Helena estava deitada de bruços na cama king size, o celular na mão, rolando fotos antigas enquanto Maurício terminava de secar o cabelo no banheiro. Aos 40 anos ela ainda tinha aquele corpo que fazia homens virarem a cabeça na rua: quadris largos, cintura marcada, seios pesados que transbordavam um pouco nos sutiãs de renda preta. O cabelo castanho ondulado caía solto pelas costas nuas. Ela usava apenas uma calcinha fio-dental vermelha e uma camiseta velha dele, larga o suficiente para deixar a curva da bunda à mostra. Maurício apareceu na porta do quarto, toalha na cintura, 38 anos, corpo definido de quem malha três vezes por semana, mas sem ser exagerado. Olhos castanhos fixos nela, já com aquele brilho que Helena conhecia tão bem. — Tá olhando o quê, amor? — ele perguntou, voz rouca. Ela virou o celular para ele mostrar a tela: uma foto antiga dos dois na praia, ela de biquíni minúsculo, ele abraçando por trás. — Lembrando daquela vez que você me pediu pra deixar o cara da barraca de coco me olhar mais de perto… — ela respondeu com um sorrisinho lento. — Você ficou duro só de ver ele babando. Maurício deixou a toalha cair. O pau já estava semi-ereto, pulsando levemente contra a coxa. — E você deixou ele olhar bastante, né? — ele murmurou, subindo na cama e se posicionando atrás dela. — Abriu mais as pernas quando ele passou perto… Helena arqueou as costas instintivamente, empinando a bunda. A calcinha vermelha já estava úmida no centro. — Eu abri — ela confessou, voz baixa e provocante. — Queria ver até onde você aguentava sem tocar em mim na hora. Ele passou as mãos pelas coxas dela, subindo devagar até segurar as nádegas e abrir com os polegares. A calcinha se enfiou mais ainda entre os lábios inchados. — Hoje eu quero mais que olhar — ele disse, quase sussurrando. — Quero que você saia com o cara do Tinder de novo. Aquele que te comeu no carro na última vez. Helena mordeu o lábio inferior, sentindo o calor subir pelo pescoço. — O Lucas? — perguntou, fingindo inocência. — Aquele de 27 anos que tem pau maior que o seu e gozou dentro de mim sem camisinha porque eu pedi? Maurício gemeu baixo, o membro agora completamente duro roçando na parte de trás da coxa dela. — Esse mesmo. Quero que você marque com ele amanhã. Quero mensagem no grupo do casal contando tudo enquanto acontece. Foto da calcinha dele no chão do motel. Vídeo curto dele te comendo de quatro. E quando voltar pra casa… — ele se inclinou, boca roçando a orelha dela — …você vem toda melada dele e senta na minha cara pra eu limpar. Ela virou o rosto, olhos brilhando de tesão e poder. — E se eu quiser trazer ele aqui pra casa? — perguntou, voz tremendo de excitação. — Deixar ele me foder na nossa cama enquanto você assiste da poltrona, de pau na mão, sem poder encostar? Maurício fechou os olhos por um segundo, respirando pesado. — Então você traz. E eu fico lá, quieto, vendo ele abrir sua buceta com aquele pau grosso, ouvindo você gemer mais alto do que geme comigo. Vendo ele te encher de porra até escorrer pelas suas coxas. E depois… — ele deslizou dois dedos por baixo da calcinha, sentindo o quanto ela estava encharcada — …depois eu te como por cima da porra dele. Bem devagar. Pra você sentir a diferença. Helena empurrou a bunda contra a mão dele, gemendo baixinho. — Você é tão tarado, amor… — ela sussurrou. — Me diz que você goza só de imaginar outro homem marcando território dentro da sua mulher. — Eu gozo — ele admitiu sem hesitar, tirando a calcinha dela com um puxão. — Gozei no banheiro hoje de manhã só de lembrar do vídeo que você me mandou da última vez. Você de joelhos, engolindo ele inteiro, olhando pra câmera e dizendo “esse pau é melhor que o do meu marido”. Ela riu baixo, safada, e abriu as pernas mais. — Então me fode agora, Maurício. Me fode pensando que amanhã vai ser outro pau aqui dentro. Me faz gozar imaginando que não sou só sua. Ele não esperou mais. Posicionou a cabeça do pau na entrada molhada e entrou de uma vez, até o fundo. Helena soltou um gemido alto, agarrando os lençóis. — Isso… — ela ofegou. — Me fode como se fosse a última vez antes dele me roubar de você por uma noite. Maurício segurou os quadris dela com força, estocadas profundas e ritmadas, o som molhado ecoando no quarto. — Ele não te rouba — ele grunhiu entre os dentes. — Ele só te usa. E depois te devolve pra mim… toda aberta, toda marcada, toda minha de novo. Helena virou o rosto para trás, olhos semicerrados de prazer. — Então me marca agora… goza dentro… deixa sua porra aqui pra misturar com a dele amanhã. Ele acelerou, o corpo colado nas costas dela, uma mão subindo para apertar o seio por baixo da camiseta. — Você vai voltar cheirando a outro homem… — ele murmurou no ouvido dela. — E eu vou te comer de novo… e de novo… até você esquecer como é o pau dele. Helena gozou primeiro, corpo tremendo, buceta apertando em espasmos ao redor dele. O orgasmo a fez gritar o nome dele misturado com um “porra, sim…”. Maurício não aguentou: enterrou fundo e gozou forte, jatos quentes enchendo ela enquanto os dois tremiam juntos. Quando finalmente pararam, ele ainda dentro dela, os dois ofegantes, Helena virou o rosto e o beijou devagar, língua preguiçosa. — Amanhã eu marco com o Lucas — sussurrou contra os lábios dele. — E você vai ficar aqui em casa esperando… de pau duro… olhando o celular a cada cinco minutos. Maurício sorriu, ainda enterrado nela, sentindo o próprio sêmen começar a vazar devagar. — Eu espero. E quando você chegar… — ele mordeu de leve o lóbulo da orelha dela — …você vai me contar cada detalhe. Enquanto eu te limpo com a língua. Helena fechou os olhos, sorrindo satisfeita. — Combinado, meu corno lindo. E os dois ficaram ali, abraçados, suados, melados, já imaginando a próxima noite que não ia acabar tão cedo.
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A sua mulher é um tesão, cara se eu pego ela eu meto a rola, soco até as bolas e dou varias esporradas dentro dela, essas tetas dela é uma delicia em amigão.
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