O ar condicionado zumbia baixo no apartamento, mas não era suficiente para aliviar o calor que Sara sentia percorrer seu corpo. Aos trinta e cinco anos, ela se achava no auge: cabelos castanhos sempre impecáveis, corpo esculpido na academia que fazia homens de todas as idades virarem a cabeça na rua. Mas seu olhar sempre se fixava nos mais jovens — aqueles de dezoito, vinte anos, com energia para foder com força e sem cansaço.
Seu sobrinho Joca, de vinte anos, era a personificação desse desejo. Malhado, bronzeado pelo surf, com um sorriso que parecia feito para tirar o fôlego de qualquer mulher. Nos últimos meses, Sara não conseguia pensar em outra coisa.
**SARA** (sussurrando para si mesma, enquanto se olhava no espelho do quarto): "Porra, Sara, você tá ficando maluca. Ele é seu sobrinho, caralho."
Mas a racionalidade perdia para a pulsação entre suas pernas. Toda noite, seus dedos achavam o clitóris enquanto sua mente projetava Joca sobre ela — imaginando suas mãos grandes, seu torso definido, e principalmente, como seria a pica dele agora que havia virado homem.
Eles moravam no mesmo condomínio que sua irmã, mãe de Joca. A proximidade era uma tortura deliciosa.
Um mês de joguinhos de sedução. Sara começou a usar shorts curtíssimos e blusas decotadas quando sabia que Joca viria visitar. Um dia, ao se curvar para pegar algo na geladeira, ela sentiu seu olhar fixo na curva de sua bunda.
JOCA-(com a voz um pouco rouca): "Tia Sara... tá muito gostosa hoje, hein?"
SARA- (virando-se lentamente, um sorriso provocante nos lábios): "Tia? Joca, você já tem vinte anos. Pode me chamar só de Sara."
Ele corou, mas seus olhos escuros não se desviaram do decote. Sara viu o movimento discreto — a mão dele ajustando a bermuda, um leve inchaço visível.
Foi a confirmação que precisava.
O dia decisivo chegou com um bolo. A mãe de Joca havia feito e pedido para ele levar.
JOCA (na porta, segurando a bandeja): "Oi, Sara. Minha mãe mandou."
SARA (usando apenas uma camiseta fina e calcinha, sabendo que a luz do corredor revelaria seus contornos): "Entra, amor. Vou colocar na cozinha."
Ela virou as costas, sentindo seu olhar queimar sua pele. Na cozinha, ao colocar o bolo na mesa, a presença dele chegou antes do toque. Ele estava tão perto que ela sentiu o calor do corpo dele, a respiração quente em seu pescoço. Arrepios percorreram sua espinha.
JOCA (sussurrando, suas mãos começando a descer de seus ombros para seus braços): "Sara... você tá toda arrepiada."
SARA (ofegante, incapaz de formar palavras coerentes): "Joca... nós não devemos..."
JOCA(sua mão encontrando sua cintura, puxando-a suavemente para trás): "Devemos sim. Você me quer. Eu te quero. Faz tempo."
Ela sentiu — firme, quente, impressionante — o volume na bermuda dele pressionando suas nádegas. Um gemido escapou de seus lábios. Ela empinou levemente, uma resposta involuntária.
**SARA** (virando-se dentro de seus braços, olhando diretamente em seus olhos): "Me mostra... me mostra como você ficou homem."
Ele não precisou ser convidado duas vezes. Com um movimento rápido, ele abriu o botão da bermuda, puxando o zíper. O que surgiu fez Sara engolir em seco — grande, ereto, com veias salientes pulsando.
**JOCA** (segurando-se, seu sorriso era pura luxúria): "Chupa. Chupa essa pica, Sara. Quero ver você engolindo."
Ela caiu de joelhos no chão da cozinha, sem hesitar. Suas mãos envolveram a base enquanto sua boca abocanhou a cabeça inchada. Salgado, quente, vivo. Ela mergulhou, sentindo a ponta bater na garganta.
**JOCA** (gemendo alto, suas mãos entrelaçando-se em seus cabelos): "Isso... porra, que boquinha gostosa... mais fundo, puta."
Ele guiava sua cabeça, movimentos ritmados e profundos. Sara se sentia usada, dominada, e isso a excitava como nunca. Lágrimas de esforço escorriam de seus olhos enquanto ela engolia cada centímetro.
**SARA** (saindo por um segundo, ofegante, com a boca brilhante): "Quero você dentro de mim, Joca. Agora."
Ele a levantou com uma força que a surpreendeu, carregando-a até o sofá da sala. Roupas voaram. Quando ele a colocou de lado, levantando sua perna, a ponta de seu membro encontrou sua entrada já encharcada.
**JOCA** (encaixando-se com um empurrão que fez Sara gritar): "Caralho... que buceta apertada... você tá me engolindo, sua vagabunda."
**SARA** (gemendo, suas unhas cravando-se nos ombros dele): "Mete! Mete forte, seu novinho gostoso! Enche sua tia de pica!"
Ele obedeceu. Cada investida era uma afirmação de juventude, de potência. Sara se masturbava freneticamente, seu clitóris pulsando sob seus dedos. Os seios dela balançavam, e Joca os apertava, depois levava a boca para morder e chupar os mamilos endurecidos.
**JOCA** (virando-a de quatro no sofá, sua voz rouca de prazer): "Rebola nessa pica, sua cadela. Rebola gostoso."
Sara obedeceu, arqueando as costas, sentindo cada centímetro entrando e saindo em um ritmo selvagem. A pele dele batia na sua com um som úmido e pecaminoso. A mão grande dele encontrou sua nádega, e um tapa ressoou no quarto.
**SARA** (gritando, o choque misturado com prazer intenso): "Isso! Bate mais, seu safado! Me trata como a puta que eu tô sendo!"
O suor escorria, misturando-se. O ritmo dele ficou descontrolado, irregular.
**JOCA** (com um grunhido animal, suas mãos apertando seus quadris): "Vou gozar... vou gozar dentro, Sara!"
**SARA** (já além do ponto de retorno): "Goza! Enche minha buceta, Joca! Me faz sua!"
A explosão foi quente, profunda, e Sara contraiu-se ao redor dele, sua própria onda de prazer engolfando-a enquanto ele jorrava dentro dela. Ele desabou sobre suas costas, ofegante.
Ficaram entrelaçados por minutos, em silêncio. O mundo exterior — seu marido, sua irmã, a moralidade — parecia distante.
**JOCA** (beijando seu ombro): "Porra, Sara..."
**SARA** (virando-se para beijá-lo, um beijo lento e sujo): "Isso não pode parar por aqui."
E não parou. Nos meses seguintes, sempre que o marido de Sara trabalhava, Joca aparecia. A cozinha, o sofá, o chuveiro, a cama do casal — todos se tornaram palco de seus encontros. Sara parou de tomar pílula, um pensamento perverso e excitante tomando conta: *E se...?*
A gravidez foi descoberta dois meses depois. O marido, feliz, achando que a "barriga de risco" finalmente havia rendido frutos. Joca, quando soube, ficou pálido, depois excitado.
**JOCA** (durante um encontro, sua mão na pequena protuberância): "Meu filho tá aí dentro... caralho, isso é o mais gostoso que já fizemos."
**SARA** (puxando-o para outro beijo): "É nosso segredo. Nosso pecado gostoso."
O parto veio. O menino tinha os olhos escuros e o sorriso perfeito de Joca. O marido de Sara, o corno dedicado, nunca questionou. Como poderia? A traição estava dentro de sua própria casa, nos braços de sua esposa, com o sangue de sua própria família.
Dois anos se passaram. O menino, chamado de Pedro pelo marido, é a viva imagem do sobrinho. Sara e Joca ainda se encontram, menos frequentemente, sempre com a mesma urgência animal.
**SARA** (sussurrando para Joca, durante um rápido encontro no carro, enquanto o filho deles dormia em casa com o homem que acreditava ser seu pai): "Ele tem seu sorriso... toda vez que ele sorri, eu fico molhada, lembrando da pica do papai dele."
**JOCA** (mordendo seu pescoço, suas mãos abrindo seu jeans): "E eu fico duro lembrando da buceta da mamãe... vamos, Sara, me faz de trouxa de novo."
Ela riu, um som baixo e lascivo, enquanto guiava ele para dentro dela. O risco era gigantesco. O escândalo, impensável. Mas o pecado... o pecado era deliciosamente doce.
E no fundo de seu coração, Sara sabia: ela nunca se arrependeria. Porque naquele segredo proibido, naquela luxúria compartilhada, ela havia encontrado o prazer mais intenso de sua vida — mesmo que ele usasse o rosto de seu próprio sobrinho e tivesse plantado sua semente onde nunca deveria.
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Beijinhos e abraços.





Em família está tudo bem!!!!!