Surpresa deliciosa



"Você sempre teve esse hábito de prender a respiração quando chega no limite", ela sussurrou, a voz abafada pelo tecido pesado do edredom.

Ricardo não questionou a frase. Na penumbra do quarto, com o corpo mergulhado no calor sufocante das cobertas, a única coisa que importava era a sensação elétrica de mãos pequenas, porém firmes, guiando seu membro. Ele acreditava que Marina, sua namorada, tivesse decidido surpreendê-lo com aquela investida silenciosa, quase furtiva. O prazer era visceral, um vácuo quente que sugava sua sanidade enquanto ele fechava os olhos, entregando-se ao ritmo frenético daquela boca que conhecia exatamente onde pressionar.

O êxtase foi súbito e avassalador. Quando Ricardo finalmente soltou um gemido longo, sentindo o espasmo final, ele afastou o cobertor para beijar a mulher que o fizera delirar.

O choque foi um impacto físico. A luz do abajur revelou não Marina, mas Alice, sua filha de vinte anos. Ela não recuou; pelo contrário, manteve um olhar predatório, um sorriso de quem acabara de cruzar uma linha sem volta.

— O que... Alice, o que você fez? — ele arquejou, o coração martelando contra as costelas.

— Eu vi como você me olhava, pai. Vi como seus olhos desciam por mim nos últimos meses. Achei que fosse hora de pararmos de mentir para nós mesmos.

O horror inicial de Ricardo foi rapidamente substituído por uma tensão elétrica que ele não conseguia ignorar. O desejo, aquele tabu que ele havia enterrado sob camadas de moralidade, emergiu como um monstro faminto. A atmosfera no quarto mudou; o ar tornou-se denso, carregado de uma luxúria proibida.
Ele não a afastou. Em vez disso, a gravidade do momento o puxou para ela. A transgressão tornou-se o combustível. Ricardo a agarrou pela cintura, puxando-a para cima de si. Alice soltou um gemido agudo, as pernas envolvendo o quadril do pai, enquanto ele a explorava com uma urgência desesperada.

A primeira penetração foi profunda, um encontro bruto de peles que não deveriam se tocar daquela forma. Alice arqueava as costas, os olhos revirados, sentindo cada centímetro dele preencher seu vazio. O sexo era urgente, quase violento, movido pela adrenalina do pecado. Ele a enterrava em si mesma, buscando a profundidade máxima, enquanto ela clamava por mais, as unhas cravando-se nos ombros dele.

Mas a determinação de Alice ia além. Ela queria a entrega total, a marca definitiva da posse.

— Por trás, pai... eu quero sentir tudo. — ela sussurrou, virando-se e posicionando-se de quatro na cama, expondo a curva perfeita de seus glúteos.

Ricardo sentiu a garganta secar. Ele sabia que aquele território era intocado. Com a mão trêmula, ele preparou a entrada estreita e rosada, sentindo a resistência inicial. Quando ele empurrou, Alice soltou um grito abafado no travesseiro, um misto de dor e prazer absoluto. O cú virgem cedeu lentamente, abrindo-se para acomodar a força bruta de seu pai.
A enrabadela foi implacável. Ricardo a segurava pelos quadris, golpeando-a com estocadas profundas que ecoavam no silêncio da noite. Cada impacto era um selo de propriedade, transformando a relação de pai e filha em algo visceralmente carnal. Alice chorava e gemia, sentindo a plenitude daquele ato proibido preencher cada espaço de seu corpo, enquanto a pressão profunda no reto a levava a orgasmos sucessivos e violentos.

Quando o sol começou a despontar no horizonte, eles ainda estavam entrelaçados, exaustos e marcados. O silêncio que se seguiu não era de arrependimento, mas de reconhecimento. A dinâmica da casa jamais seria a mesma; o segredo agora era o alicerce de um novo e perigoso vínculo. Eles haviam destruído a norma para construir um paraíso particular, feito de desejo, suor e a doce transgressão do incesto.
A porta do quarto rangeu, um som quase imperceptível que cortou o silêncio pesado como uma navalha.

— Ricardo? Você já acordou? — a voz de Marina ecoou do corredor, acompanhada pelo som rítmico de seus passos aproximando-se.

O pânico foi instantâneo. O corpo de Ricardo reagiu antes mesmo de sua mente processar a situação; ele saltou da cama, a pele ainda quente e úmida, enquanto Alice, com a agilidade de quem já havia planejado a fuga, deslizou para baixo do edredom, camuflando-se na penumbra.

Marina entrou no quarto com uma xícara de café na mão, a expressão serena de quem ignorava que, minutos antes, aquele mesmo espaço fora palco de uma profanação. Ela parou ao lado da cama, notando a respiração ofegante do marido e o desalinho caótico dos lençóis.

— Você parece ter tido um pesadelo — comentou ela, franzindo a testa enquanto depositava a xícara no criado-mudo. — Ou foi um sonho muito intenso.

Ricardo sentiu o peso do olhar de Marina, mas, ao olhar para baixo, viu a ponta de um pé delicado escapando do edredom. Alice não estava apenas escondida; ela estava observando. Por baixo do tecido, ela moveu a perna, roçando deliberadamente na panturrilha dele. O toque foi um choque elétrico que fez o membro de Ricardo pulsar novamente, mesmo sob o escrutínio da esposa.
Eu... eu só não dormi bem — mentiu ele, a voz rouca, sentindo o prazer masoquista de estar a centímetros de sua filha enquanto a esposa sorria para ele.

Marina inclinou-se para beijá-lo, um gesto carinhoso e rotineiro. Enquanto os lábios da esposa tocavam os seus, Ricardo sentiu a mão de Alice, oculta sob as cobertas, deslizar por sua coxa, subindo com ousadia até encontrar a base de seu sexo, apertando-o com força.

Ele soltou um suspiro brusco contra a boca de Marina.

— Está tudo bem? —

Marina recuou ligeiramente, seus olhos estreitados por uma centelha de suspeita. O silêncio da manhã era interrompido apenas pelo som da respiração descompassada de Ricardo. Foi então que o edredom se moveu. Não foi um movimento sutil; Alice, movida por uma audácia quase cruel, empurrou o tecido para cima com a cabeça, revelando seus cabelos desalinhados e os olhos brilhando com a adrenalina da transgressão.

Marina congelou. O olhar dela desceu do rosto da filha para o corpo nu de Ricardo, que ainda exibia as marcas vermelhas das unhas de Alice nos ombros. A peça do quebra-cabeça se encaixou com a violência de um acidente de carro.

— O que... o que é isso? — A voz de Marina falhou, transformando-se em um fio. Ela olhou para a filha, depois para o marido, a compreensão surgindo como uma onda fria. — Vocês... vocês fizeram isso? No nosso quarto? Com a minha enteada?

O choque foi visceral. Marina deu um passo para trás, a xícara de café esquecida no criado-mudo, a mente girando em um vórtice de traição e nojo. Ela sentiu o mundo desmoronar, a estrutura moral de sua vida quebrando em mil pedaços enquanto Alice sorria, ainda semi-nua, sem qualquer sinal de remorso.

Ricardo, vendo a esposa entrar em colapso, agiu rápido. Ele não pediu perdão; ele ofereceu uma verdade alternativa, visceral e sedutora. Ele se aproximou dela, envolvendo-a com seus braços, sentindo o tremor do corpo de Marina.

— Marina, olhe para mim — ele sussurrou, a voz grave, carregada de uma urgência hipnótica. — Não tente medir isso com a régua dos outros. Lembre-se de onde você veio. Lembre-se das histórias que sua avó contava sobre a linhagem da sua família, sobre os segredos guardados nos casarões do interior, sobre como o sangue dos seus antepassados sempre buscou o prazer onde ele era proibido.
Marina piscou, a memória ancestral sendo evocada. Ricardo sabia tocar nos pontos cegos da psique dela, lembrando-a de que a "pureza" da família dela era, na verdade, uma fachada para gerações de luxúrias clandestinas e uniões que a igreja condenaria.

— Você não é diferente deles, Marina — continuou Ricardo, beijando a curva do pescoço dela. — Esse choque que você sente... não é apenas horror. É reconhecimento. É o desejo despertando.

A tensão no quarto mudou. O horror começou a se fundir com a curiosidade, e a curiosidade com a luxúria. Marina olhou para Alice, que agora se sentava na cama, as pernas abertas, exibindo a intimidade ainda úmida do encontro com o pai. A visão era hipnótica. A proibição, em vez de afastar Marina, começou a atraí-la como um ímã.

As semanas seguintes foram uma descida deliberada ao caos erótico. Ricardo e Alice não se limitaram mais ao sigilo; eles transformaram a casa em um santuário de excessos. A relação entre pai e filha tornou-se a espinha dorsal de uma tensão constante: fodas intensas em qualquer lugar — na mesa da cozinha, no sofá da sala, nos corredores — onde a loucura do incesto era alimentada por uma fome insaciável. Ricardo explorava cada orifício de Alice com uma brutalidade possessiva, enquanto ela se entregava a ele com a voracidade de quem queria consumir a própria essência do pai.

Marina, inicialmente a observadora, foi lentamente consumida por esse vórtice. Ela começou a participar, primeiro com beijos, depois com carícias, até que a barreira da moralidade fosse completamente aniquilada.

A culminação aconteceu em uma tarde chuvosa, quando o desejo transbordou. Ricardo e Alice estavam em um embate frenético no centro da cama, os corpos suados deslizando um no outro. Marina observava a cena, a respiração curta, sentindo a própria intimidade pulsar.
Ela não esperou por um convite. Marina subiu na cama, deslizando para a posição oposta à de Alice. Em um movimento fluido e surpreendente, ela se posicionou, invertendo os corpos.

Alice soltou um grito de surpresa que logo se transformou em um gemido de prazer absoluto quando sentiu a língua de Marina encontrar seu clitóris com precisão cirúrgica. Ao mesmo tempo, Ricardo, posicionado atrás de Marina, penetrou-

— a profundidade de sua esposa, enquanto suas mãos apertavam com força os seios de Alice, que agora arqueava as costas, recebendo o prazer duplo.

O quarto tornou-se um epicentro de carnes entrelaçadas, um nó humano onde as fronteiras entre pai, filha e esposa se dissolviam. Ricardo era o eixo central, o motor que impulsionava aquele ritmo frenético. Ele sentia a pressão quente de Marina em seus testículos enquanto a penetrava, e ao mesmo tempo, sentia o rosto de Alice colado ao seu, os lábios da filha buscando os seus em beijos que sabiam a suor e a pecado.

— Olhem para nós... — Alice gemeu, a voz embargada enquanto a língua de Marina a levava ao limite. — Olhem para o que nós somos agora.

A cena era de uma beleza grotesca e absoluta. Marina, entregue ao êxtase, não era mais a esposa moralista, mas uma cúmplice do delírio. Ela movia os quadris em sincronia com a filha, criando um movimento ondulante que sugava Ricardo para dentro de um vácuo de prazer. Ele sentia o corpo de Marina estremecer sob ele, enquanto Alice, em um espasmo violento, agarrava-se ao seu braço, gritando o nome do pai enquanto atingia um orgasmo que parecia rasgar a realidade.

Ricardo não aguentou a pressão. O clímax veio como uma explosão, um jato de vida e transgressão que inundou Marina, enquanto ele desabava sobre as duas, exausto, mergulhado no aroma inebriante de sexo e cumplicidade.

O silêncio que se seguiu foi preenchido apenas pelo som da chuva batendo contra a janela, isolando-os do resto do mundo. Eles permaneceram ali, um emaranhado de membros e respirações pesadas, sentindo o peso daquela nova verdade.

Não havia mais espaço para a vergonha. A vergonha exigia um público, e eles haviam decidido que o mundo exterior não existia mais. A partir daquele momento, a casa tornou-se um território soberano, regido por leis próprias, onde a única regra era a satisfação do desejo, independentemente de quem o provocasse.

Marina levantou o olhar para Ricardo e depois para Alice. Havia um brilho novo em seus olhos, uma malícia que ela nunca soubera que possuía. Ela estendeu a mão e acariciou a bochecha da enteada, um gesto que começou como carinho e terminou com um beijo lento e possessivo nos lábios da jovem.

— Acho que deveríamos experimentar outras posições — Marina sussurrou, a voz agora carregada de uma autoridade carnal. — O dia ainda é longo, e nós três temos muito o que explorar.
Ricardo sorriu, sentindo a luxúria despertar novamente. Ele sabia que aquela era a semente de algo irreversível. Eles haviam queimado as pontes com a normalidade e, nas cinzas, haviam construído um império de prazer proibido, onde cada toque era um crime e cada gemido era a celebração de sua própria perdição.

Foto 1 do Conto erotico: Surpresa deliciosa

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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
Surpresa deliciosa

Codigo do conto:
267986

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
23/07/2026

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
5