O Despertar da Fome/ Amizade ReCUperada...
— Você não tem noção do quanto eu imaginei esse momento nos últimos dez anos — sussurrou Júlio, a voz rouca, quase um rosnado, enquanto fechava a porta do quarto de motel.
Lara não respondeu com palavras. Ela sentia o coração martelar contra as costelas, uma mistura de pânico e excitação elétrica. Ela era a mulher bem-sucedida, a mãe organizada, a dona de empresa que comandava tudo. Mas ali, diante daquele homem que a olhava como se ela fosse a última gota de água em um deserto, ela se sentia apenas... fêmea.
O beijo não foi gentil; foi uma colisão. As línguas se entrelaçaram com urgência, um gosto de saudade e luxúria. Enquanto as mãos de Júlio desciam com força pelos seus quadris largos, Lara soltou um gemido own-estrangeiro, um som de quem finalmente encontrou o que faltava.
— Porra, Lara... você é ainda mais gostosa do que nas fotos — ele disse, afastando-se apenas o suficiente para devorar cada centímetro de pele que a roupa revelava.
As roupas voaram, descartadas sem cerimônia. No reflexo do espelho, Lara viu a cena: seu corpo curvilíneo, os mamilos eretos e escuros, e Júlio, um homem feito, com a pica latejando, dura como pedra, apontada para ela com uma promessa de prazer.
Lara caiu na cama redonda, as pernas abrindo-se instintivamente. Júlio não perdeu tempo. Ele mergulhou o rosto entre as coxas dela, a barba por fazer roçando a pele sensível, causando arrepios que subiam pela espinha. Quando a língua dele encontrou o clitóris, Lara arqueou as costas, soltando um grito abafado.
— Isso... ai, meu Deus, sim! — ela gemia, enquanto ele chupava sua bucetinha com uma voracidade animal, alternando entre lambidas longas e sucções profundas que a faziam pulsar.
Júlio subiu o corpo, beijando-a com luxúria, enquanto a mão descia para explorar o território proibido. Com delicadeza, mas com firmeza, ele deslizou o dedo pelo cuzinho dela, sentindo a contração do músculo. Lara soltou um suspiro own-estrangeiro, sentindo a invasão deliciosa. Ele começou a lamber a entrada do ânus dela, um carinho úmido e quente que a deixou completamente entregue.
— Eu quero você dentro de mim... agora! — ela implorou.
Lara ajoelhou-se sobre ele. Ela pegou aquele pau latejante, a cabeça rosada e brilhante, e o envolveu com os lábios. Ela o chupou com vontade, sentindo o tamanho dele preencher sua boca, enquanto usava a mão para massagear os testículos. Júlio soltou um palavrão, a respiração pesada, quase perdendo o controle.
— Vem cá, sua safada... — ele a virou, colocando-a de quatro.
Ele a possuiu de repente. Uma estocada profunda, violenta e certeira. Lara sentiu a pica dele rasgar sua solidão, preenchendo-a completamente. O impacto da carne batendo contra a carne ecoava no quarto.
— Olha pra você no espelho... olha como você tá sendo fodida! — Júlio rosnou no ouvido dela, enquanto puxava seus cabelos loiros para trás, expondo seu pescoço.
Lara via a imagem: seu quadril largo balançando, a pica de Júlio entrando e saindo de sua cona molhada, a pele suada brilhando sob a luz do motel. O prazer era insuportável. Ela sentia orgasmos em ondas, ondas de puro tesão que a faziam tremer inteira.
— Mais forte! Me fode mais forte! — ela gritava.
Ele respondeu com tapas firmes na bunda dela, deixando a marca vermelha do desejo. A luxúria era total. Eles alternaram posições, explorando cada ângulo. Em um momento de entrega absoluta, ele a virou e, com um cuidado luxurioso, deslizou a pica para dentro do cuzinho dela. Lara soltou um gemido agudo, sentindo a pressão deliciosa, a sensação de preenchimento total que a levava ao êxtase
Enquanto a penetração anal trazia aquela sensação de plenitude quase dolorosa, mas absurdamente prazerosa, Júlio não conseguia tirar os olhos do reflexo no espelho. Ele via a expressão de êxtase de Lara, os olhos semicerrados e a boca entreaberta. Com uma mão firme na nuca dela e a outra descendo para apertar aquela bunda farta, ele começou a socar a pica com vigor, sentindo cada contração do esfíncter de Lara apertando seu membro.
Ele se perdeu naquela visão: a pele branca dela contrastando com o vermelho vivo do desejo, o movimento rítmico e animal. Sem parar de beijar aquela boca que ele tanto desejou por anos, Júlio alternava a pressão. Enquanto socava com força, ele descia a mão para acariciar o clitóris dela, que agora pulsava, inundando a cama de lubrificação. Com um movimento ágil, ele deslizou um dedo pelo cuzinho, explorando a profundidade enquanto a pica continuava a ditar o ritmo daquela dança carnal.
A tensão subiu ao limite. O ritmo tornou-se frenético, quase desesperado. Entre um beijo voraz e uma socada profunda, a pica escapoliu de dentro do ânus. Antes que o vácuo do prazer se transformasse em saudade, Lara, num reflexo de pura luxúria, guiou o membro quente e latejante diretamente para sua bucetinha, encaixando-o com precisão cirúrgica.
O impacto da mudança de orifício foi o gatilho final. O choque térmico e a pressão súbita fizeram Júlio perder o controle. Ele travou o quadril contra o dela, sentindo as paredes vaginais de Lara apertarem sua pica em espasmos violentos. Sem conseguir segurar mais, ele ejaculou o leite grosso em jatos potentes, inundando as profundezas dela, enquanto parte do gozo transbordava e escorria sobre os lençóis da cama.
Lara arqueou as costas, sentindo o calor do leite preencher seu ventre. Ela soltou um gemido rouco, quase um comando, reclamando com a voz embargada que queria beber aquele leitinho, lambendo os lábios enquanto sentia o volume do prazer pulsar dentro de si.
O silêncio que se seguiu foi preenchido apenas pela respiração ofegante de ambos. Deitados, pele com pele, o suor secando ao vento do ar-condicionado, eles começaram a conversar. As palavras fluíam com a leveza de quem finalmente tirou um peso dos ombros. Riram da ironia do destino, admitindo, entre carícias suaves, que estavam profundamente arrependidos por não terem se entregado ao tesão muito antes. O tempo perdido era a única coisa que lhes pesava.
No entanto, a satisfação não trouxe o sono, mas sim um novo tipo de fome. O fogo, que julgavam ter apagado com a primeira rodada, voltou a queimar, agora mais lento, mais profundo. Eles fizeram amor novamente, mas desta vez sem a pressa do início; foi um encontro de pele, de descoberta, um sexo gostoso e demorado que explorou cada centímetro de pele, deixando um gostinho intenso de quero mais.
Ao se despedirem, já com o próximo encontro marcado no calendário, Lara e seu velho amigo selaram o pacto: a amizade deles agora tinha um novo e excitante ingrediente, e eles fariam questão de fortalecê-la sempre que a vontade — e a oportunidade — permitisse.
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