"Você tem noção do quanto eu desejei esse momento?"
A voz dela era um sussurro quente, quase um rosnado de desejo, enquanto ela deslizava as mãos pelas minhas costas. Estávamos no mar, em Pernambuco, a água morna abraçando nossos corpos enquanto o resto do mundo — e nossos cônjuges — dormia o sono da ignorância.
Minha sogra, aos 51 anos, era uma obra-prima de carne e luxúria. Alta, pele clara, olhos esverdeados que me devoravam. Naquela noite, o desejo que eu alimentava em segredo transformou-se em urgência. Quando me encostei nela e ela sentiu meu pau latejando contra sua coxa, ela não recuou. Ela sorriu. Um sorriso malicioso que dizia: *“Vem buscar o que é seu”*.
Eu a puxei para um beijo desesperado, nossas línguas lutando por espaço, enquanto eu sentia seus seios firmes esmagarem meu peito. Me livrei da sunga num piscar de olhos. Meu pau, enorme e pulsando, foi recebido por suas mãos experientes. Ela começou a punhetar com uma vontade animal, enquanto eu mergulhava o rosto nos seios dela, sugando aqueles bicos rosados e pontudos com força.
— Ai, meu Deus... que pau delicioso você tem — ela gemeu, a voz embargada.
Desci a mão para a sua xana, que já estava encharcada, exalando aquele perfume doce e excitante. Enfiei o dedo com força, sentindo a carne carnuda e o clitóris avantajado pulsar contra minha pele. Ela gozou instantaneamente, um espasmo que a fez arquear as costas na água. Sem dar tempo para respirar, abri suas pernas e forcei meu pau naquela bucetinha rosada.
— Ahhh! Enfia tudo, caralho! Me fode inteira! — ela gritava baixinho, apertando minhas costas.
Fudi ela por vinte minutos, um ritmo frenético, sentindo cada centímetro daquela xana apertada me sugar. Quando terminamos, a levei para o rasinho. Ela se ajoelhou na areia molhada, com os olhos brilhando de luxúria, e abocanhou meu pau. Foi um boquete demorado, visceral. Ela lambia meu saco, sugava a cabeça do pau com uma vontade insana, fazendo vácuo, me levando ao limite. Quando eu gozei, despejei tudo na boca dela. Ela não parou; continuou chupando cada gota, saboreando meu esperma com um prazer quase religioso.
— Meu marido nunca me beijou depois de uma chupada... — ela murmurou, enquanto trocávamos um beijo longo, com o gosto do meu gozo ainda presente em nossas línguas.
Mas o verdadeiro banquete estava guardado para o banheiro.
Ao chegarmos em casa, ela me chamou. Quando entrei, ela estava nua, a pele brilhando sob a luz fria. Eu a sentei na pia, abri aquelas coxas longas e lisinhas e mergulhei o rosto naquilo. Lamber aquela bucetinha foi a melhor experiência da minha vida. Passei a língua devagar, circulando o clitóris inchado, subindo e descendo, sentindo o gosto salgado e doce. Ela tremia, as coxas batendo contra meus ombros, até que ela explodiu em um orgasmo violento.
— Agora o cuzinho, meu amor... eu quero que você me foda por trás — ela implorou, a voz rouca de prazer.
Coloquei-a de quatro na pia. Comecei lambendo a fenda do cuzinho, sentindo o aroma forte e excitante. Usei o lubrificante que trouxe do quarto e, com paciência e força, empurrei meu pau naquele anel apertado.
— Puta que pariu... que aperto! — eu gemi.
— Ahhh! Isso... fode esse cu, fode com força! — ela gemia, enterrando as unhas na minha perna.
Foi um sexo anal profundo e prazeroso. Mete e tira constante, cada estocada batendo no fundo, fazendo a bunda firme dela vibrar. Ela rebolava, os bicos dos peitos endurecidos como rocha, querendo gritar mas abafando o som com o lenço. Gozei fundo naquele cuzinho.
O silêncio que se seguiu ao orgasmo foi interrompido não por palavras, mas pelo som metálico de uma maçaneta girando do lado de fora.
O susto foi imediato. O coração disparou, e por um segundo, o prazer visceral foi substituído por um choque gélido de adrenalina. Alguém estava tentando entrar. Era a minha esposa, ou talvez o pai dela. O pânico adicionou uma camada de eletricidade erótica que nós dois sentimos instantaneamente.
Ela não se moveu da pia; permaneceu de quatro, arqueada, com a respiração ofegante e os olhos arregalados, olhando para mim através do reflexo do espelho. Eu não tirei o pau dela imediatamente; senti a contração do esfíncter dela apertando meu membro em espasmos involuntários, reagindo ao medo e à excitação do risco.
— Shhh... — sussurrei, encostando meus lábios na nuca dela, sentindo o suor frio que brotava de sua pele.
Ouvimos a voz da minha esposa no corredor, perguntando se estávamos ali. O risco de sermos pegos, a possibilidade de a porta abrir e revelar a sogra nua, com o rabo aberto e o meu pau enterrado no fundo dela, transformou o ambiente em uma panela de pressão.
— Estou no banho, amor! — ela gritou, a voz saindo num sussurro rouco, quase um rosnado, enquanto ela me olhava com um desafio malicioso nos olhos. Ela não queria que eu saísse. Pelo contrário, ela empurrou a bunda contra mim, pedindo mais, querendo que eu a fodesse ali mesmo, enquanto a filha esperava do outro lado da porta.
Eu não aguentei. A urgência do perigo me deixou louco. Agarrei a cintura dela com força, enterrando meus dedos na carne macia de suas coxas, e comecei a dar estocadas rápidas e curtas. O som da carne batendo — *plact, plact, plact* — ecoava no banheiro. Ela mordia o próprio lábio para não gritar, os olhos revirando, o corpo tremendo violentamente a cada impacto.
— Porra... a gente vai ser pego... — eu gemia no ouvido dela, acelerando o ritmo.
— Me fode... fode enquanto ela espera... — ela sussurrou, a voz carregada de luxúria.
daquele cu, e gozei novamente, disparando jatos quentes dentro dela, enquanto ela soltava um gemido abafado que vibrou contra a porcelana da pia.
Limpamos tudo em segundos, num frenesi desesperado. Ela se vestiu rapidamente, mas antes de sair, ela se virou e me deu um beijo casto na bochecha, um contraste absurdo com a carnificina sexual que tínhamos acabado de ter.
— Até a próxima "reunião" de família, genro — ela piscou, saindo do banheiro com um sorriso de quem guarda o segredo mais sujo da casa.
Eu fiquei ali, parado, sentindo o cheiro dela impregnado em mim, sabendo que aquele era apenas o começo de um vício do qual eu jamais conseguiria me libertar.




