— Se a minha namorada descobre que eu estou aqui, ela me mata. Mas, puta que pariu, olhar para esses peitos faz eu esquecer até meu próprio nome.
Eu disse isso enquanto Rebecca ria, aquele riso gostoso de quem sabe exatamente o poder que tem. Estávamos sentados no sofá, a chuva castigando o telhado da casa dela no interior de Portugal, criando aquele clima de isolamento perfeito. O treino tinha acabado, mas o suor ainda brilhava na pele dela, e o cheiro de hormônio e perfume doce me deixava zonzo.
— Para de ser covarde, Matheus — ela sussurrou, deslizando a mão pelo meu peitoral. — Você sabe que eu sempre quis sentir esse seu corpo no meu. Você acha que eu aguentava aquelas séries de agachamento sem imaginar você me fodendo por trás?
Eu senti meu pau latejar instantaneamente dentro da calça. A Rebecca era surreal. O silicone nos peitos tinha deixado ela com curvas que desafiavam a gravidade, e aquelas pernas grossas, torneadas por meses de peso pesado, eram a moldura perfeita para a bunda mais deliciosa que eu já tinha visto.
— Você é deliciosa, Rebecca. Que porra de mulher linda você se tornou — eu disse, perdendo o controle.
Ela não perdeu tempo. Tirou o topper com um movimento fluido, libertando aqueles peitos perfeitos. Eu não consegui esperar. Agarrei aquela carne macia, sentindo o bico do seio duro na minha língua, enquanto ela soltava um gemido agudo que ecoou pela sala.
— Ai, caralho... chupa mais, Matheus! Chupa esses peitos que eu preparei pra você — ela implorava, arqueando as costas.
O beijo veio quente, urgente, com gosto de desejo acumulado. Quando ela arrancou aquele shortinho minúsculo, eu vi a verdade: a feminilidade absoluta misturada com aquele detalhe que, longe de me incomodar, me excitava ainda mais. O pau dela estava ficando ereto, mas meus olhos estavam fixos no alvo principal.
— De quatro, agora. Agora mesmo — eu ordenei, a voz rouca.
Ela obedeceu na hora. Ficou de quatro no sofá, empinando aquela bunda redonda e firme. Eu me ajoelhei atrás dela, lambendo cada centímetro daquela ranhura, deixando tudo bem lubrificado, sentindo o calor que emanava dali.
-Puta que pariu, Rebecca... que cu gostoso! Eu vou te foder tanto que você vai esquecer como se caminha — eu disse, enquanto posicionava minha cabeça no topo daquele canal apertado.
— Então enfia logo esse pau em mim, seu safado! Me fode com força, me deixa bem marcada! — ela gritou, olhando para trás com um olhar de luxúria pura.
Eu entrei devagar, sentindo a pressão deliciosa do aperto dela. A cada estocada, o som da carne batendo ecoava na sala silenciosa.
— Puta... que... delícia! — eu gemia, acelerando o ritmo. — Você é muito gostosa, caralho!
— Vai, Matheus! Mais forte! Me rasga todinha, fodendo essa travesti gostosa! — ela gritava, rebolando contra mim, intensificando cada impacto.
Depois de nos destruirmos no sofá, ela me jogou para trás e montou em mim. Rebecca cavalgava com uma força bruta, os peitos balançando no ritmo frenético, a expressão de puro prazer no rosto. Ela rebolava, apertando meu pau com as paredes do cu, me levando ao limite.
Terminamos a noite no colchonete, de ladinho, onde eu podia beijar cada centímetro do corpo dela enquanto martelava aquela bunda com força total. Quando finalmente gozei, senti que tinha sido a melhor transa da minha vida.
Saí de lá com a cabeça girando. O segredo agora é um peso, mas o prazer... ah, o prazer foi absurdo. Tenho minha namorada, mas a Rebecca tem um magnetismo que me puxa. Agora, toda vez que vejo ela na academia, a única coisa que penso é em como aquela bunda encaixa perfeitamente no meu pau.
A transição do segredo para a realidade foi como um curto-circuito. Não dava mais para fingir. Toda vez que eu voltava para casa e olhava para a minha namorada, eu sentia que estava mentindo para a minha própria natureza. A imagem da Rebecca, com aquele corpo esculpido e aquela entrega visceral, não saía da minha cabeça. O sexo com ela era visceral, quase animal, e o sentimento que nasceu dali era mais forte que qualquer convenção social.
Terminei tudo com a minha ex em uma conversa difícil, mas necessária. Quando assumi a Rebecca, senti que finalmente estava respirando. A sociedade, a família, os olhares tortos na academia... nada disso importava perto do êxtase que eu sentia ao tocar a pele dela. Eu me entreguei totalmente. Eu não queria apenas transar com ela; eu queria habitar aquele corpo, queria que ela fosse o meu porto seguro e o meu playground erótico.
Nosso relacionamento se tornou uma celebração constante do corpo. A gente não se dava trégua. O sexo deixou de ser algo pontual para se tornar a linguagem principal da nossa paixão.
Eu desenvolvi uma obsessão quase religiosa pelo pau da Rebecca. Adorava me ajoelhar diante dela, sentir a firmeza daquele membro que, embora fosse dela, me causava uma excitação masculina e primitiva. Eu passava horas mamando aquele cacete, sentindo o gosto dela, explorando cada centímetro com a língua, enquanto ela acariciava meu cabelo e gemia, sentindo o vácuo da minha boca sugando a vida dela.
— Você é louco por isso, não é, Matheus? — ela sussurrava, com a voz rouca, enquanto me puxava para mais perto.
Mas o ápice, o momento em que eu sentia que minha alma se fundia à dela, era quando os papéis se invertiam. Eu amava a sensação de vulnerabilidade e poder ao mesmo tempo. Quando a Rebecca me preparava, quando ela usava aquele cecete dela para me invadir, eu sentia um prazer que beirava a agonia.
Ser enterrado no cu por ela era a experiência mais intensa da minha vida. Eu sentia cada centímetro daquela rigidez preenchendo o meu espaço mais íntimo, me esticando, me possuindo. Eu gritava o nome dela enquanto ela martelava meu corpo, a força daquelas pernas torneadas no treino me prendendo contra a cama.
— Agora você é meu, Matheus! — ela dizia, enquanto me fodia com uma intensidade bruta. — Sente como eu te preencho!
Eu arqueava as costas, sentindo o pau dela bater fundo, atingindo pontos que eu nem sabia que existiam. Era uma entrega total. Eu me sentia pequeno e imenso ao mesmo tempo. O prazer de ser dominado por aquela mulher, por aquela força da natureza que ela era, me fazia esquecer do resto do mundo.
Nossas tardes de domingo eram assim: entre beijos profundos e sessões de sexo que duravam horas, onde a gente explorava cada orifício, cada dobra da pele. A gente se devorava. Se o mundo lá fora julgava, a gente respondia com mais suor, mais gemidos e mais entrega. Eu não queria mais nada além de ser o homem da Rebecca, e ela, a dona absoluta de cada centímetro do meu desejo.




