Irmãzinha trans ,Safada e o Cuzinho Delicioso


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Irmãzinha Safada e o Cuzinho Delicioso

O vento soprava suave lá fora, mas dentro do meu quarto, o ar estava carregado de uma tensão que eu já não aguentava mais conter. Carla, minha meia-irmã trans, estava sentada na ponta da minha cama, as pernas cruzadas sob o vestido curto de seda. A luz do abajur acariciava as curvas do seu corpo – um violão esculpido a ferro e hormônios, com uma bunda redonda e empinada que parecia desafiar o tecido fino que a cobria. Os seios, perfeitos e firmes do silicone, levantavam o decote a cada respiração.

“Gostou do episódio?”, ela perguntou, virando para mim. Seus olhos eram grandes, pintados, e sua boca, um risco vermelho de batom.

“Gostei… mas tô gostando mais é de ver você aqui”, eu disse, a voz um pouco rouca. O tesão era uma fera presa nas minhas calças.

Ela sorriu, um sorriso sabido. “Carlos, para com isso. Somos irmãos.”

“Meia-irmã”, corrigi, me aproximando. “E faz pouco tempo que sei que você existe. Pra mim, você é só… Carla. Uma delícia de "mulherzinha"com "presente"...rrsss

Coloquei a mão na coxa dela, sentindo a pele macia sob a meia fina. Ela prendeu a respiração.

“Para”, sussurrou, mas não me empurrou.

“Não quero parar”, murmurei, inclinando-me. O cheiro do seu perfume, doce e amadeirado, invadiu meus sentidos. “Você é tão gostosa, Carla. Toda vez que te vejo, fico louco. Esses peitos… essa bunda… caralho.”

Antes que ela pudesse reagir, fechei a distância e capturei seus lábios. Foi um beijo roubado, inicialmente tenso, mas então ela gemeu baixinho, uma vibração doce contra minha boca. Suas mãos subiram, hesitantes, e se prenderam aos meus ombros.

“Isso é errado”, ela respirou entre um beijo e outro, mas sua língua já dançava com a minha, gulosa, atrevida.

“Tão errado e tão bom”, retruquei, minhas mãos deslizando pelas suas costas, apertando a cintura fina antes de se apossarem das nádegas redondas. “Eu quero você, Carla. Hoje. Agora.”

A empurrei suavemente para trás, deitando-a na cama. Ela olhou para mim, os olhos escuros de desejo e conflito. “E se alguém ouvir?”

“Deixa que ouçam”, disse, descendo o zíper do meu jeans. Minha pica já estava latejando, dura e impaciente. “Mas eles não vão. Você não quer um escândalo, não é? Afastar o papai de vez?”

Ela mordeu o lábio, um gesto que me deixou ainda mais excitado. “Seu canalha.”

“Sua safada”, retorqui, puxando o vestido dela para cima, revelando uma calcinha de renda preta que mal continha o volume do seu pau. “Olha só… já tá todo durinho também.”

Deitei-me sobre ela, nossos corpos se encaixando. Beijei seu pescoço, suas clavículas, a curva dos seios siliconados. Chupava os mamilos através do tecido do sutiã, ouvindo seus gemidos aumentarem.

“Tira… tira isso”, ela pediu, arqueando as costas.

Ajudei-a a tirar o vestido e o sutiã. Fiquei um momento apenas admirando. Era uma obra de arte. Baixei a cabeça e prendi um mamilo entre os lábios, chupando e mordiscando com devoção. Ela enterrou os dedos no meu cabelo, gemendo alto.

“Carlos… assim… caralho, que delícia…”

Minha mão desceu, passou pela barriga lisa e encontrou a calcinha. Puxei-a para o lado, libertando seu pau, que saltou, grande e rosado. Envolvi-o com a mão, e ela gemeu mais uma vez.

“Eu quero chupar você”, ela disse, voz embargada. “Deixa eu te chupar.”

Rolemos na cama, até que ela ficou por cima. Seus cabelos caíam como uma cortina ao redor do meu rosto enquanto ela descia, beijando meu peito, meu abdômen, até que seus lábios quentes envolveram a cabeça da minha pica. Foi uma sensação elétrica. Um boquete lento, profundo, delicioso. Ela usava a língua com habilidade, lambia o comprimento todo, sugava as bolas.

“Ah, porra… Carla… que boca gostosa, caralho”, gemi, perdendo os dedos nos cabelos dela.

Depois de alguns minutos que pareceram uma eternidade de prazer, eu a puxei para cima. “Agora eu quero chupar você. Tudo de você.”

Ela se posicionou de quatro na cama, aquela bunda magnífica empinada para mim. Aproximei meu rosto, beijando cada centímetro daquelas nádegas perfeitas antes de separá-las com as mãos. Seu cuzinho rosado e contraído estava à minha vista. Cheirei seu aroma único, puro tesão, e então passei a língua devagar, de cima a baixo.

Ela gritou, um som agudo de surpresa e prazer. “Ah, meu Deus! Isso… ninguém nunca fez isso…”

“Eu faço”, murmurei, e mergulhei a língua com mais força, lambendo, beijando, explorando o anel apertado. Ela começou a rebolinar contra o meu rosto, gemendo sem parar. “Seu cuzinho é uma delícia, mana. Tão apertadinho… quero meter nele.”

“Espera… lubrificante”, ela ofegou, esticando o braço para a bolsa no chão. Tirou um pequeno frasco e entregou para mim.

Apliquei uma generosa quantidade nos meus dedos e massageei seu anel, penetrando devagar com um dedo, depois dois. Ela estava molhada por dentro, quente e convidativa.

“Tá pronto?”, perguntei, já posicionando a cabeça da minha pica na entrada.

“Vai… vai devagar, Carlos. É a primeira vez assim… com um homem”, ela disse, olhando para trás sobre o ombro, o rosto marcado pelo desejo.

“Eu vou cuidar de você”, prometi, e comecei a empurrar.

A sensação de entrar naquele cuzinho apertado e quente foi indescritível. Avancei milímetro a milímetro, parando a cada gemido mais intenso, beijando suas costas.

“Tá doendo?”, perguntei, já completamente dentro.

“Um pouco… mas tá gostoso… caralho, como tá gostoso”, ela gemeu. “Agora mexe… mexe devagar.”

Obedeci. Comecei um ritmo lento, constante, de entra e sai. Cada movimento era uma descoberta, uma fusão de proibição e prazer puro. O som úmido do sexo preenchia o quarto, acompanhado pelos nossos gemidos sincronizados.

“Assim… assim, irmão… mete no meu cuzinho… enche seu irmão de piroca”, ela começou a falar, as palavras atrevidas me excitando ainda mais.

“Você gosta, sua putinha? Gosta do cuzinho arrombado pelo seu irmão?”

“Amo! Caralho, amo! Mais forte… pode ir mais forte agora!”

Acelerei o ritmo, as estocadas ficando mais profundas e firmes. Ela empurrava para trás, encontrando cada uma das minhas investidas. A cama rangia em protesto. Sua mão voou para o próprio pau, que ela começou a masturbar freneticamente.

“Eu vou gozar, Carla… vou encher seu cuzinho de porra”, avisei, o calor se acumulando na minha base.

“Goza, goza dentro! Eu também tô quase… ah, caralho, CARLOS!”

O gemido dela, alto e prolongado, foi o meu gatilho. Enterrei-me até o fundo e explodi, jatos quentes de porra inundando seu interior ao mesmo tempo que sentia o corpo dela tremer violentamente, sua própria porra jorrando na minha cama.

Ficamos assim por um longo minuto, ofegantes, conectados. Eu caí ao lado dela, puxando-a para um abraço. Estávamos suados, melados, e cheiravamos a sexo.
Mas eu queria dar-lhe o prazer total... ajoelhei até que meus lábios quentes envolveram a cabeça da verga dela. Foi uma sensação elétrica. Um boquete lento, profundo, delicioso. Eu usava a língua com habilidade, lambia o comprimento todo, sugava as bolas e enfiava 2 dedos em vai vem no seu cuzinho.

“Ah, porra… Carlos… que boca gostosa, caralho”, gemeu, e gozou dentro da minha boca ,perdendo os dedos nos meus cabelos .

Ela virou-se e me beijou, um beijo lento, profundo, cheio de língua e sabor compartilhado.

“Foi… incrível”, ela sussurrou contra meus lábios.

“Foi. E vai acontecer de novo”, declarei, passando a mão pela sua bunda.

Ela riu, um som suave. “Todo dia, se você quiser.”

“Todo dia”, confirmei, beijando-a novamente.

Mais tarde, depois de nos limparmos e ela vestir o vestido novamente, descemos para a sala. Meu pai e minha mãe ainda conversavam na cozinha.

“Se divertiram?”, perguntou meu pai, distraído.

Carla me olhou, um brilho travesso no olhar. “Muito, pai. O Carlos é um ótimo anfitrião.”

E sentou-se no sofá, cruzando as pernas, a imagem da inocência. E eu, sabendo que aquele cuzinho delicioso ainda estava quente e cheio de mim, só pude sorrir. A noite tinha sido perfeita. E era só o começo....

Se gostaram, votem e comentem. Só me incentivam a escrever mais.
Beijinhos e abraços a todos.

Foto 1 do Conto erotico: Irmãzinha trans ,Safada e o Cuzinho Delicioso

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Ficha do conto

Foto Perfil lampiao69
lampiao69

Nome do conto:
Irmãzinha trans ,Safada e o Cuzinho Delicioso

Codigo do conto:
273917

Categoria:
Bissexual

Data da Publicação:
05/10/2026

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