"E se fôssemos para um lugar mais... reservado?", ela sussurrou no meu ouvido, com aquela voz rouca que me fazia sentir um calor danado. Eu, não sendo boba, entrei na brincadeira: "E o seu carro?". A astuta raposa não hesitou. Nos despedimos rapidamente, como se nada tivesse acontecido, e saímos para a rua, onde o carro dela estava estacionado naquela esquina mal iluminada, perfeito para o que estávamos prestes a fazer.
No instante em que fechamos as portas, já estávamos uma em cima da outra. Seus lábios tinham gosto de tequila e cigarro, mas isso só me excitou ainda mais. Enfiei minha língua na boca dela como se fosse minha última noite na Terra, e ela respondeu com gemidos que me deixaram instantaneamente molhada. "Quero te provar", disse ela, descendo até meu pescoço, depois até meus seios, e foi aí que eu soube que jamais esqueceria aquela noite.
Ela desabotoou meu sutiã com uma mão enquanto com a outra já me tocava por cima da calça. "Ai, você é tão gostosa, gata", disse ela, e tudo o que eu consegui dizer foi: "Então me chupa, sua vadia!" E como ela chupou! Ela me fez um oral como uma profissional, puxou minha calcinha para o lado e enfiou a língua em mim como se a vida dela dependesse disso. Uau! A vadia sabia o que estava fazendo: devagar no começo, como se estivesse me saboreando, e depois mais rápido, mais forte, até que agarrou meus quadris e me empurrou contra o banco.
Eu estava gemendo feito louca, tentando não fazer muito barulho, mas era impossível. Cada vez que a língua dela me roçava, eu sentia que ia gozar. "Calma aí, vadiazinha", eu disse, mas ela só me lançou aquele olhar de "cala a boca e aproveita". E então... bam! Ela enfiou um dedo no meu cu sem aviso. MEU DEUS! Eu quase gozei ali mesmo.
"Você gosta, não é?" ele perguntou, enquanto continuava me chupando como se fosse seu último café da manhã. Eu só conseguia acenar com a cabeça, porque não conseguia falar, apenas gemer como uma cadela no cio. Senti seus dedos dentro de mim, um na minha vagina, o outro no meu ânus, e sua língua fazendo maravilhas. Era demais, mas eu não queria que ele parasse.
Passaram-se uns quinze minutos, mas pareceram horas. O carro estava cheio dos nossos gemidos, o vidro embaçado, e lá estava eu, suando como se tivesse corrido uma maratona. Até que não aguentei mais. "Vou gozar, sua filha da puta", avisei, mas ela não parou. Pelo contrário, enfiou os dedos mais fundo e me chupou como se quisesse sugar minha alma lá de dentro.
Quando cheguei ao orgasmo, foi tão intenso que até doeu. Gritei o nome dela (ou algo parecido, porque não me lembro direito), e ela só riu, limpando a boca como se tivesse acabado de comer a melhor refeição do mundo. "Você é tão gostoso", disse ela, e eu, ainda tremendo, só consegui responder: "E você é um tremendo filho da puta".
Arrumamos tudo rapidinho, como se nada tivesse acontecido, mas quando voltamos para a festa, não conseguíamos parar de nos olhar. Toda vez que ele passava por mim, sussurrava: "Vou te devorar de novo quando você quiser". E eu, sendo a garota safada que sou, já estava pensando onde seria da próxima vez.




