Corno em público

Helena e Maurício estavam deitados, ainda ofegantes da foda que acabaram de ter. Ela virou o rosto pra ele, olhos brilhando de tesão, e sussurrou:

— Amor, mudei de ideia sobre amanhã. Quero algo mais… coletivo. Casa de swing em SP. Hoje. Agora. Você topa me ver sendo comida por vários enquanto eu te olho nos olhos?

Maurício sentiu o pau latejar dentro da calça só de ler a mensagem que ela já tinha digitado no celular. Respondeu em dois segundos:

— Onde? Te busco agora.

Eles foram pra uma casa de swing discreta no Itaim Bibi, conhecida entre os casais tarados de São Paulo como “O Paraíso do Tesão”. Fachada de prédio comercial, mas por dentro era puro luxo: luzes vermelhas baixas, música eletrônica pesada, sofás de couro, quartos privativos com paredes de vidro e, no segundo andar, a área “livre” com camas king size, glory holes, dark room e um grande salão central onde tudo acontecia ao vivo.

Chegaram de mãos dadas. Helena vestia um vestidinho preto curto, sem sutiã, os seios pesados balançando a cada passo, e uma calcinha fio-dental vermelha por baixo — a mesma da foto que tinha mandado pro Maurício mais cedo. Ele estava de camisa social preta e jeans, já com o pau meio duro só de imaginar o que ia rolar.

No bar do térreo tomaram uma dose rápida. Helena já estava molhada; dava pra ver o brilho nos olhos dela. Subiram as escadas de mão dada. No segundo andar o ar era quente, cheiro de sexo no ar, gemidos ecoando de todos os lados.

Eles pararam no salão principal. No centro tinha uma cama redonda enorme, iluminada por um spot vermelho. Três casais já fodiam ali: uma mulher de quatro chupava o marido enquanto um estranho metia nela por trás; outra cavalgava o pau de um cara enquanto lambia a buceta da esposa dele.

Helena olhou pro Maurício, mordeu o lábio e sussurrou no ouvido dele:

— Quero começar ali. Na cama. Quero que todo mundo veja que eu sou sua… mas que hoje eu vou ser de quem quiser.

Ele acenou, o coração acelerado. Sentou numa poltrona de couro preta bem na frente da cama, pau já latejando dentro da calça. Helena subiu na cama redonda, de joelhos, e ergueu o vestido devagar, mostrando a bunda empinada pro salão inteiro. Vários olhares se voltaram pra ela imediatamente.

Não demorou trinta segundos. Dois caras se aproximaram. Um era alto, pele morena, uns 35 anos, pau grosso já pra fora da cueca. O outro era mais novo, loiro, corpo definido, pau longo e venoso.

— Posso? — perguntou o moreno, mão já na coxa dela.

Helena olhou pro Maurício. Ele abriu as pernas, mão por cima da calça, e fez que sim com a cabeça.

Ela sorriu safada e respondeu:

— Pode. Os dois. Meu marido tá ali olhando… e ele adora ver minha buceta sendo usada.

O moreno não perdeu tempo. Puxou a calcinha dela pro lado e enfiou dois dedos grossos de uma vez. Helena gemeu alto, empinando mais a bunda. O loiro se ajoelhou na frente dela, segurou o cabelo castanho ondulado e enfiou o pau na boca dela até o fundo. Helena engasgou, baba escorrendo, mas chupou com fome, olhos fixos no Maurício.

Maurício já tinha aberto a calça e batia punheta devagar, respirando pesado.

O moreno tirou os dedos, lambeu eles e posicionou o pau grosso na entrada encharcada. Entrou de uma vez, até o talo. Helena soltou um gemido abafado pelo pau na boca, corpo tremendo. Ele começou a meter forte, estocadas profundas que faziam os seios dela balançarem pra frente e pra trás.

— Porra… que buceta apertada — grunhiu o moreno, segurando os quadris dela.

O loiro tirou o pau da boca dela só pra ela poder gemer alto:

— Mais forte… me fode… meu marido tá olhando… ele ama isso…

Maurício estava hipnotizado. Viu o pau do moreno entrando e saindo, brilhando com os sucos dela. Viu o loiro voltar pra boca dela, fodendo a garganta enquanto ela rebolava contra o outro.

Mais dois caras se aproximaram. Um deles, um negão musculoso, subiu na cama e ofereceu o pau pra Helena. Ela largou o loiro por um segundo só pra abocanhar o novo, agora chupando três paus ao mesmo tempo enquanto era comida por trás.

O quarto cara ficou atrás do moreno, esperando a vez.

Helena estava no paraíso. O corpo suado, maquiagem borrada, baba e pré-gozo escorrendo pelo queixo. Ela gozou pela primeira vez com um grito abafado, buceta apertando o pau do moreno. Ele não parou. Metia mais rápido, até que grunhiu e gozou dentro dela, enchendo a buceta da esposa de Maurício de porra quente.

Quando ele saiu, o esperma escorreu pelas coxas dela. O loiro não aguentou: empurrou Helena de quatro, enfiou o pau na buceta melada e começou a meter como um animal.

— Olha pra ele — o loiro mandou, apontando pro Maurício. — Olha pro seu marido enquanto eu te encho.

Helena obedeceu, olhos vidrados no Maurício, boca aberta gemendo:

— Tá vendo, amor? Tá vendo outro pau me comendo… ele é maior… tá me abrindo toda…

Maurício estava quase gozando só de bater punheta. O negão se ajoelhou na frente dela e enfiou o pau enorme na boca dela de novo. Ela chupava com desespero, corpo sacudindo a cada estocada.

O loiro gozou logo depois, jatos grossos misturando com a porra do primeiro dentro dela. Quando saiu, a buceta de Helena estava aberta, vermelha, escorrendo porra dos dois.

O negão não esperou. Virou ela de costas, deitou por cima e meteu tudo de uma vez. Helena gritou de prazer, unhas cravadas nas costas dele. Ele fodia com força bruta, os seios dela pulando, enquanto o quarto cara se ajoelhou ao lado e enfiou o pau na boca dela.

Maurício não aguentou mais. Levantou, aproximou-se da cama e gozou forte, esporrando no rosto da esposa enquanto ela era comida pelo negão. Helena lambeu tudo que conseguiu, olhos cheios de tesão.

O negão gozou por último, enchendo ela mais uma vez. Quando saiu, Helena ficou deitada de bruços na cama, pernas abertas, buceta inchada e escorrendo porra de quatro caras diferentes. O corpo tremendo, sorriso satisfeito no rosto.

Maurício subiu na cama, beijou a boca dela devagar, sentindo gosto de porra alheia. Depois desceu, abriu as pernas dela e começou a lamber tudo: a mistura de sêmen escorrendo, a buceta inchada, o cu que ainda pulsava.

Helena segurou a cabeça dele, gemendo baixinho:

— Isso, meu corno… limpa tudo… prova o quanto eu fui puta hoje…

Quando ele terminou, os dois desceram pro bar, ela ainda com o vestido amassado, pernas tremendo, porra escorrendo pela coxa por baixo da calcinha. No carro, no caminho pra casa, ela sentou no colo dele (motorista automático ligado) e sussurrou:

— Amanhã a gente volta. Mas dessa vez eu quero o dark room… sem ver os rostos… só paus e mãos me usando enquanto você filma tudo.

Maurício mordeu o pescoço dela e respondeu:

— Combinado, amor. E depois você senta na minha cara em casa… toda cheia… e me conta quantos gozaram dentro da minha mulher.

E assim, a noite em São Paulo mal tinha começado pra eles. A casa de swing virou o novo playground favorito do casal. E o corno Maurício nunca foi tão feliz.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


255677 - Adoro ser corno - Categoria: Traição/Corno - Votos: 8
253674 - Como virei corno - Categoria: Cuckold - Votos: 50

Ficha do conto

Foto Perfil corno-feliz
corno-feliz

Nome do conto:
Corno em público

Codigo do conto:
259246

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
12/04/2026

Quant.de Votos:
3

Quant.de Fotos:
0