O Banquete do Prazer :Bom sexo, sem limite de idade!



O Banquete do Prazer :Bom sexo, sem limite de idade!

— Você não faz ideia do quanto eu desejei tirar essa sua roupa desde que vi a primeira foto do seu perfil — sussurrou ele, a voz grave vibrando contra o meu pescoço.

Eu não esperava que o encontro fosse tão elétrico. Tínhamos passado o dia em Sesimbra, rindo como dois loucos, com ele a ensinar-me a comer percebes com a mesma paciência e dedicação com que agora me olhava. Ele era mais velho, sim, mas havia uma luxúria nos seus olhos que faria qualquer rapaz de 18 anos parecer um amador.

Quando entramos no quarto do hotel, a vista da varanda tornou-se irrelevante. O mundo exterior desapareceu no momento em que ele me empurrou suavemente contra a porta, beijando-me com uma fome que me deixou as pernas bambas.

— Quero te ver nua, agora — comandou ele, com aquele tom de quem sabe exatamente o que fazer.

Fomos para a banheira de espuma. O calor da água era apenas um prelúdio para o calor dos nossos corpos. Enquanto ele me ensaboava, as mãos dele não eram apenas gentis; eram exploradoras. Ele deslizou os dedos pelo meu clitóris sob a espuma, fazendo-me arquear as costas com um gemido alto.

— Assim, gostosa... sente como eu te quero — ele murmurou, enquanto a língua dele descia pelo meu ventre, procurando o meu centro.

Saímos da banheira ensopados de desejo e caímos na cama. Ali, a luxúria assumiu o controle. Ele se posicionou entre as minhas pernas e começou um oral devastador. A língua dele trabalhava o meu clitóris com uma precisão cirúrgica, sugando-me, provocando-me, até que eu não conseguisse mais gritar "por favor" sem soltar um palavrão de prazer.

— Caralho, você é deliciosa! — exclamou ele, subindo o corpo para que pudéssemos ficar de frente.

Nesse momento, decidimos o **69**. Foi um banquete de pele e fluidos. Enquanto eu sentia a língua dele me levar ao limite, eu me dedicava ao seu membro erecto e pulsante. Lambi cada centímetro, saborei a sua excitação, sentindo-o tremer sob o meu comando. Eu queria que ele sofresse um pouco de prazer antes do ápice.

— Agora... me fode. Agora! — pedi, perdendo a compostura.

Ele me virou, com cuidado mas com firmeza, e posicionou-se para o meu cuzinho. A entrada foi lenta, luxuriante. Senti a pressão deliciosa do seu pau preenchendo-me por trás.

— Você é tão apertadinha aqui atrás... que delícia de cu — ele sussurrou no meu ouvido, enquanto começava a estocar.

O ritmo era frenético e profundo. Cada estocada no meu cu parecia tocar a minha alma. Eu gritava, ele gemia, e a cama rangia acompanhando a nossa luxúria. Mas ele não parou por aí; mudou a posição rapidamente, penetrando-me na cona ardente. O contraste do aperto do cu com a humidade profunda da vagina fez ambos delirarmos.

— Eu vou gozar! Vou gozar tudo dentro de você! — ele gritou, acelerando as estocadas finais.

Fomos atingidos por orgasmos intensos e sucessivos. Eu sentia o jato quente dele preenchendo-me, enquanto as minhas paredes vaginais contraíam em espasmos violentos de prazer. Ficamos ali, entrelaçados, suados e exaustos, recuperando o fôlego enquanto o silêncio do quarto era preenchido apenas pela nossa respiração pesada.
O silêncio da manhã seguinte tinha um peso diferente. Não era o silêncio do vazio, mas aquele preenchido pelo eco de gemidos e pelo cheiro persistente de sexo e pele que ainda pairava nos lençóis de algodão egípcio.

Acordei com a sensação de plenitude no corpo, aquela letargia deliciosa de quem foi exausta por mãos experientes. Ao meu lado, ele já estava desperto, apoiado no cotovelo, observando-me dormir com um olhar que misturava ternura e uma possessividade latente. Quando nossos olhos se encontraram, não houve a timidez do "dia seguinte"; houve o reconhecimento imediato de que a química da noite anterior não era um acidente de percurso, mas um incêndio deliberado.

— Você dorme com uma expressão de quem ainda está sentindo cada estocada — ele murmurou, a voz ainda mais rouca, deslizando a mão pelo meu quadril, onde a marca de seus dedos ainda deixava um rastro invisível de reivindicação.

Eu sorri, sentindo um calafrio percorrer a minha espinha. A luxúria não tinha acabado; ela tinha apenas mudado de frequência, tornando-se algo mais profundo e, por isso, mais perigoso.

— Achei que você estaria cansado — provoquei, arqueando as costas para que meus seios roçassem no seu peito nu.

Ele soltou uma risada curta, nasal, e subitamente inverteu as posições, prendendo-me contra o colchão. O peso do seu corpo era a única âncora que eu queria naquele momento. Ele não começou com beijos, mas sim a morder lentamente o lóbulo da minha orelha, enquanto sua mão descia, decidida, para encontrar a humidade que já voltava a surgir entre as minhas pernas.

— Cansado? — ele sussurrou, a respiração quente queimando minha pele. — Eu sinto que mal comecei a explorar cada centímetro de você. A noite foi o banquete, mas a manhã... a manhã é a sobremesa.

Ele não perdeu tempo. Seus beijos desceram pelo meu pescoço, descendo para o vale dos meus seios, onde ele se demorou, saboreando a minha pele com a paciência de quem sabe que o prazer, quando prolongado, torna-se insuportável. Eu sentia meu corpo pulsar, pedindo por mais, sentindo o membro dele, já rígido e pulsante contra a minha coxa, exigindo entrada.

Desta vez, não houve pressa. O sexo de domingo foi lento, coreografado, quase ritualístico. Cada toque era deliberado, cada gemido era um agradecimento. Ele me levou ao limite várias vezes, parando no ápice apenas para me fazer implorar, transformando a cama do hotel em um altar de prazer.

Quando finalmente chegamos ao clímax, foi como se o quarto explodisse em cores. Eu me agarrei aos seus ombros, sentindo-o preencher-me completamente, enquanto gozava em ondas que pareciam não ter fim.

Mais tarde, enquanto tomávamos um café na varanda, olhando para o mar de Sesimbra, ele me deu um beijo na testa e disse:
— Você é a melhor coisa que já aconteceu neste hotel.

Eu olhei para ele, sentindo-me plenamente vista e desejada. Sabia que aquele fim de semana mudaria a forma como eu via o prazer. Eu não queria apenas um encontro; eu queria a maestria dele, e ele, a minha entrega. O banquete havia sido servido, e nós dois ainda estávamos com fome.
Eu não fui apenas uma princesa; eu fui a rainha de um império de prazer, governada por um homem que, apesar da idade, tinha a fome de um jovem e a técnica de um mestre.

Foto 1 do Conto erotico: O Banquete do Prazer :Bom sexo, sem limite de idade!

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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
O Banquete do Prazer :Bom sexo, sem limite de idade!

Codigo do conto:
275520

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
25/10/2026

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