A Pastora do Cu Quente

A Pastora do Cu Quente

O primeiro beijo não aconteceu na cama, mas sim no corredor do hotel, num beijo roubado que cheirava a gloss de cereja e pecado. Quando Marlene me puxou para o quarto no quarto dia do treinamento, ela não era mais a gestora comercial ou a pastora recatada; ela era um vulcão esperando para entrar em erupção.

Assim que a porta bateu, ela me prensou contra a madeira. O vestido branco, que parecia angelical, contrastava com a lingerie de renda vermelha que eu já conseguia imaginar sob o tecido.

— Você não tem ideia do quanto eu desejei que você me olhasse desse jeito desde o primeiro dia, moço bonito — ela sussurrou, a voz rouca, colando os lábios nos meus.

O beijo foi voraz, uma troca de línguas profunda, úmida, carregada de toda a luxúria que ela reprimia durante as pregações de domingo. Minhas mãos desceram pelas curvas do corpo dela, apertando a bunda firme, enquanto sentia o calor emanando de sua pele.

— Você é deliciosa, Marlene... essa pose de santinha me deixa louco — eu disse, mordendo o lábio inferior dela.
— Então tira essa pose de mim agora, seu safado — ela respondeu, soltando um gemido baixo que vibrou no meu peito.

Ela me empurrou para a cama e, com uma agilidade que me surpreendeu, ajoelhou-se entre minhas pernas. Marlene não perdeu tempo. Com as mãos trêmulas de desejo, ela abriu minha calça e libertou meu pau, que latejava de tesão. Ela olhou para mim com aqueles olhos verdes brilhando de malícia e, sem aviso, envolveu a cabeça da minha rola com a língua, circulando a ponta com uma lentidão torturante antes de sugar tudo profundamente.

O boquete era profissional, mas carregado de fome. Ela mamava com vontade, os lábios apertados, fazendo sons de sucção que me faziam arquear as costas. Eu acariciava os cabelos loiros dela, sentindo a garganta de Marlene se contrair ao redor de mim.

— Deus me perdoe, mas eu sou louca por essa pica — ela murmurou, retirando-se por um segundo para olhar para mim, babando, antes de voltar a chupar com ainda mais intensidade.

Eu não aguentei. Puxei-a para cima, tirei o sutiã e vi seus seios médios, com os bicos eretos e rosados, implorando por atenção. Eu me dediquei a eles, lambendo cada centímetro, sugando seus mamilos enquanto minha mão descia para a calcinha vermelha, que já estava encharcada.
— Você está tão molhada, sua putinha... — sussurrei no ouvido dela.

— Me come, me xinga... me faz sentir que eu não sou a pastora agora — ela implorou, arqueando as costas.

Eu a virei de costas, expondo aquele rabo rosado e apertadinho. Comecei a lamber o clitóris dela com movimentos circulares, sentindo o líquido quente escorrer por minhas coxas. Eu subia a língua, explorando a entrada da buceta e, logo em seguida, dava delicadas chupadas no cuzinho dela, sentindo a musculatura contrair sob a minha língua.

— Ahhh! Assim... continua, me lambe toda, me deixa louca! — ela gemia, as mãos apertando os lençóis.

Eu usei os dedos para abrir a entrada do cu dela, enquanto minha língua trabalhava freneticamente na xaninha. Quando senti que ela estava no limite, posicionei meu pau, duro e latejante, na entrada da buceta.

— Abre as pernas para mim, vadia. Quero ver você gozar enquanto eu te fodo.

Enfiei com força, um soco profundo que a fez gritar. O ritmo era constante, visceral. Eu a segurava pelo pescoço, beijando-a com luxúria, enquanto socava minha pica nela. A cada estocada, o som da carne batendo ecoava no quarto.
— Você gosta, né, sua crente do cu quente? Gosta de sentir esse pau te rasgando? — eu perguntava, aumentando a velocidade.

— Sim! Ahhh, sim! Me fode, me chama de puta, me faz esquecer de tudo!

No auge do prazer, mudei a posição. Coloquei-a de quatro ,com as mãos dela espalmadas no colchão e o rosto enterrado no travesseiro para abafar os gritos que poderiam alertar qualquer colega de treinamento no corredor. Naquela posição, a visão era hipnotizante: a curva acentuada da lombar dela terminando naquele rabo rosado e pulsante, que parecia convidar para ser explorado.

Marlene não era apenas molhada; ela estava em chamas. O suor brilhava em sua pele clara, e o cheiro de sexo misturava-se ao perfume caro que ela usava para as reuniões de diretoria.

— Olha para trás, Marlene. Olha para onde você está sendo fodida — ordenei, a voz grave, enquanto segurava seus quadris com força, deixando as marcas dos meus dedos na pele macia.

Ela girou o pescoço, os olhos semicerrados e nublados de tesão, vendo meu pau deslizar para dentro e para fora dela, levando consigo o líquido translúcido que lubrificava cada estocada.

— Eu nunca... ahhh... nunca senti algo tão grande... — ela arquejou, a respiração curta.

— Você quer mais? Quer sentir onde termina o limite? — perguntei, sentindo a pressão aumentar.

— Quero... eu quero tudo... me usa inteira!
Lembrei-me da promessa implícita naquele olhar de "santa pecadora". Mudei levemente o ângulo, sentindo a proximidade do orifício posterior. Com a mão esquerda, apliquei um pouco mais de lubrificante natural dela, massageando a entrada do cu com o polegar até que ela desse um sobressalto, um gemido agudo que morreu na garganta.

— Você não me disse que gostava aqui, Pastora — provoquei, deslizando a ponta da glande na borda do anel apertado.

— Não... não diga nada... apenas faça!

Não precisei de segunda ordem. Empurrei com lentidão, sentindo a resistência inicial da musculatura dela, que lutava contra a invasão, mas logo cedia ao calor do desejo. O aperto era surreal, como se o corpo dela estivesse tentando me engolir. Marlene soltou um grito abafado, as unhas cravando nos lençóis, enquanto eu preenchia aquele espaço proibido.

O ritmo mudou. Agora era visceral. Eu alternava entre a buceta e o cu, mudando o foco do prazer com movimentos precisos. A cada vez que eu entrava no rabo dela, Marlene soltava um som gutural, uma mistura de dor e êxtase que a despojava de qualquer resquício de compostura.
— Você é minha agora, Marlene. Aqui não tem púlpito, não tem congregação... só tem você e esse pau te rasgando — eu sussurrei, acelerando as estocadas, sentindo que ela estava no ápice.

— Oh meu Deus... eu estou... eu estou indo! Ahhh!

O corpo dela começou a tremer violentamente. As paredes vaginais e anais se contraíram em espasmos frenéticos, apertando meu pau com uma força descomunal. Senti a onda de orgasmo dela me puxando para baixo, e não consegui mais me segurar.

Com um último impulso profundo, sotei toda a minha carga dentro dela, sentindo cada latejo do meu gozo preencher o calor interno daquela mulher.

Ficamos ali, ofegantes, o silêncio do quarto preenchido apenas pelo som da respiração pesada. Marlene desabou no colchão, as pernas abertas, o corpo relaxado e o olhar perdido no teto.

Ela sorriu, um sorriso malicioso, enquanto sentia o líquido quente escorrer por suas coxas.

— Amanhã, no café da manhã... — ela começou, a voz ainda rouca.

— O que foi? — perguntei, beijando seu ombro.
— Você vai ter que me ajudar a escolher a roupa. Porque, depois disso, acho que não vou conseguir caminhar direito até o altar no domingo.

Foram duas noites incríveis... mas a segunda noite foi onde a "Pastora" realmente desceu ao inferno para encontrar o paraíso. Se na primeira noite houve a descoberta, na segunda houve a entrega total à depravação.

Acordamos no terceiro dia com o sol mal despontando no horizonte, mas o clima no quarto do hotel era de tempestade elétrica. Marlene não queria café, não queria conversa sobre as metas de vendas do trimestre e, definitivamente, não queria a roupa de santa. Ela me esperou no banho, de joelhos, com a água quente escorrendo pelas costas e o olhar de quem queria ser devastada.

— Ontem você me mostrou o caminho... hoje eu quero que você me leve ao limite — ela sussurrou, a voz carregada de uma luxúria que beirava a obsessão.

Desta vez, não houve preliminares lentas. O desejo era urgente, quase violento. Eu a joguei contra a parede do banheiro, as pernas dela envoltas na minha cintura, sentindo o calor úmido da buceta dela contra a minha pele. Mas Marlene não queria apenas o óbvio. Enquanto eu a beijava com fome, ela deslizou a mão para trás, guiando meu pau, que já pulsava, em direção ao seu rabo.
— De novo... — ela implorou, a respiração curta. — Mas agora não para. Não tenha pena de mim.

Eu a virei, jogando-a sobre a bancada de mármore frio do banheiro, que contrastava com o fogo da pele dela. A posição era perfeita: pernas abertas, corpo arqueado e aquele cu rosado, já relaxado pela noite anterior, pulsando como um convite.

Eu não usei lubrificante desta vez; o próprio tesão dela, misturado ao suor, era o suficiente. Quando enfiei a cabeça do meu pau, ela soltou um grito que ecoou pelos azulejos.

— Isso! Mete! Mete mais! — ela gritava, a voz agora desprovida de qualquer recato. — Arregaça esse cuzinho, me fode como se eu fosse a puta que eu sou escondida!

O ritmo tornou-se frenético. A cada estocada profunda, o som da pele batendo na pele era como um metrônomo de prazer. Marlene estava em transe, a cabeça jogada para trás, os olhos revirando enquanto sentia meu pau preencher cada milímetro daquele canal apertado. Ela não era mais a gestora, nem a guia espiritual; ela era apenas carne e desejo.

— Enche de porra! — ela gemia, as mãos apertando as bordas da bancada com tanta força que os nós dos dedos estavam brancos. — Me enche inteira, me marca por dentro!

Eu acelerava, sentindo o aperto visceral do cu dela, que parecia sugar meu pau a cada movimento. Eu a segurava pelos cabelos, puxando-a para trás para que pudesse sentir cada centímetro da minha pica rasgando a resistência dela. O prazer era tão intenso que beirava a dor, e era exatamente isso que ela queria.

— Você gosta de ser fodida assim, né, Marlene? De sentir o pau no lugar proibido? — eu rosnava, sentindo o ápice chegar.

— Ahhh! Gosto! Me destrói! Me usa!

No momento final, eu a prensei contra o mármore, enterrando-me o mais profundo que podia. Senti as paredes do cu dela contraírem em espasmos violentos, sugando-me para dentro enquanto eu soltava um rugido, despejando toda a minha carga quente dentro dela, em jatos potentes que a fizeram arquear as costas e gritar o nome de Deus, mas não em oração.
Ficamos ali, colados, o suor nos unindo, enquanto o silêncio voltava a reinar no quarto, interrompido apenas pelos gemidos baixos de satisfação dela.

Marlene se virou devagar, o rosto vermelho, os lábios inchados e um sorriso de quem tinha acabado de cometer o pecado mais delicioso da sua vida.

— Sabe de uma coisa? — ela sussurrou, lambendo os lábios. — O treinamento acaba amanhã, mas eu acho que vou precisar de muitas mais "aulas" com você.

Foto 1 do Conto erotico: A Pastora do Cu Quente

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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
A Pastora do Cu Quente

Codigo do conto:
271624

Categoria:
Coroas

Data da Publicação:
06/09/2026

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