Conquistei O Cuzinho da Mamãe



O Cuzinho da Mamãe

A chuva batia suave no parabrisas, formando rios de luzes distorcidas que deslizavam pelo vidro. Dentro do carro, o calor do aquecedor misturava-se ao cheiro do café que ainda repousava no porta-copos. Eu dirigia, mas minha atenção estava dividida entre a estrada escura e o vulto ao meu lado. Ela, minha mãe, dormia com a cabeça reclinada contra o vidro, os lábios entreabertos, os seios subindo e descendo num ritmo calmo sob o suéter de lã.

Já fazia anos que vivíamos como marido e mulher. Um acordo silencioso, um desejo que crescera entre as paredes da nossa casa até se tornar carne, pele, suor e gemidos. Mas havia uma fronteira que ela nunca permitira que eu cruzasse: o cuzinho. Aquele território proibido, que ela defendia com argumentos que eu achava absurdos.

“Não é coisa certa,” ela dizia, a voz um misto de firmeza e hesitação. “E depois fica tudo arrombado, não segura mais nada…”

Eu ria, beijava seu pescoço, sussurrava que era bobagem, que eu seria cuidadoso, que ela iria gostar. Mas ela virava o rosto, e o assunto morria ali.

No entanto, eu sabia. Deus, como eu sabia. Nas nossas noites, quando minhas mãos percorriam seu corpo, quando meus dedos brincavam nas bordas daquele lugar apertado e quente, ela não se afastava. Um arrepio, um gemido abafado no travesseiro, um arquear discreto das costas… eram sinais. O cuzinho dela tinha vontade própria, e essa vontade me deixava louco.

A viagem foi a desculpa perfeita. Cansaço, noite fechada, a decisão de parar num motel à beira da estrada. O apartamento era simples, mas tinha uma cama larga e o silêncio do lugar. Ela foi direto para o banheiro. Eu ouvi o chuveiro ligar e imaginei a água escorrendo por suas curvas. Fiquei nu na cama, o pau já latejante, duro como pedra contra a minha barriga.

Quando a porta do banheiro abriu, uma baforada de vapor quente invadiu o quarto. E ela surgiu. Meu Deus. Uma camisola de seda quase transparente, cor de pérola, que colava no corpo molhado. Os contornos dos seios pesados, os mamilos escuros e duros visíveis através do tecido, a curva monumental da sua bunda… ela era um sonho.

“Gostou?” ela perguntou, com um sorriso tímido, girando levemente para eu ver. “Comprei pensando em você.”

“Você está… deslumbrante,” saiu-me a voz rouca. Ela veio para a cama, deslizou sob os lençóis. Quando se aproximou, senti o cheiro do seu sabonete, do seu shampoo, e algo mais… ela estava sem calcinha. A seda da camisola era a única barreira entre a minha pele e a dela.

Começamos a nos beijar. Lenta, profundamente. Línguas se encontrando, sabores trocados. Minhas mãos subiram por suas coxas, encontraram o calor úmido entre suas pernas. Ela gemeu no meu beijo.

“Deixa eu lamber você,” pedi, entre um beijo e outro. “Deixa eu passar horas só na sua bucetinha.”

Ela não respondeu com palavras, apenas se abriu, deitando de costas. Afastei a camisola, expus aquela vulva linda, inchada, os lábios rosados e brilhantes de excitação. Abaixei minha cabeça e mergulhei.

Era um banquete. Lamber, chupar, beijar, explorar cada dobra, cada centímetro daquele lugar molhado e quente. Dediquei-me ao clitóris, inchado e pulsante, com a ponta da língua em movimentos circulares, depois largos e planos. Ela arqueava, os dedos se enterravam no meu cabelo, puxando, gemendo alto, sem pudor agora.

“Assim… não para… meu Deus, filho, como você chupa…”

Chupava. Durante dez, vinte minutos? Perdi a noção. Apenas saboreava, sentia ela tremer, contrair-se, aproximar-se do orgasmo e depois recuar quando eu diminuía o ritmo. Queria prolongar, fazer durar.

Quando ela estava à beira do delírio, desviei minha atenção. Beijei a parte interna de suas coxas, subi até a bundona redonda. Separei as nádegas com as mãos. Lá estava ele. O cuzinho rosinha, apertado, tímido.

“Deixa eu beijar aqui também,” sussurrei, meu hálito quente contra a pele sensível.

“Não…,” saiu um protesto fraco, mas seu corpo não se moveu para fugir.

Encostei os lábios. Beijei. Depois, a ponta da língua. Um leve toque. Ela deu um salto, um gemido agudo.

“Ah! Isso é… é muito…”

“É gostoso, mamãe. Deixa eu lamber seu cuzinho. Só um pouco.”

E deixou. Lambi. Com a língua plana, depois pontiaguda, explorando aquele anel musculado que se contraía a cada toque. Ela enterrou o rosto no travesseiro, os gemidos abafados, mas as ancas começaram a se mover, a buscar a pressão da minha língua. O tesão dela era palpável, um perfume carnal que enchia o quarto.

Quando levantei, meu pau estava escorrendo de pré-gozo. Ela estava de bruços, o rosto virado para mim, os olhos vidrados de desejo.

“Vem,” ela disse, a voz sumida. “Vem… mas na buceta. Por favor.”

Deitei sobre ela, senti o calor do seu corpo através da seda. Beijei seu ombro, seu pescoço. Meu pau encontrou a entrada encharcada e deslizou para dentro, num movimento único e profundo. Ela gritou de prazer, suas costas se arquearam.

Comecei a meter, devagar no início, depois com força constante. A cama rangia no ritmo dos nossos corpos. Eu beijava suas costas, mordia levemente seus ombros, enquanto minhas mãos apertavam seus seios grandes.

“Você é tão gostosa… essa buceta é a coisa mais deliciosa do mundo,” grunhia no seu ouvido.

“Meu filho… meu garoto… está me fodendo tão gostoso…”

O ritmo era hipnótico. Metendo, tirando, metendo de novo, fundo. A sensação era de posse total, de união brutal. Mas o desejo pelo outro lugar não arrefecia. Pelo contrário, cada estocada na buceta molhada me fazia pensar naquele outro buraco, mais apertado, mais proibido.

Tirei meu pau, pingando. Ela gemeu de frustração.

“Não para…”

“Não vou parar,” disse, cuspindo na palma da minha mão e passando no meu pau, já escorregadio. Em seguida, cuspi diretamente no seu cuzinho, vendo o líquido brilhar na luz baixa. “Vou ali agora. No seu cuzinho lindo.”

“Não, por favor, não!” A voz dela tinha pânico genuíno. Ela tentou se virar, mas eu a mantive firme, de bruços.

“Você quer. Eu senti. Seu cuzinho me chamou. Ele está pedindo.”

Posicionei a cabeça do meu pau contra a pequena abertura. Ela estava tensa, mas úmida – da saliva e da excitação dela própria. Pressionei.

“Não vai! Filho da puta! Safado! Cachorro! Para!” Ela começou a gritar, a me xingar. Cada insulto era como gasolina no meu fogo. Quanto mais ela gritava, mais duro eu ficava, mais determinado.

Com um empurrão firme e constante, senti o anel de músculos ceder. Um momento de resistência extrema, depois uma rendição súbita, e a cabeça do meu pau entrou. Ela soltou um grito que parecia rasgar a noite – um grito de dor, de invasão, de violação.

“Dói! Para, tira, pelo amor de Deus, tá doendo muito!”

Mas eu estava dentro. A sensação era indescritível. Um aperto quente, pulsante, muito mais forte que a buceta. Comecei a mover-me, devagar no início, sentindo cada centímetro do canal apertado envolvendo meu pau.

“Cachorro… sem-vergonha… seu monstro…” Os xingamentos continuavam, mas entre eles, começaram a surgir gemidos. Gemidos diferentes. Não apenas de dor. Havia um tom de êxtase forçado, de prazer roubado.

Continuei metendo. Com uma mão, procurei seu clitóris novamente, começando a esfregar em círculos rápidos. Ela calou-se por um segundo. O corpo dela, que estava rígido, começou a relaxar um pouco. Os gemidos de dor transformaram-se, lentamente, em suspiros roucos.

“Meu… Deus…” ela gemeu, e a voz já não tinha raiva, mas confusão.

“Gosta, não gosta, sua putinha? O cuzinho da mamãe gosta de ser comido?” Eu falava baixo, com uma crueza que nos excitava a ambos.

Ela não respondeu, mas seu corpo respondeu. As ancas, que estavam inertes, começaram a recuar contra minhas estocadas. O aperto ao redor do meu pau se modificou, de resistência a uma massagem ritmada. Os gemidos tornaram-se contínuos, guturais, cheios de um prazer que ela não podia mais negar.

“Ah… ah… está… está entrando tudo… tá tão fundo…”

Metia e tirava, constantemente, estabelecendo um ritmo que agora era nosso, não apenas meu. Alternava entre estocadas profundas e movimentos rasos, sentindo cada milímetro do seu interior. Beijava suas costas suadas, mordiscava suas orelhas.

“Você é a puta mais gostosa que já existiu. Esse cuzinho foi feito para o meu pau.”

Ela começou a tremer. Um tremor que começou nas pernas e subiu por todo o corpo. Seus dedos agarraram os lençóis com força.

“Vou gozar… meu filho, eu vou gozar no seu pau… no seu pau no meu cu!”

Aquela confissão, dita com uma voz rouca e cheia de luxúria, foi a minha sentença. Senti a onda de calor subir da minha base. Meti mais fundo, mais rápido, perdendo o controle.

“Goza, mamãe! Goza com o filho te fodendo no cu!”

Seu corpo convulsionou num orgasmo intenso e longo. O cuzinho dela apertou o meu pau como um punho, espasmos violentos de prazer. Foi o suficiente. Gritei, enterrei meu rosto no pescoço dela e jorrei dentro dela, jatos quentes e intermináveis, marcando aquele território finalmente conquistado.

Ficamos imóveis por longos minutos, ofegantes, unidos. Aos poucos, o mundo voltou. Eu me retirei, cuidadosamente. Ela gemeu, uma mistura de dor e satisfação.

Deitei ao seu lado e a virei para me encarar. Seu rosto estava marcado por lágrimas, mas seus olhos… seus olhos brilhavam com uma luz que eu nunca vira.

No dia seguinte, ela reclamou. Andava com as pernas abertas, com dor. Murmurava que eu era um animal, que tinha machucado ela. Mas quando eu a ajudava a entrar no carro, minhas mãos na sua cintura, ela não se afastava. Pelo contrário, se encostava.

Três dias depois, em casa, a noite caiu. Estávamos no sofá, vendo TV. Minha mão deslizou por sua perna. Ela não a afastou. Beijei seu pescoço.

“Mamãe…” sussurrei.

Ela virou o rosto, seus olhos encontrando os meus. Depois, sem uma palavra, levantou-se, pegou minha mão e me levou para o quarto. Na beira da cama, ela se virou, de costas para mim, e afastou levemente a saia.

“Se for fazer de novo… seja mais devagar no começo,” ela disse, a voz baixa, mas clara. “E… me beija muito antes.”

Sorri no escuro. E obedeci. Beijei cada centímetro do seu corpo. Lambi sua buceta até ela tremer. Adorei seu cuzinho até ele ficar relaxado e ansioso. E quando finalmente entrei, foi com uma lentidão excruciante e prazerosa, recebida não por gritos ou xingamentos, mas por um gemido longo, profundo e de entrega total.

O cuzinho da mamãe, afinal, era mesmo meu. E ela, minha puta perfeita.

Foto 1 do Conto erotico: Conquistei O Cuzinho da Mamãe

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Comentários


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lozo Comentou em 24/09/2026

Nossa, excitante e intenso demais, que maravilha erótica, um dos melhores já publicados no site, meus parabéns, e, que bela e deliciosa conquista. Os bons filhos sempre fazem de tudo pra agradar a mamãe linda, gostosa e bem safadinha, danadinha, bem putinha e ter o prazer de foder bem gostoso o cuzinho da mãe é o sonhos de milhões de filhos. Parabéns. votado e aprovado




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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
Conquistei O Cuzinho da Mamãe

Codigo do conto:
273057

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
24/09/2026

Quant.de Votos:
4

Quant.de Fotos:
5