A frase caiu como uma bomba no meio da mesa do bar no Guarujá, mas a Eva não pareceu chocada. Ela apenas sorriu, aquele sorriso de quem sabe exatamente o que quer, enquanto virava mais um copo de cerveja. A Karen, já com o rosto corado pelo álcool, riu, achando que era apenas mais uma das brincadeiras do Mário. Mas, naquela noite, o jogo era real.
O plano se concretizou rápido. A Eva, com aquela malícia de quem conhece bem o terreno, sugeriu a banheira do motel. Era a desculpa perfeita. O quarto era imenso, com luzes negras que transformavam tudo em um cenário psicodélico. O som estava alto, o champanhe gelando e os morangos espalhados pela cama.
O clima pesou no momento em que a música bateu. Karen começou a dançar, o corpo ondulando no *pole dance* improvisado diante do espelho. O vestido deslizou pelo corpo dela como se tivesse vontade própria. Quando a peça caiu, revelando a calcinha fio-dental e as pernas grossas, a Eva perdeu o fôlego.
— "Puta que pariu, Mário... você guarda esse tesão todo só pra você?" — Eva sussurrou, enquanto tirava a própria roupa, ficando apenas de lingerie, exibindo aqueles seios fartos que faziam qualquer homem babar.
Mário não perdeu tempo. Chegou por trás da Karen, apertando aqueles seios médios e beijando a nuca dela com fome.
— "Olha pra ela, Eva... olha que coisa linda."
A Eva tentou investir, mas a Karen, embora excitada, ainda mantinha sua barreira com outras mulheres. Foi Mário quem assumiu o controle primeiro. Ele a jogou na cama, a língua explorando cada centímetro daquele corpo, fazendo uma "siririca" caprichada que deixou a Karen arquejando.
Foi então que o proibido aconteceu. A Eva, incapaz de resistir, mergulhou o rosto entre as pernas da Karen.
— "Ah! Eva... o que você tá fazendo?!" — Karen deu uma risada nervosa, mas não a afastou. A língua da loira era experiente, subindo e descendo com uma luxúria que deixou Karen zonza.
— "Cala a boca e sente, Ká... sente como você tá molhada" — Eva murmurou entre as lambidas intensas, sugando o clitóris da amiga com uma vontade voraz.
Mário, vendo a cena, atacou a Karen pela boca. Foi um beijo de língua profundo, úmido, carregado de um desejo acumulado. A Karen, entregue ao álcool e ao prazer, resolveu retribuir. Ela se posicionou de quatro, oferecendo a bunda para a Eva, enquanto abocanhava a rola do Mário com uma vontade absurda.
— "Isso... chupa assim, meu amor... que delícia" — Mário gemia, sentindo a boca quente da esposa enquanto, logo abaixo, a Eva se perdia no sexo oral da Karen.
Era um ciclo de prazer. Mário e Karen se envolveram em um 69 luxurioso, trocando chupadas intensas, línguas explorando cada dobra, enquanto a Eva assistia, excitada, tocando-se.
— "Amor... me come agora! Me fode!" — gritou a Karen, cavalgando no Mário com tudo.
A Eva se aproximou, abraçando a Karen por trás, beijando sua nuca e apertando seus seios, enquanto o Mário bombava firme. A luxúria tomou conta do quarto. Quando chegou a vez da Eva, Mário não teve piedade. Ele a jogou na cama e começou a explorar cada centímetro dela.
— "Você é deliciosa, Eva... que teta gostosa" — ele exclamou, sugando os mamilos fartos da loira, sentindo a pele macia.
Mário desceu para as partes íntimas, dando dedadas profundas na buceta e, com ousadia, explorou o cuzinho dela. A Eva gemia alto, arqueando as costas, enquanto Mário enfiava sua tora com intensidade, alternando entre a vagina e o ânus, fazendo a loira delirar.
"Ai, caralho... que pegada, Mário!" — Eva gritava, sentindo-se preenchida.
Mas a noite reservava o ápice. A Eva, com um olhar malicioso, pegou o vibrador do quarto.
— "Ká... você já sentiu dois ao mesmo tempo?"
A Eva posicionou o brinquedo na frente da Karen, enquanto Mário se posicionou atrás. A Karen, em um estado de êxtase total, abriu as pernas. Mário mirou no cuzinho dela — um território que ela raramente abria, mas que naquela noite estava convidativo.
— "Vai... coloca, amor... me fode toda!" — a Karen urrou.
Mário empurrou devagar, sentindo a resistência inicial ceder ao lubrificante e ao tesão. Quando entrou até o talo, a Karen soltou um grito que ecoou no quarto.
— "Puta que pariu... que aperto!" — Mário exclamou, começando a bombar com força.
Era uma cena surreal no espelho: a Karen recebendo a penetração anal intensa do marido, enquanto a Eva, na frente, estimulava sua buceta com o vibrador. A Karen, em um surto de luxúria, começou a dar batidas rápidas na buceta da Eva com a mão, criando um ritmo frenético.
— "Não para... não para, seu filho da puta! Me fode mais!" — a Karen gritava, enquanto o corpo dela sacudia com cada estocada anal.
O clímax chegou como uma avalanche. A Karen gozou intensamente, tremendo sob o impacto. A Eva, em um espasmo de prazer, gozou na própria siririca, e Mário, com um gemido rouco, descarregou tudo dentro do cuzinho da esposa.
— "Porra... que noite" — Mário sussurrou, desabando ao lado delas.
Exaustos, suados e completamente satisfeitos, os três caíram no sono, embalados pelo cheiro de sexo e champanhe, sabendo que aquele segredo agora pertencia apenas aos lençóis daquele quarto




