ainda assim tentei responder. — Nan... Nan ... Nan ... Nan é Na ... Cada metida que ele dava estava indo tão fundo que eu não conseguia sequer completar uma palavra de 3 letras, tão simples. Enquanto minha irmã gargalhava na chamada eu era incapaz de conter meus gemidos, senti ele acelerando as estocadas, já sabia bem o que isso significava, mas não tive forças para mandá-lo gozar fora e acho que não mandaria mesmo que conseguisse. Sem soltar meu cabelos e com o dedo tão fundo quanto ele conseguia dentro do meu cuzinho ele acelerou ate eu que eu senti o jato quente me preenchendo por dentro, enfiou com tanta força e tão fundo que sentia as bolas dele encostando em minha bucetinha, outro jato quente enquanto ele soltava meu cabelos ainda podia sentir o pau dele pulsando dentro de mim, quando minha cabeça encostou novamente na cama tudo que pude fazer foi morder os lençóis enquanto ele tirava o dedo do meu cuzinho e dava um tapa na minha bunda, enquanto ele se curvava para mordeu meu pescoço eu gozava com o pau dele ainda dentro de mim, as mordidas no pescoço e nas costas enquanto eu me tremia e gozava nele assim como ele gozou em mim. Peguei o celular que havia caído de lado na cama enquanto eu gozava e tudo que consegui falar foi “Ham” — Tá viva ainda, putinha? Hahaha. Ela perguntou entre risadas — Aram. Foi tudo que consegui responder. — Vou tomar banho e me arrumar, passo aí daqui a pouco, esteja pronta ouviu, vadia? Ela perguntou e encerou a chamada assim que eu respondi. — Aram. Só consegui responder isso mesmo, rsrs. Larguei o telefone enquanto meu namorado mordia minha orelha e falava que eu estava muito apertadinha, com mais um tapa na minha bunda ele foi tomar banho enquanto eu fechei meus olhos e sorri deitada.
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