A minha Sorte de Ter Dois Novinhos Comendo a Minha Buceta

"Seu marido vai chegar e pegar a gente aqui dentro, Luiza. A gente tá fodendo a mulher do vizinho e ele tá trabalhando pra pagar a conta", sussurrou Pedro, com a voz rouca, enquanto deslizava a língua pela curva do meu pescoço.

Eu soltei um gemido que ecoou pelo quarto, sentindo o corpo vibrar. Eu não estava nem aí para o meu marido; a única coisa que importava era que eu estava sentindo dois paus quentes e urgentes disputando cada centímetro da minha pele.

Tudo começou com aquele gato maldito no quintal, mas a verdade é que eu já estava com o rabo pegando fogo há meses. Quando vi aqueles dois garotos, com aquela pele lisa e a energia de quem tem o vigor do mundo no saco, eu soube que não queria apenas agradecer a ajuda. Eu queria ser devorada.

— Cala a boca e me come, Pedro! — respondi, puxando-o pela nuca e selando nossos lábios em um beijo de língua profundo, úmido, sentindo a saliva se misturar enquanto eu sentia o corpo do Otávio, o mais novo, pressionado contra as minhas costas.

Eu me livrei da camisola num movimento só. Fiquei nua, sentindo o ar gelado de Santa Catarina bater na minha pele quente. Os dois travaram por um segundo, os olhos arregalados, devorando cada curva do meu corpo de 39 anos.

A gente entrou num 69 frenético. Eu me virei, sentindo a língua do Otávio explorar minha buceta com uma vontade animal, lambendo cada dobra, sugando meu clitóris até eu quase desmaiar de prazer. Ao mesmo tempo, eu me encarregava de deixar o Pedro louco, sugando a ponta do pau dele com luxúria.

— Agora, porra, eu quero ver essa bunda de quatro! — ordenou Pedro.

Eu obedeci na hora. Me apoiei nos cotovelos, sentindo o colchão frio sob meus joelhos, enquanto eles me cercavam. O Otávio não perdeu tempo: ajoelhou-se atrás de mim e começou a lamber meu cuzinho, a língua dele quente e insistente, me preparando para o que vinha a seguir. Eu gemia alto, sentindo a saliva dele lubrificar tudo.

— Quem é que vai abrir esse rabo primeiro? — perguntei, provocando.

— Nós dois, vadia! — responderam em coro.
Peguei o lubrificante e lambuzei tudo. O clima estava elétrico. Sentei com força na vara do Pedro, sentindo a buceta ser preenchida por aquela rola grossa que me fez ver estrelas. E então, senti a ponta do pau do Otávio tocando a entrada do meu cu.

— Vai... coloca essa porra dentro de mim! — gritei.

Ele empurrou devagar, e eu senti meu corpo se expandir. Foi intenso, profundo. A sensação de ter dois paus me preenchendo simultaneamente era algo que eu nunca imaginei ser tão gostoso. Eles começaram a meter e tirar em um ritmo frenético.

*Plac, plac, plac.*

O som da carne batendo na carne ecoava no quarto.

— Você é muito gostosa, Luiza! Que bucetinha apertada! — exclamou Otávio, acelerando as estocadas no meu cuzinho, enquanto o Pedro me socava na frente .
quanto ele segurava meus quadris com tanta força que eu sabia que deixaria marcas.

Eu estava no limite, sentindo o orgasmo subir como uma onda elétrica desde a ponta dos dedos até a base da espinha. Eu queria mais. Eu queria que eles me usassem até que não sobrasse nada.

— Não para... não ousa parar! — eu gritei, arqueando as costas e empurrando minha bunda com mais força contra o Otávio, sentindo o pau dele atingir o ponto exato que me fez perder o fôlego.

Num movimento coordenado, eles aceleraram. O som do impacto da pele se tornou um ritmo frenético, quase industrial. Eu sentia a lubrificação escorrendo pelas minhas coxas, o calor dos três corpos fundidos num suor pegajoso e visceral.

— Eu vou gozar! Eu vou gozar agora! — berrou o Otávio, a respiração ofegante, quase desesperada.
enchida e, acima de tudo, viva.

Enquanto eles se afastavam devagar, deixando o rastro de sêmen escorrer por entre minhas pernas, Pedro me olhou com um sorriso malicioso, limpando o canto da boca.

— Sabe de uma coisa, Luiza? — ele sussurrou, enquanto o Otávio já começava a se vestir, com os olhos ainda vidrados no meu corpo. — A gente volta amanhã. No mesmo horário.

Eu sorri, sentindo o peso delicioso do gozo deles dentro de mim, e olhei para o relógio. Meu marido chegaria em duas horas. Tempo mais do que suficiente para eu tomar um banho, fingir que nada aconteceu... e planejar como faria para que esses dois novinhos voltassem ainda mais famintos.
nho demorado, sentindo a água quente lavar os resíduos daquela orgia, dei um sorriso malicioso para o meu reflexo no espelho. Meu corpo estava marcado, meus mamilos sensíveis e minha mente completamente viciada naqueles dois.

Sempre que meu marido viaja a trabalho, eu tenho essa noite de prazer com os safados. O sexo com o Marcos tornou-se algo mecânico, quase burocrático, como pagar uma conta de luz. A rola dele já não me causava nenhum arrepio, e a frequência era tão baixa que eu mal lembrava do gosto. Agora, comparando a energia bruta e a fome insaciável do Pedro e do Otávio, eu já nem sinto falta da rola do meu marido.

Na verdade, eu comecei a torcer.
ossa vida... você viajando mais, tendo mais status...

Ele sorriu, inflado pelo ego, achando que eu estava preocupada com o nosso futuro financeiro.

— Você tem razão, Luiza. Vou me esforçar ao máximo. Se eu conseguir a promoção, vou ter que passar metade do mês fora, mas o salário compensa.

— Eu apoio totalmente, querido. Vá atrás do seu sonho — respondi, dando um beijo casto na bochecha dele, enquanto minha mente já imaginava a cena: a porta da frente batendo, o silêncio da casa e o toque do celular avisando que os novinhos já estavam no portão.

Enquanto ele fechava a mala e saía para o aeroporto, eu senti um frio na barriga que não era de saudade, mas de antecipação. Eu estava jogando o jogo perfeito: incentivando o marido a subir na vida para ter a liberdade de descer ao inferno do prazer com quem realmente sabia me fazer gritar.

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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
A minha Sorte de Ter Dois Novinhos Comendo a Minha Buceta

Codigo do conto:
271246

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
02/09/2026

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