Foda gostosa com namorada e minha irmã

Entre Lençóis e Segredos: O Despertar de Nós Três

— Você acha que ela toparia? — João me perguntou com um sorriso malicioso, enquanto Rosa, sua namorada, me observava com aqueles olhos de quem já sabia exatamente o que queria.

Eu gelei por um segundo. A ideia de um ménage sempre habitou meus pensamentos mais profundos, mas ouvir meu irmão propor isso em voz alta era diferente. Rosa, percebendo minha timidez, aproximou-se. Ela não era apenas bonita; ela exalava uma confiança magnética. Antes que eu pudesse responder, ela me roubou um selinho lento, sentindo meus lábios tremerem.

— Não se preocupa com nada, Paula — ela sussurrou no meu ouvido, a voz rouca. — Vou reservar um motel onde já sou cliente. Ninguém vai saber, será o nosso segredo. Você só precisa relaxar e deixar a gente cuidar de você.

Concordamos. O encontro foi marcado para aquela tarde.

Quando o carro parou na nossa frente, meu coração disparou. Rosa estava deslumbrante: morena, cabelos sedosos na altura dos ombros e um corpo que desafiava a gravidade. Ela usava um vestidinho branco, curto e quase transparente nos seios, que deixava a lingerie branca — uma calcinha fio dental mínima — perfeitamente evidente sob o tecido. O desejo me atingiu como uma onda; eu quis beijá-la ali mesmo, na calçada.

Entramos no carro. Rosa sentou-se ao meu lado no banco de trás. Eu estava provocante: uma blusinha preta transparente e uma minissaia jeans que deixava minhas coxas grossas em evidência. Ela não resistiu. Passou a mão lentamente pela minha coxa, apertando com firmeza.

— Que mulher gostosa você é, Paula... — ela murmurou, os olhos percorrendo meus seios fartos. — Adoro curvas assim.

Senti um arrepio percorrer toda a minha espinha. Fechei os olhos, entregando-me ao toque dela, enquanto Rosa, audaciosa, inclinou-se e mordeu meus mamilos por cima do tecido, fazendo-me soltar um gemido baixo. Pelo espelho retrovisor, vi meu irmão nos observando, o olhar carregado de luxúria. A mão de Rosa desceu, abrindo minhas pernas levemente, e seus dedos encontraram minha intimidade, já completamente encharcada de tesão.

Chegamos ao motel com as pernas bambas. Assim que a porta do quarto se fechou, a urgência tomou conta. Meu irmão, já com o pau duro saltando da calça, despiu-se rapidamente. Não aguentei. Ajoelhei-me diante dele e comecei a mamar naquela cabeça gostosa, sentindo o cheiro masculino, explorando cada detalhe com a língua, sentindo-o pulsar na minha boca.

Enquanto isso, Rosa se despiu, revelando a perfeição de suas curvas. Ela se ajoelhou diante de mim e mergulhou o rosto na minha xaninha. O toque da língua dela era frenético, preciso. Eu rebolava, sentindo o clitóris pulsar, enquanto beijava a boca do meu irmão, nossas línguas se entrelaçando em uma dança voraz.

Deitamos na cama, um emaranhado de corpos e desejos. João assistia, excitado, enquanto eu me entregava a Rosa. Beijei sua boca com luxúria e minhas mãos exploraram seus seios, apertando-os com força. Comecei a mamar seus bicos, alternando beijos profundos com mordidas leves que a faziam arquear as costas e pedir mais.

— Por favor, Paula... me toca... — ela gemia.

Introduzi meus dedos em sua xaninha, que estava muito encharcada. A lubrificação era tanta que meus dedos deslizavam sem esforço. Comecei a lamber seu clitóris freneticamente, enquanto meus dedos a penetravam com ritmo. O corpo de Rosa se contorceu, ela agarrou minha cabeça, pressionando-me contra sua intimidade, gemendo alto.

João, não aguentando mais, posicionou seu pau na boca de Rosa. Ela o chupava com vontade, os olhos semicerrados de prazer. Aproveitando a posição, desci com a língua até o seu cuzinho, lambendo-o com luxúria. Senti que ela estava no limite


A sensação do corpo de Rosa vibrando contra o meu era quase elétrica. Enquanto ela se entregava ao prazer de João, eu explorava cada centímetro daquela pele acetinada, subindo do seu ânus para a base da coluna, deixando beijos úmidos que a faziam soltar gemidos abafados contra o membro do meu irmão.

— Agora... eu quero você, Paula... — Rosa murmurou, afastando-se por um segundo de João para me olhar nos olhos, a respiração ofegante, as pupilas dilatadas pelo desejo.

Ela se posicionou sobre mim, as coxas abertas, revelando toda a sua feminilidade pulsante e lubrificada. João, em um movimento coordenado, posicionou-se atrás de mim, prendendo meu corpo contra o colchão enquanto sua mão guiava a de Rosa. Com um impulso decidido, Rosa sentou-se sobre mim, unindo nossos corpos em um abraço carnal apertado.

Senti a invasão deliciosa dos dedos dela em mim, enquanto João, atrás, encontrava a entrada do meu cuzinho. O preenchimento foi súbito e intenso; senti cada centímetro do pau dele me ocupando, enquanto a língua de Rosa voltava a castigar meu clitóris com precisão cirúrgica. Eu estava presa entre dois polos de prazer, sendo preenchida por trás e estimulada na frente.

— Isso... assim mesmo... — João rosnou no meu ouvido, a voz grave vibrando contra minha nuca.

Ele começou a estocar com força, ritmos profundos que faziam minha visão embaçar. Rosa, percebendo a intensidade, começou a se mover em sincronia, rebolando sobre mim, apertando meus seios com as mãos e beijando meu pescoço com voracidade. O som da carne batendo contra a carne preenchia o quarto, misturando-se aos nossos gemidos descontrolados.

Eu estava no limite. O prazer era tanto que beirava a dor, uma tensão deliciosa que subia pelas pernas e se concentrava no ventre. Rosa sentiu que eu estava prestes a explodir; ela intensificou a sucção no meu clitóris, enquanto João acelerou as estocadas, fundindo-se a mim em um ritmo frenético.

— Agora! — Rosa gritou, e eu senti a onda.

O orgasmo me atingiu como um raio, partindo do núcleo do meu corpo e irradiando para cada célula. Meu corpo arqueou, as mãos agarrando os lençóis, enquanto João chegou ao ápice simultaneamente, gritando enquanto despejava tudo dentro de mim. Rosa, também no pico, soltou um grito longo, apertando-me com força enquanto seu próprio orgasmo a sacudia.

Fomos três, exaustos, entrelaçados e suados. O silêncio que seguiu era pesado, preenchido apenas pelo som da nossa respiraçãoofegante. Olhei para Rosa e depois para João; havia um segredo agora, um vínculo que ia além do sangue ou do namoro. Era a luxúria compartilhada, a entrega total.

— Acho que... — Paula sussurrou, ainda recuperando o fôlego — a gente vai ter que voltar aqui com frequência.

Rosa riu, beijando meu ombro, enquanto João a abraçou, ambos olhando para mim com a mesma fome de quem sabe que a primeira vez foi apenas o começo.

Foto 1 do Conto erotico: Foda gostosa com namorada e minha irmã

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Comentários


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wanwan Comentou em 03/11/2026

Queria que fosse eu fudendo as duas.




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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
Foda gostosa com namorada e minha irmã

Codigo do conto:
276265

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
03/11/2026

Quant.de Votos:
3

Quant.de Fotos:
5