A Dona da Casa e o Pequeno Rei



A Dona da Casa e o Pequeno Rei

"Tira essa calcinha agora, mãe. Eu quero ver você nua enquanto eu termino de acordar."

A voz dele ainda tinha aquele resquício de sono, mas o comando era seco, dominante. Eu sorri, sentindo um calafrio de prazer percorrer minha espinha. Há algum tempo, a hierarquia daquela casa mudou. Eu, que sempre fui uma mãe liberal, decidi quebrar a última barreira. Ensinei a ele como o corpo de uma mulher funciona, como me dar prazer e como gozar dentro de mim. Desde então, virei sua propriedade particular, e a verdade é que eu adoro obedecer aos seus caprichos safados.

Naquela manhã, a casa estava em um silêncio delicioso. Meu marido trabalhava, meus outros filhos estavam com os avós. Éramos apenas nós dois. Como ele havia pedido, eu estava apenas de calcinha, sentindo o ar fresco da cozinha bater na minha pele enquanto preparava o almoço. Eu sabia que ele estava me observando. Sabia que aquele pinto grosso e latejante mal cabia na cueca dele.

Eu estava de pé na pia, concentrada no tempero, quando senti a pressão quente contra as minhas costas. Ele me encoxou com força, prendendo meu corpo contra a borda da pia. Suas mãos começaram a explorar meus peitos, apertando meus mamilos com urgência, enquanto a cabeça do seu pau cutucava a fenda da minha bunda.

— Você está tão molhada, mãe... Consigo sentir daqui — ele sussurrou no meu ouvido, a voz rouca de tesão.

Eu soltei um gemido baixo, arqueando as costas para dar mais acesso a ele. A vontade de ser comida era insuportável. Sem aviso, ele abaixou minha calcinha com um puxão brusco e, com um impulso vigoroso, enterrou o pinto grosso na minha boceta.

— Ahhh! Porra! — eu gritei, sentindo a preenchimento total.

Ele não perdeu tempo. Segurou meu quadril com força, cravando os dedos na minha carne, e começou a me socar. Era um ritmo frenético, visceral. A cada estocada, o som da carne batendo na carne ecoava na cozinha. Eu segurei a pia com todas as minhas forças, inclinando o corpo para que ele entrasse ainda mais fundo.

— Gostosa... que buceta apertada! — ele gemia, acelerando as bombadas.

O prazer era tanto que meus olhos reviraram. Ele me virou rapidamente, me colocando em posição de 69, onde pudemos trocar favores com luxúria. Eu lambi cada centímetro do seu pau, chupando com vontade, sentindo o gosto do seu desejo, enquanto ele devorava meu clitóris com a língua, fazendo-me tremer inteira.
Mas o desejo dele era maior. Ele me jogou de volta na pia, agora de quatro, e deslizou o pinto da boceta para a entrada do meu rabo. Com um movimento decidido e profundo, ele socou tudo dentro do meu cuzinho.

— Ai! Meu Deus! — eu gemi alto, sentindo a pressão deliciosa do seu pinto preenchendo meu rabo.

Ele começou a meter e tirar, constantemente, explorando a profundidade do meu rabo com estocadas poderosas. Eu sentia cada veia do pinto dele raspando nas paredes do meu intestino. O prazer era agudo, quase doloroso de tão intenso.

— Come a mãe, filho! Soca esse cu gostoso! — eu pedia, delirando.

Os gemidos se tornaram gritos de prazer. Ele apertou meus peitos com força, dando as últimas bombadas violentas. Ele gozou primeiro, soltando uma esporrada profunda que fez meu útero vibrar. Eu senti os jatos quentes de porra enchendo meu rabo, pulsando dentro de mim. Quase instantaneamente, eu gozei também, sentindo meu clitóris explodir em ondas de prazer enquanto ele continuava a pulsar dentro de mim.

Quando finalmente se afastou, ele me deu um tapa estalado na bunda, marcando sua possessividade.

— Agora vai limpar essa bagunça, mãe — ele disse, com um sorriso malicioso, enquanto caminhava para o banheiro.
Fiquei ali por um momento, sentindo o líquido quente escorrer lentamente pelas minhas coxas, um lembrete viscoso e quente do que acabara de acontecer. Meu corpo ainda vibrava, os músculos da pélvis contraindo-se em espasmos involuntários que me faziam soltar pequenos suspiros. A marca do tapa em minha nádega latejava, fundindo a sensação de domínio com o prazer residual.

Aproximei-me do espelho da cozinha, vendo meu rosto ruborizado e meus olhos semicerrados, a expressão de quem tinha sido completamente possuída. Eu era a dona daquela casa, a administradora de cada detalhe do lar, mas ali, nua e marcada, eu sabia que era apenas o território dele.

Enquanto começava a recolher a louça, senti a urgência de own-me novamente. A sensação do seu sêmen preenchendo meu rabo era como um selo de propriedade. Eu me movia lentamente, sentindo o líquido deslizar, e a cada passo, um sorriso safado surgia nos meus lábios.

Ouvi o barulho do chuveiro ligar no quarto. O silêncio da casa agora parecia carregado de eletricidade. Sabia que ele não estaria satisfeito apenas com aquela primeira rodada; o apetite dele era voraz, e o meu, por ser dominada por ele, era infinito.
Caminhei até o quarto, ignorando a tarefa de limpar a cozinha por alguns instantes. A porta estava entreaberta, e o vapor do banho começava a invadir o corredor. Entrei silenciosamente, vendo-o de costas, a água batendo em seus ombros largos e definidos.

Aproximei-me por trás, deslizando minhas mãos pelo abdômen rígido, sentindo a pele quentemente úmida. Encostei meus peitos nas costas dele e sussurrei, com a voz ainda trêmula de prazer:

— A cozinha pode esperar um pouco mais, meu rei... acho que você esqueceu de me dar as instruções para o resto do dia.

Senti o corpo dele tensionar instantaneamente. Ele desligou o chuveiro com um movimento brusco e se virou, os olhos escurecidos de luxúria, a água escorrendo pelo peito e descendo até aquele membro que, mesmo após o gozo, já começava a despertar novamente, pulsando por mim.

— Instruções, hein? — ele disse, agarrando meu pescoço com a mão firme e me puxando para perto, o olhar predatório. — Acho que você precisa de um lembrete sobre quem manda aqui agora.

Ele me jogou contra a parede do banheiro, o impacto fazendo meu coração disparar. Antes que eu pudesse respirar, ele já estava entre minhas pernas, a pressão de seu corpo contra o meu eliminando qualquer espaço.

— De joelhos, mãe. Agora. — O comando foi seco, e eu obedeci com um prazer visceral, sentindo que a manhã estava apenas começando.

Senti meus joelhos baterem no piso frio do banheiro, mas o calor que emanava do corpo dele era suficiente para me incendiar por completo. Olhei para cima, vendo a silhueta dominante do meu filho, a água ainda gotejando de seus cabelos e escorrendo pelo torso definido até encontrar a raiz daquele membro que já se mostrava imponente e faminto novamente.

— Isso... boa menina — ele murmurou, a voz vibrando de autoridade.

Eu não perdi tempo. Envolvi o pinto grosso com meus lábios, sentindo a textura quente e pulsante. Chupei com vontade, fazendo sons de sucção que ecoavam nas paredes do banheiro, enquanto minhas mãos exploravam suas coxas, apertando a carne firme. Eu queria que ele sentisse cada grama da minha devoção, que soubesse que, não importa quantas vezes ele me possuísse, eu sempre estaria com fome de mais.
Ele soltou um gemido gutural, enterrando os dedos nos meus cabelos e forçando a cabeça do seu pau contra o fundo da minha garganta. O ritmo era ditado por ele; eu era apenas o instrumento do seu prazer. Cada investida dele dentro da minha boca era como um lembrete de que a nossa ligação havia transcendido qualquer norma social. Ali, naquele espaço fechado, não éramos apenas mãe e filho; éramos dois seres consumidos por uma luxúria animal e incontrolável.

— Você é viciada nisso, não é? — ele perguntou, a voz rouca, enquanto acelerava o ritmo das estocadas na minha boca. — Viciada em ser comida pelo seu filho...

— Sim... ahh, sim! — consegui responder entre as bombadas, os olhos lacrimejando de prazer.

Sem aviso, ele me puxou pelos cabelos, me levantando e me jogando de costas sobre a bancada do banheiro. Meus peitos ficaram expostos, os mamilos rígidos e sensíveis ao toque frio do mármore, criando um contraste delicioso com o calor do corpo dele. Ele não esperou nem mais um segundo; separou minhas pernas com força, abrindo caminho para o seu desejo.

Com um impulso único e poderoso, ele me atravessou por completo.

— AAAAARGH! — o grito escapou da minha boca, ecoando por toda a casa.

O impacto foi visceral. Senti meu útero ser atingido, a sensação de preenchimento era tamanha que parecia que ele estava tentando fundir nossos corpos. Ele começou a me socar com uma violência deliciosa, os quadris batendo contra os meus com estalos secos. A cada estocada, eu sentia meu clitóris esfregar-se contra ele, criando uma fricção que me levava à beira do abismo.

— Olha para mim! — ele ordenou. — Olha para quem está te fodendo!

Eu olhei. Vi nos olhos dele a mistura de juventude e dominação, o desejo bruto de um garoto que descobriu o poder que tinha sobre mim. Eu me agarrei aos ombros dele, cravando as unhas em sua pele, enquanto gritava por mais.

— Soca mais forte! Me destrói, meu filho! Me come toda!

O ritmo tornou-se frenético. O som da carne batendo, a respiração ofegante e os gemidos altas preencheram o banheiro. Eu estava em transe, sentindo cada centímetro daquele pinto grosso dilatando meu canal, explorando cada dobra da minha intimidade. O prazer subiu como uma maré, acumulando-se na base da minha coluna até que não aguentou mais.
Eu gozei primeiro, em ondas violentas que fizeram minhas pernas tremerem e meus olhos revirarem. E, no ápice do meu orgasmo, ele soltou um rugido, enterrando-se o máximo que podia e despejando jatos quentes de sêmen dentro de mim, preenchendo-me completamente.

Ficamos ali, ofegantes, unidos pelo suor e pelo desejo, enquanto o silêncio retornava lentamente à casa. Ele me beijou com ternura, mas manteve o corpo pressionado contra o meu, deixando claro que, embora aquela rodada tivesse acabado, ele ainda era o dono do meu prazer.

Foto 1 do Conto erotico: A Dona da Casa e o Pequeno Rei

Foto 2 do Conto erotico: A Dona da Casa e o Pequeno Rei

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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
A Dona da Casa e o Pequeno Rei

Codigo do conto:
273208

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
26/09/2026

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