Junto a alguns colegas da universidade fomo passar 2 semanas no Uruguai, para assistir algumas palestras e também nos distrair um pouco, haviam mais pessoas de nossa universidade e também alguns professores, no fim de semana final estávamos livres para sair e fazer o que quiséssemos antes de voltarmos, Fui para uma boate com 3 amigos, eles chamaram para beber conosco um rapaz que eles conheceram enquanto estavam lá, sendo esse rapaz um argentino e chegou um pouco mais tarde junto com sua irmã, está que claramente foi o motivo de meus colegas terem chamado ele para se juntar a nós pois queriam pegar a irmã dele.
Isso posto, enquanto os 3 gadiavam a moça na tentativa de que algum deles conseguisse algo, ela claramente estava adorando a atenção e disputa dos 3 por ela, por minha vez passei a conversar com o rapaz argentino irmão dela, Mateo era o nome dele, um homem bem bonito, cabelo bem cortado, raspado nas laterais e uma barba baixa e tatuagens por todo o corpo, braços fortes e definidos, mãos grandes, o português dele não era perfeito, tudo bem português é de fato uma língua difícil somos nativos e mesmo o nosso português tem falhas, tão pouco são fluente em espanhol, mas conseguíamos no entender, falamos sobre o Uruguai e as regras estranhas daquele país, a forma como todos os caras tinha muito medo de chegar nas moças pois ali qualquer cantada mal dada já rendia uma acusação seria de assedio, ate na boate em que estávamos ficavam os homens de um lado e as mulheres do outros, no mesmo lugar, mas se falando por app do celular, pode estar conversando com ela pessoalmente era bem mais confortável, de vez enquanto eu dava algumas olhadas para meus amigos que disputavam entre eles a atenção da moça, era bem bonita, loira, pele clara não pude identificar a cor dos olhos devido as luzes da boate, mas acredito que eram olhos claros, moça magra e atlética de sorriso fácil. Voltei minha atenção para o Mateo, falávamos sobre assuntos aleatórios, falei que era meu último fim de semana ali pois voltaria ao brasil na segunda e até arisquei perguntar sobre a camisa que ele usava, mesmo não sabendo nada de futebol permiti que ele falasse sobre, visto que se estava com a camisa daquele time deveria gostar do mesmo, por volta de meia noite ele de forma muito direta e firme o bastante para me surpreender com a coragem perguntou sem rodeios se eu gostaria de passar a noite com ele, gostei da coragem e firmeza e aceite, já estava em outro país e não iria perder a chance de ficar com alguém de fora.
Deixamos a irmã dele com meus 3 amigos ele de fato não demostrou preocupação e quando o indaguei sobre a irmã ele apenas disse que ela sabia se cuidar muito bem, fomos para o quarto dele que ficavam no mesmo hotel em que estava hospedada com o pessoal da universidade, aproveitei que o prédio era o mesmo e disse-lhe que iria até meu quarto tomar um banho e voltaria em seguida, ele disse que faria o mesmo e após me indicar qual quarto era o dele e falar que a porta estaria aberta e eu poderia entrar ele se foi. Fui para meu quarto onde tomei um banho caprichado passei perfume e refiz uma maquiagem leve, queria estar bem bonita e cheirosa como sempre, aproveitei para dar um retoque também na depilação com creme depilatório pois gosto de estar bem lisinha.
Perto de 1 da manhã estava eu dentro do elevador indo para o andar do quarto de Mateo, um leve frio na barriga e a esperança que aquilo terminasse bem, não podia negar que ficar com um argentino num hotel no Uruguai me era muito excitante naquele momento. Chegando ao quarto que ele falou bati a porta e esperei, após alguns minutos ele abriu a porta, estava sem camisa tem peito largo e o abdome bem definido, assim que passei para dentro a porta atras de mim se fechou num estampido, olhei para trás abruptamente e fui surpreendia por Mateo, agarrando-me pelos cabelo, e me beijando de súbito, não tive tempo de reação, não falei, não esbocei defesa alguma, enquanto continuava a segurar meus cabelos e beijava minha boca com intensidade a outra mão já tinha decido e entrava por baixo da parte de trás do meu vestido curto apertando minha bunda com força e desejo, parou o beijo por um instante e falou enquanto olhava diretamente em meus olhos e mantinha seus lábios rentes aos mesmo, perto o suficiente para que sentisse seu hálito quente enquanto ele perguntava.
— Está sem calcinha é?
Apenas assenti com a cabeça, A resposta dele foi puxa meu vestido para cima de uma vez, deixando minha bunda exposta e dando um tapa em que completou agarrando meu bumbum com força e segurando com firmeza.
— Adoro como as brasileiras são, pequeña perra. —
— O que significa isso? — perguntei com sinceridade, pois como falei meu espanhol não é dos melhores, ele tentou encontrar as palavras em português e o melhor que conseguiu foi a “putita”. Essa daí eu conseguia entender o que significava.
Após explicar, mas ainda sem afastar o rosto do meu tirar a mão agarrada com vontade em meu traseiro ele apenas sorriu e acrescentou. — Agora es tu minha putita brasileña — Novamente assenti com a cabeça e voltei a beija-lo, passei meus braços ao redor do pescoço dele e saltei, rapidamente ele me segurou, as duas mãos por baixo de meu traseiro enquanto eu o beijava, depois caminhou até a cama com cuidado enquanto eu continuava agarrada ao seu pescoço, quando ele me pôs sentada na cama eu rapidamente me curvei levemente para frente o comecei a beijar o seu, que de tão duro já marcava a calça, tão gostoso que eu até dava leves mordidas por cima da calça mesmo, por fim desabotoei o jeans e puxei as calças dela para baixo, não decepcionou nem um pouco, era enorme e grosso delicioso aos olhos e melhor ainda na boca, pois foi o que o fiz, coloquei-o na boca de imediato, indo tão fundo quanto conseguia, mas era enorme eu não chegava nem até a metade, ainda assim continuava a chupar com vontade indo o mais fundo que podia, tão grosso que preenchia minha boca toda, retirava da boca e lambia da base até a cabecinha, podia ver em seus olhos e a forma como gemia que isso lhe agradava, mais agrado ainda ficou quando me ajoelhei diante dele, pus-me entre suas pernas, coloquei as bolas na boca e comecei a massagear seu pau enquanto chupava suas bolas, Mateo por sua vez pousou a mão sobre minha cabeça cariciando meus cabelos quase que como um agradecimento pelo boquete que recebia, eventualmente tirava as bolas dele da boa e lábia todo seu pau ate terminar com um beijinho na ponta da cabecinha, por fim senti ele se tremer, já sabia o que significava, comecei a masturba-lo com maior velocidade enquanto ainda lábia sua bolas e base de seu pênis, quando ele sentiu que era hora de gozar tirou minha mão e começou fazer sozinho enquanto puxou meus cabelos para que meu rosto ficasse bem perto, encostou a cabecinha bem perto da minha boca, eu entendi e abri a boca, senti um jato quente direto na garganta, então um segundo que parecia ainda mais forte, seguido de um terceiro com menos força, então toquei meus lábios na cabecinha de seu pau e puxei o restinho que ainda caia, direto pra minha boquinha. Ainda segurando meus cabelos, com a mão que anteriormente ele estava se masturbando ele tapou minha boca, olhou-me com severidade e disse, — Engula tudo putita — E eu o fiz, sem pensar duas vezes, engoli tudinho, cada gota, o que ele respondeu com dois tapinhas de leve no meu rosto quase como um agradecimento por eu ter sido uma boa cadelinha.
Mal tive tempo de me recompor e ele me pôs de pé, agora puxando a parte de baixo de cima do meu vestido, deixando meus seios a mostra, com o vestido parado no meio de minha barriga, eu estava completamente exposta, nua na parte de baixo de cima do meu corpo, dessa forma ela me arrastou pelos cabelos ate a janela do quarto, uma janela de vidro com vista para uma pouco movimentada, mesmo a janela sendo de vidro transparente ele fez questão de abri-la, me agrei ao parapeito da janela meus seios nus exposto para quem passasse na rua e quisesse olhar para eles, se posicionou atras de mim, abriu as minhas pernas e sem perda de tempo me penetrou, mesmo eu não tendo sido chupada também eu já estava muto excitada com a situação o que já tinha me deixado bem molhadinha. Já a primeira metida entrou muito fácil, foi uma estocada dada com vontade e eu gemi, gemi alto, não pude me conter e acho que no o faria caso quisesse, a cada metida mais e mais eu gemia, sem pudor, a certo ponto eu quase quis que alguém passasse por aquela rua pouco movimentada, que escutasse o som de gemido e olhasse pra cima, visse meus seios nus balançado a cada metida que eu levava, que me viessem sendo fodida com vontade e força, que até mesmo falacem como eu era promiscua e safada por fazer aquilo ali, onde qualquer um poderia ver e ouvir.
Um tempo depois meus devaneios foram interrompidos por Mateo puxando meus cabelos para trás, fazendo minha coluna se curvar levemente, meus seios continuavam a balançar, ele se curvou para frente chegou mais perto de minha cabeça e falou — Es a minha putita nõ? — Meus olhos já revirando de prazer e a boca seca de tanto gemer eu respondi afirmativamente apenas um sim fraco e baixo, então senti um tapa na lateral do meu rosto vindo por trás, pegando na orelha e bochecha seguido da voz firme de Mateo me dizendo para responde mais alto e com vontade.
— Sim, sou a sua putinha brasileira. — Falei tão alto quanto pude, sem medo ou vergonha de que hospedes nos quartos ao lado escutarem, ou que alguém que passe na rua ouvisse.
Então segurou meus dois braços para trás com suas mãos, metia com força e muito fundo, meus seios agora saltavam ainda mais que antes. E enquanto metia sem para me dizia que eu era não apenas a putinha dele, mas a putinha brasileira de todos os argentinos, que bastava dar dois tapas bem dados em minha face eu já abria a pernas esperando pau, o que eu confirmava sem pudor algum. — Si si sou a brasilenã putita dos argentinos. — Ele ria satisfeito de minhas palavras e a cada gargalhada ele socava mais forte, alguns minutos depois ele me puxou e me colocou de joelhos de novo, já me ajoelhei abrindo a boca e novamente senti, um, dois, três, dessa vez um quarto jato direto na minha boca, dessa vez nem esperei ele mandar, já engoli logo. Ele me lançou um olhar de cima, eu ainda ajoelhada aos pés dele. Apontou para o próprio pau e falou — Limpa isso. — Assim o fiz lambi e limpei todo o pau dele ate as bolas eu lambi todas e deixei bem limpinho, olhei para ele mordendo meus lábios. Ele me respondeu com um tapa no rosto e algum xingamento em espanhol que eu não entendi.
— Sai do meu quarto agora e volte novamente amanhã, vai ser minha, pequeña perra, de novo antes de você ir embora na segunda. —
Me levantei, ajeitei o vestido como dava e voltei para meu quarto, depois de mais um banho dormi aquela noite, cansada, porem feliz e muito satisfeita.



Nossa, adorei seu conto! Me deu um tesão enorme lendo, votado com certeza! Adoraria sua visita na minha página, tenho conto novo postado, bjinhos Ângela