O silêncio da casa de Isabel era enganoso; ele não guardava paz, mas sim uma tensão sexual que vibrava nas paredes. Eu, Igor, com meus 20 anos, era o único a alimentar aquela fome, não apenas levando as refeições, mas tornando-me o cúmplice de um desejo que nenhum dos dois conseguia mais conter.
Tudo mudou naquela tarde. Ao entrar com o café, o som abafado vindo do sofá me paralisou. Isabel, com seis meses de gravidez, estava entregue. Os fones de ouvido a isolavam do mundo, enquanto seus dedos e um vibrador trabalhavam freneticamente em sua intimidade. Ela sarrava o brinquedo com uma urgência animal, os seios fartos e pesados balançando, os mamilos rígidos sob o tecido fino da blusa. Quando esbarrei no armário, o susto a fez olhar para mim.
— Merda, Igor! Você me assustou... — ela disse, a respiração ofegante, o rosto corado de prazer.
Ela não se cobriu. Pelo contrário, havia um convite no olhar. Ela confessou que a ausência do marido a deixava louca, que o corpo grávido pedia por um toque que ela não tinha.
— Você quer ajuda com isso, Isabel? — perguntei, minha voz rouca, sentindo meu pau latejar contra o jeans.
— Quer ajuda? Porra, Igor... eu quero que você me devore — ela respondeu com um sorriso malicioso.
Não perdi tempo. Tirei a roupa rapidamente, expondo meu membro já completamente ereto e pulsante. Isabel não resistiu; ela se ajoelhou diante de mim, a barriga redondinha encostando em minhas coxas, e abocanhou minha rola com uma vontade desesperada. O calor da boca dela era surreal. Ela chupava com vontade, fazendo sons de sucção que me faziam delirar. Enquanto isso, ela usava as mãos para massagear meus testículos, subindo e descendo, enquanto eu acariciava seus cabelos.
— Que delícia... que rola gostosa você tem, Igor — ela murmurou entre as sugadas.
Para aumentar a luxúria, ela se posicionou de lado, encostando os seios enormes no meu tronco. Começamos uma "espanhola" deliciosa, onde ela friccionava os mamilos sensíveis contra o meu pau, criando um atrito quente e úmido que quase me fez gozar na hora.
Mas o ápice veio quando ela abriu as pernas no sofá. A bucetinha dela estava transbordando, um convite líquido e quente.
— Soca, Igor... soca com vontade nessa safada — ela implorou.
Deslizei a cabeça da rola lentamente, sentindo a resistência deliciosa da entrada molhada, e então empurrei tudo de uma vez. O gemido que escapou da garganta dela foi o som mais erótico que já ouvi. Começamos a penetrar com luxúria, movimentos profundos e lentos que depois se tornaram frenéticos. Eu a possuía com força, sentindo cada contração daquela vagina deliciosa.
No meio do ato, decidimos experimentar algo mais. Com cuidado, mas com desejo, deslizei para a entrada do cuzinho dela. Isabel soltou um grito abafado quando senti a pressão do ânus apertadinho. Comecei a foder o cu dela com delicadeza, alternando entre a buceta e o rabo, criando um ritmo de prazer absurdo. Em um momento de pura luxúria, nos posicionamos em 69: eu explorava cada dobra do seu clitóris com a língua, enquanto ela se perdia no sabor do meu pau.
— Ah, meu Deus! Eu vou gozar! — ela gritou, arqueando as costas.
O orgasmo dela veio como uma onda, apertando minha rola com força. Aproveitando o ápice, eu me enterrei profundamente em sua bucetinha e esporrei tudo, sentindo meu sêmen preencher aquele espaço sagrado.
Passamos o mês seguinte repetindo esse ritual. Cada visita era um novo banquete de prazer, onde cada centímetro do corpo dela era explorado por mim. O marido viajava, e nós, em nossa bolha de luxúria, transformamos a casa em um santuário de pecado. A rotina era quase ritualística: eu chegava com as compras ou com a comida, e antes mesmo de colocar as sacolas na bancada da cozinha, nossas peles já se buscavam. Havia uma urgência elétrica, um medo delicioso de sermos pegos que só servia para temperar o desejo.
Em uma dessas tardes, a luxúria nos levou para além do sofá. Decidimos explorar a cozinha, onde o granito frio da bancada contrastava com o calor vulcânico dos nossos corpos. Eu a ergui, sentindo o peso gostoso de seus quadris e a curva generosa da barriga pressionando meu abdômen. Isabel soltou um riso rouco, quase um suspiro, enquanto envolvia minhas costas com as pernas, prendendo-me a ela como se temesse que eu evaporasse.
— Igor... eu sinto que vou derreter se você não entrar em mim agora — ela sussurrou, mordendo o lábio inferior, os olhos nublados de puro cio.
Eu não usei pressa. Usei a língua. Comecei a beijar o caminho que ia de seus seios inchados, descendo lentamente, sentindo o perfume cítrico de sua pele misturado ao aroma doce da gestação. Quando cheguei ao ventre, depositei beijos suaves, sentindo a vida pulsar ali dentro, enquanto minha mão direita já trabalhava a entrada de sua intimidade, que estava tão encharcada que o líquido escorria por minhas coxas.
Eu a possuí ali, contra a pedra fria, em estocadas profundas que faziam a bancada vibrar. O som da carne batendo contra a carne ecoava pela cozinha vazia, um ritmo frenético e primitivo. Isabel enterrava as unhas nos meus ombros, soltando gemidos altos, sem se importar mais com o silêncio da casa. Ela queria ser preenchida, queria sentir cada centímetro do meu vigor rasgando a apatia de sua solidão.
— Mais forte, Igor! Por favor, me quebra no meio! — ela implorava, jogando a cabeça para trás, expondo o pescoço suado para que eu pudesse morder e marcar meu território.
O ápice veio enquanto eu a segurava pelos quadris, elevando-a levemente a cada impulso. O prazer era tão agudo que beirava a dor. Quando o orgasmo nos atingiu, foi como uma explosão sincronizada. Isabel gritou meu nome, apertando meu membro com espasmos violentos, enquanto eu despejava todo o meu gozo dentro dela, sentindo-a pulsar ao redor de mim, acolhendo cada gota de minha entrega.
Ficamos ali, ofegantes, envoltos no cheiro de sexo e suor, enquanto o sol da tarde começava a baixar. Sabíamos que aquele jogo era perigoso, que a linhagem de nosso sangue tornava aquilo um tabu, mas a verdade era que nenhum pecado era grande o suficiente para apagar a fome que sentíamos um pelo outro. O segredo do ventre agora estava selado pelo prazer.
Se gostares, vota e comenta.
Beijinhos e abraços
OBS: Conteúdo fictício. Qualquer nome, local ou situação presente neste texto não possui qualquer relação com a realidade.

