Tratamos o preço e fomos para um motel em outra cidade, que eu gostava de frequentar.
No caminho, dentro do carro, conversávamos como se fosse um velho cliente. E me me cobria de carinhos, passando a mão no meu braço, nas minhas coxas e, de quando em quando, deslizando-a em direção ao meu pau, que continuava duro.
Mais adiante, novos carinhos… E toda vez que encostava no pau, por cima da calça, soltava um gritinho de ‘hui… Que gostoso, querido’ !
Eu estava louquinho de tesão quando chegamos ao motel e entramos no quarto, onde já estivera tantas outras vezes acompanhado por garotas… Mas agora estava com um travesti… E com desejo dele.
Me despi… E pedi que me deixasse despí-lo. Ele aceitou.
Eu então, depois de um beijo de língua muito sensacional, comecei desabotoando sua blusa para revelar aqueles lindos e pequenos seios siliconados. Caí de boca naqueles biquinhos entumecidos. Suguei-os, comprimindo-os e chupando-os com muita vontade.
Ele pegou minhas mãos e levou-as à cintura dele para descer-lhe as calças.
Uma calcinha vermelha, bem agarradinha, tipo fio dental, então desabrochou na minha cara. E bem dobradinho, quase escondido no meio das pernas, lá estava o caralho dele, apertado pela calcinha.
Me perguntou então se eu era passivo. Quando lhe respondi que era apenas ativo, ele se fez de mais mulher ainda. Requebrou os quadrís, virou-se de costas, abaixou-se para mostrar sua bundona gostosa.
E agarrou meu pau, enfiando-o todinho naquela boca deliciosa.
Mordiscou a cabeça, lambeu, cuspiu, sugou, abocanhou as bolas, massageou o saco…
Então, decidimos tomar um banho na hidro.
Foi lá onde tirei sua calcinha. Ele parecia sem graça, um pouco tímido, querendo esconder.
Dei-lhe muitos beijos, trocamos muitos abraços e carícias… e resolvi, pela primeira vez na minha vida, acariciar o pau de um homem, retribuindo os carinhos que recebia no meu.
Ele era todo depilado… E à medida que acariciava o seu saco e suas bolas, seu pau ficava também voraz, crescido, duro. Comecei a bater uma punheta nele, enquanto perguntava e me respondia sobre sua escolha de vida.
Dali, fomos para a cama.
As mãos dele me massageavam o corpo inteiro e sua boca não largava o meu caralho.
Sugava, apertava, mamava, enterrava-o na boca seguidamente.
Eu lhe pedi o cu… E ele prontamente obedeceu, virando-se e me oferecendo.
Passei a língua demoradamente, beijei-o muitas vezes, apalpava sua bunda… E ele se retorcia todo e me pedia para fodê-lo bem gostoso.
Ele beijou meu caralho, colocou a camisinha e deu-me uma ordem : “agora mete ! mete gostoso, meu macho ! come… Eu te dou o meu cuzinho ! vem… FODE !
Eu obedeci a ordem.
Encostei a cabeça em braza do pau naquele buraquinho tão lindo e enfiei com vontade.
Ele deu um grito de prazer ! E se entregou por completo, arrebitando sua bunda deliciosa.
Eu soquei, soquei com força, pois estava com grande desejo.
Era a primeira vez que comia o cu de um viado… E achei muito delicioso.
Enquanto socava, ele soltava gemidos e pedia mais.
Peguei uma das mãos e seguei o caralho dele, que estava duro também.
Enquanto socava, batia uma punheta nele.
Que viadinho gostoso, que cuzinho apertado…
Ele rebolava muito no meu pau e me pedia sempre mais.
Disse que gostou de mim e queria se entregar como nunca tinha feito. E foi isso o que senti.
Que foda deliciosa – quase impossível descrever !
Na verdade, nenhuma mulher tratou tanto do meu pau como aquele viado estava fazendo.
Que cu gostoso… Que tratamento vip !
Gozei abundantemente naquele cuzinho, enchendo a camisinha de porra.
Ele tirou-a e voltou a mamar gostosamente.
Como retribuição, deitei-o na cama, pedi que relaxasse e passei a acariciar o seu cacete, batendo uma punheta, até que ele também gozou e sua porra quente escorreu nas minhas mãos. .
Tive muita vontade de chupar o seu pau, que já estava ali na minha frente… Mas resisti à tentação, por machismo.
Para falar a verdade, tive até vontade de dar o meu cu pra ele me comer também..
Se tivesse feito, não estaria hoje tão arrependido.
Voltei a procurá-lo outras vezes.
Mas ele desapareceu…
E fiquei aqui com esse grande desejo : de comê-lo de novo e de me entregar pra ele.
Quando penso nele e na nossa deliciosa transa, bato uma punheta relembrando e oferecendo o leitinho pra ele.
Quero ele de novo.




