QUE SOGRA MARAVILHOSAMENTE DELICIOSA...


— Se você continuar me olhando assim, Rafa, eu vou acabar esquecendo que você é meu genro e lembrando que você é um homem.

Essa frase, dita com um sorriso malicioso enquanto Mara servia mais duas cervejas, ficou ecoando na minha cabeça por semanas. Foi a primeira vez que a tensão, que já existia nos olhares furtivos e nos esbarrões "acidentais" na cozinha, ganhou palavras.

Eu me chamo Rafa, tenho 24 anos e sou casado com a Luzia há três. Mara, a mãe dela, veio morar conosco há sete meses após o divórcio. Aos 42 anos, minha sogra não era apenas "gente boa"; ela era a definição de mulher. Loira, com curvas que pareciam desenhadas à mão e um busto que prendia a atenção de qualquer um, mas o que realmente me hipnotizava era o seu quadril. Aquele rabão gigante, que balançava a cada passo que ela dava pela casa, era a minha tortura diária.

Eu tentava ser respeitoso. Tentava focar no jogo de futebol ou na conversa, mas quando ela passava por mim usando aqueles vestidos leves de verão, o perfume dela invadia meus sentidos e meu corpo reagia instantaneamente. Ela percebia. Mara sabia exatamente o efeito que causava, especialmente quando eu estava sem camisa, e ela não parecia nem um pouco incomodada com o meu desejo; pelo contrário, ela o alimentava.

Tudo explodiu há três meses. Luzia viajou para acompanhar uma amiga em uma cirurgia, e a casa ficou imensa, silenciosa e perigosa. O calor daquele dia estava insuportável, do tipo que faz a pele brilhar de suor. Eu estava na varanda, relaxando com um churrasco e algumas geladas, tentando ignorar o fato de que Mara estava circulando pela casa com roupas cada vez menores.

Foi quando ela apareceu na porta da varanda. Ela não estava de vestido, nem de pijama. Ela estava usando um biquíni minúsculo que mal conseguia conter seus seios e que deixava seu traseiro monumental em evidência. Em sete meses, ela nunca tinha feito aquilo na frente da Luzia.

— Que calor, não é, Rafa? — ela disse, com a voz rouca, aproximando-se de mim.

Eu tentei manter a compostura, mas meus olhos traíram minha vontade e desceram direto para a curva generosa de suas nádegas. Mara notou. Ela não recuou; ela avançou. Antes que eu pudesse processar, ela sentou no meu colo, sentindo a rigidez imediata do meu pau contra a sua coxa.

No instinto, tentei afastá-la. — Mara, você não pode fazer isso...

— Por que não, querido? — ela sussurrou, me agarrando pelo pescoço e me puxando para um beijo voraz, cheio de fome.

Aquele beijo quebrou todas as minhas defesas. O desejo acumulado por meses explodiu. Ela se afastou apenas o suficiente para tirar o biquíni, expondo-se completamente à minha frente, e me olhou nos olhos com um desejo quase animal.

— Eu quero que você me foda, Rafa. E eu quero que você pegue o meu cuzinho.

Eu pirei. O mundo ao redor desapareceu e só existia aquele corpo escultural. Joguei a safada no sofá e a pica saltou para fora, latejando. Ela não perdeu tempo e me deu um boquete profundo, sugando cada centímetro, enquanto suas mãos apertavam minhas coxas. Quando ela finalmente se virou e empinou aquele rabo gigante, eu senti que tinha acabado de encontrar o paraíso.

Meti marcha sem piedade. O som da carne batendo na carne preenchia a sala. Eu a possuí com força, explorando cada curva, sentindo a pressão deliciosa do anal. Nós não paramos no sofá; fomos para o chão, para a cama, mudando de posição a cada espasmo de prazer. Ela gemia alto, pedindo mais, enquanto eu a preenchia completamente.

Fodemos o dia todo. Fizemos pausas para beber água e respirar, mas o fogo não apagava. À noite, quando o corpo dela já estava exausto e o "cuzinho" assado de tanto ser usado, ela me deu a bucetinha, úmida e apertada, finalizando o dia da maneira mais intensa possível.

Depois daquele dia, nada foi como antes. O perigo de sermos descobertos tornou tudo mais excitante. Começamos a nos encontrar nos momentos mais improváveis. O risco tornou-se o nosso principal afrodisíaco. Se a Luzia estivesse no banho, Mara aproveitava para deslizar a mão por baixo da minha bermuda enquanto passávamos um pelo outro no corredor. Se estivéssemos todos jantando, ela deixava cair o guardanapo "acidentalmente" e, ao se abaixar para pegá-lo, abria as pernas o suficiente para que eu visse que ela não estava usando calcinha.

A dinâmica da casa mudou. Para quem olhava de fora, era apenas a sogra carinhosa e o genro educado, mas por trás das portas fechadas, éramos dois animais famintos. O acordo era tácito: discrição total diante da Luzia, mas entrega absoluta quando estivessem a sós.

Certo dia, a Luzia resolveu fazer um curso intensivo de culinária e passava a tarde fora. Eu estava no escritório, tentando me concentrar em alguns relatórios, quando ouvi a porta se fechar. Segundos depois, senti um toque quente e lento descendo pelas minhas costas.

Era Mara. Ela estava usando um robe de seda own, que mal chegava a cobrir o início das coxas. Ela não disse nada, apenas se posicionou atrás de mim e começou a massagear meus ombros, descendo as mãos lentamente para o meu peito.

— Você parece tão tenso, Rafa... — ela sussurrou, beijando a nuca.

Eu não aguentei. Girei a cadeira e a puxei para cima de mim, fazendo o robe de seda deslizar e revelar que, por baixo, ela usava apenas um conjunto de renda transparente que realçava cada curva daquele corpo monumental. A visão do seu busto quase saltando do sutiã e daquela bunda imensa comprimida contra a minha coxa me fez perder a razão.

Eu a ergui, sentindo o peso delicioso do seu quadril, e a levei para a mesa de trabalho. Joguei os papéis para o chão, sem me importar com a bagunça, e a coloquei sentada na borda da mesa, com as pernas abertas.

— Você é viciante, Mara. Isso é um erro absurdo, e eu não consigo parar — disse eu, enquanto ela mesma abria o zíper da minha calça.

Ela riu, um som sexy e provocador, enquanto minha pica saltou, pulsando, pronta para ela. Ela não perdeu tempo; inclinou-se para frente e começou a me chupar com uma técnica que me fazia arquear as costas, enquanto suas mãos apertavam meus glúteos.

O prazer era amplificado pela possibilidade de a Luzia voltar mais cedo. Cada gemido que eu soltava, cada estalido da carne batendo, parecia um grito de rebeldia. Quando eu não aguentava mais, a virei de costas, fazendo-a debruçar sobre a mesa de carvalho.

A visão era hipnotizante: aquele rabo gigante, empinado e convidativo, preenchendo todo o meu campo de visão. Eu não quis delicadeza. Entrei com tudo, sentindo a pressão deliciosa do canal anal, que parecia ter sido feito sob medida para mim.

— Oh, meu Deus, Rafa! — ela gritou, a voz abafada pela mesa. — Me fode... me fode como se eu fosse sua!

Eu a segurei pelos quadris, cravando os dedos naquelas curvas generosas, e comecei a martelá-la com força. A mesa balançava, o som do impacto ecoava pelo escritório silencioso, e a cada estocada, eu sentia que estava mergulhando em um abismo de prazer proibido.

Nós transamos ali, entre relatórios e canetas, com a urgência de quem sabe que está roubando tempo do destino. Quando o orgasmo finalmente veio, foi como uma explosão que nos deixou ambos sem fôlego, suados e trêmulos.

Enquanto eu me recuperava, Mara se virou, com os olhos brilhando de malícia, e sussurrou no meu ouvido:

— Agora corre para limpar tudo... antes que a Luzia chegue.

Ela saiu do quarto saltitante, deixando-me ali, excitado e culpado, mas já contando os minutos para a próxima oportunidade.

A partir daquele dia, a casa deixou de ser um lar para se tornar um campo de minas erótico. A tensão entre eu e Mara tornou-se quase palpável, como se houvesse eletricidade estática pairando sobre nós dois sempre que a Luzia saía do cômodo.

O problema é que o desejo não se sacia; ele se alimenta. Cada toque proibido, cada beijo roubado no corredor enquanto a filha estava no banho, apenas aumentava a fome. Eu estava obcecado por cada centímetro daquele corpo, e Mara... Mara adorava o poder que tinha sobre mim. Ela começou a testar os limites, a brincar com o perigo.

Houve uma tarde em que a Luzia estava no jardim, e Mara me chamou na cozinha com a desculpa de "ajudar com as compras". Quando entrei, ela não estava cozinhando. Ela estava sentada no balcão, com as pernas abertas e um vestido curtíssimo que não escondia absolutamente nada.

— Vem aqui, Rafa — ela comandou, a voz baixa e carregada de luxúria. — Eu não aguento mais fingir que não quero você me fodendo agora mesmo.

Eu não pensei. Avancei e a agarrei pela cintura, sentindo a maciez absurda do seu quadril. A boca dela encontrou a minha em um beijo desesperado, com gosto de urgência. Eu a levantei do balcão, sentindo o peso delicioso daquelas coxas apertando minha cintura, e a prensei contra a geladeira.

— Puta que pariu, Mara... você quer me matar? — sussurrei, enquanto minha mão descia para encontrar a sua intimidade, já encharcada.

— Me fode, Rafa. Me fode agora, rápido, antes que ela entre — ela gemeu, arqueando as costas e empurrando o quadril contra a minha pica latejante.

Foi um sexo frenético, quase violento, movido pelo medo de sermos pegos. Eu a possuí ali mesmo, na cozinha, com ela gemendo baixo, mordendo os próprios lábios para não gritar enquanto eu a martelava com força. A cada estocada, eu sentia que estava quebrando um tabu, e isso era a coisa mais excitante do mundo.

Mas a realidade bateu à porta. O inevitável aconteceu.

Uma noite, a luxúria venceu a cautela. Estávamos no quarto de hóspedes, em um êxtase completo, Mara montada em mim, cavalgando com aquele rabo gigante balançando no ritmo dos meus impulsos. Nós não ouvimos a porta abrir.

Luzia entrou.

O silêncio que se seguiu foi ensurdecedor. O choque no rosto dela, a nossa nudez exposta, o suor e o desejo ainda vibrando no ar. Não houve como negar. O divórcio foi complicado, doloroso para ela, mas libertador para nós. A relação com a filha foi cortada por um tempo, mas o que sentíamos era maior que qualquer convenção social.

No fim, a verdade prevaleceu. O amor — ou a paixão avassaladora — venceu o escândalo.

Hoje, olho para o lado e vejo Mara dormindo, com aquele corpo que ainda me faz perder o juízo. Ela deixou de ser a sogra, deixou de ser a "mãe da ex". Ela é a minha mulher.

Mara. Ontem minha sogra, hoje minha mulher. E cada noite, entre quatro paredes, provamos que o proibido é, na verdade, o mais delicioso.

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Beijinhos e abraços

OBS: Conteúdo fictí­cio. Qualquer nome, local ou situação presente neste texto não possui qualquer relação com a realidade.

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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
QUE SOGRA MARAVILHOSAMENTE DELICIOSA...

Codigo do conto:
275959

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
31/10/2026

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