Massagista com Mãos de Seda, Verga de Ferro
— "Você não faz ideia do que as suas mãos fazem comigo, Roger..." — A voz de Clara saiu como um sussurro rouco, quase um comando, enquanto ela se acomodava na maca.
Eu trabalho com Comunicação Social, mas nas horas vagas, sou massagista. Para mim, é um hobby; muitas vezes nem cobro, pois uso as sessões para colocar a conversa em dia com amigos. Tenho 45 anos, um físico que a natureza conservou bem — dizem que pareço ter 35. Não me acho um galã, mas o "charme", como meus amigos dizem, costuma abrir portas. Ou, neste caso, abrir roupões.
Clara foi me indicada por um amigo. Tinha acabado de enfrentar uma viagem exaustiva de carro após perder um voo. Quando cheguei ao endereço, o impacto foi imediato. Ela era um mulherão, na casa dos 30, vestindo apenas uma calcinha minúscula e um roupão semiaberto. A pele dela brilhava sob a luz da sala de massagens.
Comecei profissionalmente. O óleo morno deslizava pelas minhas mãos e mergulhava em suas costas, panturrilhas e nuca. Senti o momento exato em que a massagem deixou de ser terapêutica para se tornar erótica: a pele dela se arrepiou inteira. Quando desci para os glúteos, ela soltou um suspiro longo, profundo, que vibrou na maca.
— "Tudo bem, Clara?" — perguntei, com a voz baixa.
— "Siiiiimmmmm..." — ela respondeu, com os olhos fechados, entregue.
Pedi que ela virasse. Massageei as coxas, subindo lentamente pela parte interna, sentindo a tensão sexual subir como uma maré. Foi então que ela deu a ordem:
— "Massageia o meu ânus. Coloca óleo no meu cu e massageia, por favor."
A voz era firme. Eu obedeci. Tirei a calcinha dela, coloquei um travesseiro sob as ancas para elevar a bunda — que já era magnífica — e derramei o óleo no rego, deixando que o líquido deslizasse para a entrada do esfíncter. Meus dedos exploraram cada prega, circulando a entrada, pressionando levemente com o polegar.
— "Massageia o meu reto" — ela pediu, agora com a respiração curta.
Senti que a barreira do "profissional" havia caído. Enfiei um dedo, depois dois. O óleo facilitou a entrada, e comecei a foder aquele cuzinho apertado com os dedos, enquanto a outra mão amassava a carne firme de suas nádegas. Ela rebolava, empurrando o corpo contra meus dedos.
— "Isso... fodendo esse cu..." — ela gemia.
A luxúria tomou conta. Usei uma toalha para limpar o excesso de óleo e, num impulso de desejo, mergulhei meu rosto ali. Comecei a mamar aquele furinho delicioso, usando a língua para explorar a profundidade do ânus. Clara soltou um urro agudo que terminou em um gemido rouco; ela tinha acabado de gozar apenas com a estimulação anal.
Sem pausa, deslizei as mãos para a frente. A vulva estava inchada, pulsando, inundada de desejo.
— "Agora a xota..." — ela sussurrou.
Usei meus dedos para encontrar o Ponto G, concentrando a pressão ali enquanto meu polegar torturava o clitóris saliente. Ela levantava o púbis, buscando mais, gritando de prazer. Quando ela atingiu o segundo orgasmo, a voz dela mudou para um comando desesperado:
— "Agora come o meu cu! Me fode, Roger!"
Tirei o jaleco e as calças num movimento rápido. Ajoelhei atrás dela, visualizando aquele ânus rosado e aberto, e a penetrei de uma vez, até as bolas. O encaixe foi perfeito. Eu socava a pica com força, sentindo cada centímetro daquele canal apertado. Ela rebolava freneticamente, gritando palavras ininteligíveis de puro êxtase.
— "Caraaaaho, porra, tô gozando de novo! Me fode, me fode!" — ela gritava, enquanto atingia o terceiro orgasmo.
Imediatamente, virei o corpo dela para que ficássemos frente a frente, as pernas dela abertas e envoltas na minha cintura. O impacto da mudança de posição foi como um choque elétrico; o contato pele com pele, lubrication pelo óleo e pelo suor, tornou tudo mais deslizante e visceral.
— "Eu quero ver você gozando, Clara... quero olhar nos seus olhos enquanto eu te quebro" — sussurrei no seu ouvido, minha voz agora carregada de uma urgência animal.
Engatei a pica na frente, mergulhando profundamente na xota dela, que estava quente e pulsante. O encaixe foi úmido, barulhento, preenchendo cada espaço vazio. Clara jogou a cabeça para trás, os olhos revirando, enquanto eu começava a estocar com força, num ritmo frenético que fazia a maca de massagem ranger e deslizar pelo piso da sala.
Ela agarrou meus ombros, as unhas cravando na minha pele, puxando-me para mais perto, como se quisesse que eu entrasse nela até o limite do impossível. A cada estocada profunda, eu sentia as paredes da vagina dela contraírem own o meu membro, apertando-me em espasmos involuntários.
— "Isso... assim! Me destrói, Roger! Me fode com força!" — ela gritava, a voz já falhando, a respiração transformada em arquejos curtos.
Eu não conseguia mais manter a calma. A visão daquelas coxas grossas apertando meu quadril e o som do impacto da minha carne contra a dela criaram uma sinfonia de luxúria. Aumentei a velocidade, as estocadas tornando-se golpes secos e precisos, atingindo o fundo do útero. Clara começou a tremer violentamente; o quarto orgasmo estava chegando, e era o mais forte de todos.
— "Eu vou... eu vou gozar! Porra, eu tô gozando!" — ela gritou, o corpo todo contraindo em um espasmo violento que apertou minha pica como uma morsa.
Sentindo a pressão insuportável daquele aperto, eu não aguentei mais. Soltei um rosnado gutural e descarreguei tudo dentro dela, jatos potentes de sêmen inundando seu ventre. Gozei com tanta força que senti meus músculos contraírem por vários segundos, enquanto ela continuava a pulsar ao meu redor, gozando em sincronia comigo.
Ficamos ali, colados, a respiração pesada ecoando no silêncio que se seguiu. O cheiro de óleo, suor e sexo impregnava o ar. Lentamente, retirei-me, vendo o fluido branco escorrer por suas coxas, contrastando com a pele brilhante.
Clara abriu os olhos, com um sorriso exausto e satisfeito no rosto.
— "Acho que essa foi a melhor massagem da minha vida, Roger."
Ficamos assim por alguns minutos, apenas a respiração pesada e o silão pós-orgasmo. Clara encostou a cabeça no meu ombro, exausta, enquanto atenção retornava lentamentemente. O "hobby" da massagem havia se transformado na noite mais intensa de nossas vidas.
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Que delicia, queria ser massageada assim!!
Delicia de conto