Faxineira Coroa, virou minha Putinha




Faxineira Coroa, virou minha Putinha

— Caralho, que volume... — ela sussurrou, quase para si mesma, enquanto seus olhos brilhavam de desejo.

Eu tinha 20 anos e uma obsessão: mulheres mais velhas. Aos meus 1,85m e com um "instrumento" que sempre chamava a atenção, eu sabia o efeito que causava, mas nunca imaginei que a faxineira do meu vizinho estaria me observando. Ela era perfeita: negra, baixinha, com aquelas coxas grossas que pareciam prender qualquer coisa, seios firmes e uma bunda que desafiava a gravidade.

Tudo começou naquela segunda-feira. Eu estava sozinho, entregue ao tesão, assistindo pornô e batendo uma punheta com a janela aberta para o quintal. Quando olhei para o lado, nossos olhos se cruzaram. Ela me viu. Viu tudo. O susto me fez desligar a TV e vestir um calção folgado, mas o clima já estava armado.

Uma hora depois, ela apareceu na minha janela.
— Jorge... você pode me fazer um favor? — A voz dela estava rouca, carregada de intenção. — Preciso de um sabão que ficou no seu armário, eu não alcanço.

Assim que entrei no quarto, senti a respiração dela quente no meu pescoço. Antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, a mão dela, firme e decidida, mergulhou no meu calção e apertou meu pau com força.
— Eu vi você se batendo, garoto... — ela murmurou, lambendo os lábios. — Sempre quis provar esse tamanho todo. Vamos para a minha casa, agora!

Chegando lá, ela não perdeu tempo. Ajoelhou-se diante de mim com uma fome voraz. Quando ela abriu a boca para me receber, vi seus olhos arregalarem; meu pau era grande demais para ela. Ela começou a chupar com vontade, fazendo sons de sucção que me deixavam louco. Eu empurrava mais, forçando a garganta dela, sentindo-a engasgar enquanto eu dava garganta profunda. Ela gemia por baixo da minha pica, querendo cada centímetro. Quando eu não aguentei mais, gozei litros bem na boca dela. Ela engoliu tudo, lambendo os lábios com um sorriso malicioso.

— Fazia anos que eu não sentia algo assim... — ela suspirou.

Eu a joguei na cama. Abri aquelas pernas grossas e mergulhei o rosto naquela buceta lisinha e perfumada. Comecei a lamber o clitóris com movimentos rápidos, alternando com chupadas profundas. Ela começou a arquear as costas, gritando meu nome, até que gozou violentamente, tremendo sob meu toque.

— Agora é a minha vez, sua gostosa... — eu disse.

Coloquei ela de quatro. A visão daquela bunda grande me deixou cego. Ela estava molhadinha, e quando enfiei, entrou de uma vez, preenchendo-a completamente. Comecei a meter com luxúria, mudando de posição, sentindo a pressão deliciosa daquela carne contra a minha.

— Jorge, eu quero mais... me fode mais forte! — ela gritava.

Mas eu queria mais. Olhei para aquele cuzinho rosado e delicioso e senti um desejo incontrolável.
— Quero comer seu cuzinho agora.

Ela arregalou os olhos.
— Eu nunca dei... você é grande demais, vai doer!

— Relaxa, putinha... eu vou cuidar de você. — Eu a mandei chupar meu pau mais uma vez, bem babado, e enquanto ela fazia isso, usei lubrificante no anal dela.

Coloquei a cabeça do meu pau no cuzinho dela e parei. Ela gemeu, sentindo a pressão.
— Tá doendo... — ela sussurrou.
— Aguenta, respira... — eu disse, e lentamente fui empurrando. Quando cheguei na metade, parei de novo para ela se acostumar. Ela gritou, mas era um grito de prazer misturado com medo. Quando finalmente enfiei tudo, ela chorou baixinho, e ver aquela vulnerabilidade só me dava mais tesão.

Comecei a socar com força. O som da carne batendo era música para mim. A dor dela virou prazer, e logo ela estava pedindo:
— Mete, Jorge! Mete com força nesse cuzinho!

O sexo se tornou frenético, uma mistura de luxúria e entrega. Alternamos entre a buceta ardente e o anel apertado do ânus, em um ritmo que não nos deixava respirar.

Quando senti que ia gozar, não quis desperdiçar.
— De joelhos agora! — ordenei.

Ela obedeceu instantaneamente. Eu gozei litros, preenchendo a boca dela, que recebeu tudo com avidez. Ela se lambuzou toda, sorrindo enquanto limpava a boca com a língua.

Naquele momento, ela não era apenas a vizinha ou a faxineira. Ela era a minha putinha, e nós dois sabíamos que segunda-feira seria, a partir de agora, o nosso dia favorito.


Foto 1 do Conto erotico: Faxineira Coroa, virou minha Putinha

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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
Faxineira Coroa, virou minha Putinha

Codigo do conto:
274681

Categoria:
Coroas

Data da Publicação:
15/10/2026

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