O Segredo da gostosa Amiga da Minha Mãe



O Segredo da gostosa Amiga da Minha Mãe

A primeira coisa que notei quando abri a porta daquela casa foi o perfume dela. Não era um perfume comum; era algo que gritava feminilidade, luxúria e maturidade. Clara sempre foi o meu desejo proibido. Enquanto minha mãe ria de piadas bobas na sala, eu, aos 28 anos, passava horas no meu quarto, com o ouvido colado na parede, imaginando cada detalhe dos relatos picantes que ela contava sobre o ex-marido. Eu me punha a gozar pensando naquela mulher, imaginando como seria sentir aquela pele madura contra a minha.

Naquele dia, o destino jogou a meu favor. Minha mãe me pediu para instalar o Xbox dela. Três minutos de caminhada e eu estava lá.

— Oi, João. Que bom que você veio — ela disse, com um sorriso malicioso que eu nunca tinha notado antes. — Senta aí no sofá, querido. Vou só terminar o almoço na cozinha e já volto para te agradecer.

Instalei tudo em cinco minutos. O silêncio da casa era interrompido apenas pelo som do meu coração batendo forte. Quando terminei, gritei:

— Clara, já está tudo pronto!

Ela não respondeu com palavras. Ela apareceu no arco da porta e meu mundo parou. Clara não estava usando roupa nenhuma, exceto por um conjunto de lingerie de renda preta que apertava suas curvas generosas, deixando transparecer a vontade de ser possuída.

— Você é tão eficiente, João... — ela sussurrou, aproximando-se com um caminhar lento e hipnotizante. — Você acha que eu não percebia? O jeito que você me olhava... a fome nos seus olhos toda vez que eu ia na sua casa. Eu só estava esperando o momento certo de te mostrar o que você está perdendo.

Antes que eu pudesse processar, ela se ajoelhou na minha frente. Com um toque delicado e firme, ela abriu a minha calça. O contraste da pele dela com o tecido era excitante. Ela olhou nos meus olhos, deu um sorriso safado e, sem aviso, envolveu meu pau com a boca.

— *Meu Deus...* — eu gemi, jogando a cabeça para trás.

A boca dela era um paraíso quente e úmido. Ela não fazia apenas um boquete; ela fazia uma obra de arte. A língua dela percorria cada centímetro, sugando com uma força que me fazia tremer. Ela pedia, entre as sucadas, que eu gozasse ali mesmo, na boca dela. Como era minha primeira vez com alguém tão experiente, eu não aguentei dez minutos. Gozei profundamente, e ela, com uma luxúria admirável, engoliu tudo, lambendo os lábios para não sobrar nem uma gota.

— Agora — ela disse, levantando-se e segurando minha mão com força — é a minha vez de ser paparicada.

Ela me levou para o quarto, um santuário de cheiro de lavanda e desejo. Clara subiu na cama e, com um movimento fluido, ficou de quatro, empurrando o quadril para cima, oferecendo-me a visão mais linda da minha vida: a buceta rosa e o cuzinho apertado, ambos convidativos.

Eu me joguei ali. Comecei beijando suas costas, descendo para as nádegas, que eu mordia e lambia com vontade. Usei a língua para explorar cada dobra do seu corpo. Lamber a buceta dela foi a experiência mais deliciosa do mundo; eu passava minutos massageando o clitóris com a ponta da língua, ouvindo ela gemer alto, arqueando as costas e chamando meu nome. Eu descia para lamber o cuzinho dela, sentindo a contração do músculo, fazendo-a vibrar de prazer.

— João... por favor... me come agora! — ela implorou, a voz rouca de desejo.

Ela pegou uma camisinha no guarda-roupa, colocou no meu pau e, com um movimento decidido, se encaixou. Comecei a socar a buceta dela com força, sentindo cada centímetro do meu membro deslizando naquela umidade deliciosa. O som da carne batendo era o único ritmo que importava.

— *Isso, caralho! Me quebra no meio!* — ela gritava.

Depois de alguns minutos de sexo intenso, ela pediu para eu deitar.
Ela montou no meu colo, sentando-se com toda a sua força, enterrando meu pau até a raiz. A expressão dela era de puro êxtase, os olhos semicerrados e a boca entreaberta, soltando suspiros pesados que queimavam meu pescoço. Ela começou a cavalgar, num ritmo frenético, movendo o quadril em círculos que faziam cada nervo do meu corpo vibrar. Eu a segurava pela cintura, as unhas cravando na pele macia de suas coxas, ajudando-a a descer com ainda mais impacto.

— Você... não tem noção... do quanto eu queria isso — ela arfou, acelerando a frequência, o suor fazendo nossos corpos deslizarem um no outro.

O prazer era tão agudo que beirava a dor. Eu sentia a pressão interna, a parede quente de sua vagina apertando meu membro em espasmos violentos. Quando senti que não aguentaria mais um segundo, segurei seus quadris com força bruta e dei as últimas estocadas, profundas e rápidas, sentindo-a atingir o orgasmo simultaneamente. Ela soltou um grito abafado contra o meu ombro, o corpo inteiro tremendo em convulsões de prazer, enquanto eu despejava tudo dentro da camisinha, sentindo meu mundo girar.

Ficamos ali, em silêncio, apenas com o som de nossas respirações ofegantes e o coração batendo descompassado. O cheiro de sexo e lavanda impregnava o quarto.

Clara se inclinou, beijando meu rosto com carinho, mas aquele brilho malicioso ainda estava lá. Ela se levantou lentamente, revelando que a lingerie de renda agora estava toda amarrotada e deslocada, o que só a tornava mais atraente.

— Agora — ela sussurrou, caminhando até a porta do quarto e olhando para trás com um sorriso cúmplice — você vai me ajudar a limpar essa bagunça... ou prefere que eu te mostre o que mais eu sei fazer com a boca?

Eu não precisei de segunda explicação. O Xbox já estava instalado, mas a verdadeira diversão estava apenas começando. Naquele momento, eu não era apenas o filho da amiga dela; eu era o homem que tinha acabado de descobrir o segredo mais delicioso da vida da Clara.

No entanto, a atmosfera de euforia foi subitamente interrompida. Enquanto Clara se dirigia ao banheiro para se lavar, ela deixou a porta do quarto entreaberta. Em um impulso de curiosidade, ou talvez movido por aquela energia elétrica que ainda percorria meu corpo, eu me levantei. Meus olhos varreram o ambiente, que agora parecia menos um santuário de luxúria e mais um museu de segredos.

Ao lado da mesa de cabeceira, um caderno de capa de couro desgastada havia caído, aberto em uma página que parecia ter sido lida e relida centenas de vezes.

Aproximei-me lentamente. Não era um diário comum; eram anotações, esboços e fotos antigas coladas com fita amarelada. Meus olhos travaram em uma fotografia em preto e branco, datada de trinta anos atrás. Nela, via-se um homem jovem, com um sorriso arrogante e olhos que eram a cópia exata dos meus. Ao lado dele, uma Clara adolescente, com um olhar de adoração e medo que eu nunca tinha visto nela.

Abaixo da foto, a letra cursiva e nervosa revelava a verdade: *"Ele nunca soube que eu o amava daquela forma. Ele me usou como um degrau para sua própria ambição, deixando para trás um rastro de destruição e a promessa de que eu jamais seria suficiente. Agora, vejo o filho dele. Ele tem o mesmo olhar, a mesma aura de poder que me subjugava."*

Senti um aperto no peito. O homem na foto era meu pai, um homem que partira para a Europa quando eu era criança, deixando para trás apenas lembranças vagas e a amargura de minha mãe. Clara não era apenas a amiga da minha mãe; ela fora a vítima — ou a amante secreta — do meu pai.

O impacto da descoberta foi como um choque elétrico. A luxúria que nos unira minutos atrás transformou-se em algo muito mais denso, quase visceral. Percebi que a atração dela por mim não era casual, nem puramente física. Era uma projeção. Ela não estava tocando apenas em mim; ela estava tentando tocar o fantasma do homem que a quebrou, tentando recuperar, através do filho, a dignidade ou o desejo que lhe fora roubado.

Ouvi os passos dela voltando do banheiro. Quando Clara entrou no quarto e me viu com o caderno na mão, o sorriso malicioso desapareceu. Por um momento, ela pareceu pequena, vulnerável, desprovida de toda aquela armadura de sedutora experiente.

Nenhum de nós disse uma palavra. Não havia vocabulário capaz de traduzir a complexidade daquela herança: o trauma, a traição e a semelhança genética que nos ligava.

Ela caminhou até mim, os olhos cheios de lágrimas que se recusava a deixar cair. Ela não pediu desculpas, nem explicou. Em vez disso, ela envolveu meu pescoço com força, puxando-me para um beijo que não tinha nada de romântico. Era um beijo desesperado, faminto, carregado de uma raiva antiga e de um desejo que transcendia o tempo.

Naquela noite, o sexo tornou-se a nossa única linguagem possível. Cada estocada, cada gemido, cada toque bruto era a única forma de gritarmos as verdades que não sabíamos verbalizar. Nós não fazíamos amor; nós lutávamos contra o passado, tentando exorcizar a memória do meu pai através da pele um do outro. A luxúria tinha se tornado a nossa única ponte para a verdade: a de que estávamos ambos quebrados, e que a única maneira de nos sentirmos inteiros era nos consumindo mutuamente no silêncio do quarto.
(CONTINUA...)
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Beijinhos e abraços a todos.

Foto 1 do Conto erotico: O Segredo da gostosa Amiga da Minha Mãe

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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
O Segredo da gostosa Amiga da Minha Mãe

Codigo do conto:
274130

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
08/10/2026

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