— Bebe mais um pouco, Henrique. Você é um menino tão educado, tão... atento.
Aquela frase, dita com uma voz rouca e carregada de malícia, foi o gatilho. Eu não sabia que o vinho tinto estava manchando o estofado do sofá, nem que o aniversário do meu amigo estava começando sem mim. Naquele momento, a única coisa que importava era o peso do corpo de Rebeca sobre o meu e o perfume floral que emanava da pele dela, misturado ao cheiro do álcool.
Tudo aconteceu rápido. Um minuto estávamos conversando sobre a separação dela e o Otávio, e no outro, ela deslizou a mão por baixo da minha calça. Quando ela sentiu meu pau duro como uma pedra, ela soltou um risinho anasalado e sussurrou:
— Puta que pariu, que coisa enorme você tem aqui guardado...
Ela não perdeu tempo. Levantou aquele vestido curto, abriu as pernas e desceu com tudo, encaixando meu membro na buceta encharcada. Eu soltei um gemido alto, sentindo a pressão deliciosa daquela mulher de 42 anos me apertando.
— Puta, Rebeca... você tá me matando! — eu disse, enquanto minhas mãos apertavam aquelas coxas fartas.
— Cala a boca e fode a sua tia, seu safadinho — ela retrucou, rebolando com força, fazendo a gente quicar no sofá.
Eu não aguentei. Joguei ela no carpete da sala, com urgência. Comecei beijando-a com vontade, línguas se enrolando numa dança faminta. Desci para os seios dela; aqueles peitos redondinhos e perfeitos que eu sempre imaginei como seriam. Comecei a morder os mamilos, sugando com força enquanto ela arqueava as costas e soltava gemidos altos.
— Ah, porra, Henrique! Chupa meu peito, isso! — ela gritava, enterrando as unhas nos meus ombros.
Eu desci mais, lambendo a barriga dela até chegar naquela floresta morena. Abri as pernas dela e comecei a lamber o clitóris com intensidade, sentindo o gosto do desejo dela. Ela começou a tremer, quase gozando, quando eu decidi explorar mais. Virei ela de costas, sentindo aquela bunda espetacular na minha frente. Dei um beijo profundo no meio das nádegas e comecei a lamber o cuzinho dela, sentindo-a estremecer por inteiro.
— Caralho, você tá me deixando louco! — gritei, enquanto ela se entregava ao prazer.
Nós nos posicionamos em um 69 luxurioso no tapete. Enquanto eu devorava o clitóris e o cuzinho dela, ela descia a cabeça para o meu pau, fazendo um boquete delicioso, sugando cada centímetro, fazendo aquele barulho de sucção que me fazia ver estrelas.
— Agora eu quero sentir você dentro de mim, Henrique. Me fode com força, me fode como se eu fosse a sua puta! — ela pediu, já de quatro, com a bunda empinada para mim.
Eu não precisei de dois convites. Entrei nela com tudo, sentindo a buceta apertada e quente. Era um ritmo frenético, mete e tira constante, o som da carne batendo na carne ecoando na sala vazia. Mas o tesão estava tanto que eu quis mais. Passei o dedo no cuzinho dela, lubrificando com a própria secreção, e empurrei meu pau para aquele lugar apertado.
— Ai! Porra, é tão grande! — ela gritou, mas não pediu para parar. Pelo contrário: — Continua, caralho! Mete fundo nesse cuzinho!
Eu a fodi no anal com uma intensidade brutal, sentindo cada centímetro do meu pau preencher aquela passagem estreita. A sensação era surreal. Eu a pegava pelo cabelo, puxando a cabeça dela para trás enquanto martelava o cuzinho dela, alternando para a buceta, voltando para o cu, num ritmo de pura putaria.
— Goza em mim, Henrique! Goza tudo nessa coroa safada!
Eu não aguentei mais. Com um último estocada profunda, senti meu corpo inteiro tremer. Gozei como se fosse a primeira vez na vida, jorrando tudo dentro dela, enquanto ela também gozava, gritando meu nome e apertando meu pau com as paredes da vagina.
O silêncio que se seguiu foi interrompido apenas pela nossa respiração pesada, que ecoava como se estivéssemos correndo uma maratona. Ficamos ali, jogados no carpete, com o cheiro de sexo impregnando o ar. Rebeca soltou um suspiro longo, um sorriso satisfeito brincando nos lábios enquanto ela se recuperava.
Eu tentei recuperar o fôlego, sentindo meu coração batendo contra as costelas. Olhei para ela — os cabelos bagunçados, a maquiagem levemente borrada e aquele olhar de quem acabara de conquistar um território proibido.
— Você não tem ideia do quanto eu desejava isso, Henrique — ela sussurrou, a voz ainda mais rouca que antes. — Ver você crescendo na frente da minha casa esses anos todos... aquele jeito de menino educado que esconde esse animal.
Ela se levantou lentamente, com uma elegância felina, e começou a ajeitar o vestido, embora não fizesse questão de esconder as marcas vermelhas que meus dedos deixaram em suas coxas. Eu me sentei, sentindo a adrenalina baixar, mas o desejo ainda formigando.
— A gente não pode fazer isso aqui, Rebeca. O Otávio... se ele chega agora...
Ela soltou uma risada anasalada, aproximando-se de mim e deslizando a mão pelo meu peito, descendo lentamente até onde o volume ainda insistia em se fazer presente.
— O Otávio é um idiota que não sabe o que tem em casa. E ele não chega tão cedo. Mas sabe de uma coisa? — Ela inclinou o rosto, encostando os lábios nos meus. — Esse tapete é muito áspero. Eu tenho lençóis de seda no quarto que estão implorando para serem bagunçados por você.
Ela não esperou resposta. Pegou minha mão e me puxou, caminhando com um rebolado provocante em direção ao corredor. Enquanto entrávamos no quarto, ela parou na porta e olhou para trás, com um brilho malicioso nos olhos:
— E avisa ao seu amigo que a festa dele vai ter que esperar. Porque agora, você é meu brinquedinho particular.
Ao entrar no quarto, o cenário era ainda mais convidativo: luz baixa, um perfume suave de baunilha e uma cama imensa que parecia um convite ao pecado. Rebeca não perdeu tempo. Ela se jogou sobre os lençóis brancos, abrindo as pernas de forma escancarada e puxando-me para cima dela.
— Agora que você já sabe onde dói, Henrique... quero ver se você aguenta a segunda rodada.
Ela agarrou meu pescoço com força, trazendo meu rosto para o seu, e me beijou com uma fome renovada. A primeira vez tinha sido urgência, quase um acidente. Agora, com o tempo a nosso favor e a promessa de segredo, a luxúria se tornava calculista.
Eu desci para as pernas dela novamente, mas desta vez, com calma. Comecei a beijar cada centímetro daquelas pernas torneadas, subindo lentamente, sentindo a pele macia e quente. Quando cheguei ao clitóris, que ainda pulsava do orgasmo anterior, comecei a lamber com movimentos circulares, lentos, torturando-a.
— Ah... assim... não para, por favor — ela gemia, arqueando as costas, as mãos agarrando os lençóis com força.
Eu sabia que ela estava no limite. Quando ela começou a tremer, eu mudei a estratégia. Usei a língua para explorar cada dobra, alternando entre a vagina e o ânus, provocando-a até que ela não aguentasse mais e gritasse:
— Entra, Henrique! Porra, entra agora!
Eu a peguei pelas cinturas e a enterrei no colchão, sentindo a sucção imediata. O sexo agora era mais profundo, mais deliberado. Cada estocada era acompanhada por um estalo seco da pele, um ritmo que parecia coreografado pelo desejo.
— Você é meu, entendeu? — ela sussurrava entre gemidos. — Meu segredinho mais gostoso.
Nós nos perdemos naquela entrega, esquecendo do mundo lá fora, dos compromissos e dos riscos. Naquele quarto, a única lei que importava era a do prazer bruto, e nós estávamos dispostos a quebrar todas as outras.




