Sob a Chuva, Conquistei uma linda mulher trans



Sob a Chuva, Conquistei uma linda mulher trans

— Você quer vir comigo? — a pergunta de Vanda foi como um gatilho.

O mundo ao redor, a chuva torrencial que transformava a cidade em um borrão cinzento e o cheiro de asfalto molhado desapareceram no instante em que meus olhos encontraram os dela. Eu não pensei. Apenas agi. Puxei aquele corpo curvilíneo contra o meu, sentindo a pele úmida e quente sob as roupas grudadas. O primeiro beijo foi faminto, uma colisão de línguas que já sabiam exatamente o que queriam.

Enquanto nos beijávamos sob a tempestade, senti algo pulsar contra a minha coxa. Era ela. Vanda não estava apenas me beijando; ela estava me provocando, pressionando sua feminilidade trans contra mim com uma ousadia que me deixou zonzo.

— Quero vocês todos... — sussurrei contra a boca dela, e o brilho nos olhos de Vanda mudou de ternura para pura luxúria.

O caminho até o apartamento foi um borrão de toques urgentes. No elevador, nossas mãos não paravam quietas; eu apertava aquelas nádegas fartas, sentindo a firmeza do corpo dela, enquanto ela mordia meu lábio inferior, soltando gemidos baixos que prometiam um inferno de prazer.

Assim que a porta do apartamento bateu, o mundo exterior deixou de existir. Vanda me empurrou contra o sofá com uma força surpreendente. Ela subiu em cima de mim, as pernas envolvendo minha cintura, e começou a desabotoar minha camisa com pressa.

— Precisamos tirar essas roupas molhadas, João... agora! — ela murmurou, a voz rouca de desejo.

Quando a camisa saiu e eu arranquei a saia dela, fiquei paralisado por um segundo. Vanda era uma obra de arte. A calcinha fio dental realçava a curva absurda de sua bunda, e na frente, o tecido apertado mal conseguia conter seu membro, que pulsava, ansioso por liberdade.

Tirei minha calça e a calcinha dela num movimento só. Meu pau, duro como pedra e babando de excitação, saltou para fora. Vanda não perdeu tempo. Ela desceu do meu colo com um sorriso safado e se ajoelhou.

O primeiro contato da boca dela com a minha cabeça foi elétrico. Ela me chupou com uma fome voraz, tentando engolir tudo, engasgando propositalmente para me sentir pulsar no fundo de sua garganta. A língua dela trabalhava freneticamente, descendo pelo eixo até envolver minhas bolas, sugando-as com uma intensidade que me fez arquear as costas e gemer alto.

— Puta que pariu, Vanda... isso é incrível! — gritei, enterrando os dedos nos cabelos escuros dela.

Mas eu não queria apenas receber. Puxei-a para cima, beijando-a com urgas, e a joguei de costas no sofá. Tirei o sutiã, revelando seios pequenos e firmes, com mamilos eretos que imploravam por atenção. Enquanto eu sugava e mordiscava aqueles mamilos, minha mão descia para o centro do prazer dela.

Peguei o pau dela, quente e lubrificado, e comecei a masturbá-la com força, enquanto minha língua explorava cada centímetro do seu corpo. Vanda começou a delirar, o corpo tremendo sob o meu.

— Ninguém nunca me pegou assim... ahh, continua! Não para! — ela gemia, as mãos cravadas nas minhas costas.

Decidi que era hora de explorar mais. Desci pelo seu ventre, beijei seu umbigo e cheguei ao seu membro. Coloquei-o na boca, imitando a voracidade que ela teve comigo. Chupava a cabeça brilhante, sentindo o gosto dela, enquanto meus dedos exploravam a entrada de seu anel.

Vanda soltou um grito quando senti que ela estava relaxada. Usei a língua para massagear sua bunda, forçando a entrada com carinho e luxúria, enquanto a outra mão continuava a punheta frenética. O contraste do meu dedo em seu rabo e da minha boca em seu pau a levou ao limite.

— Agora! João, agora! Quero você dentro de mim! — ela implorou, a voz quebrada de tesão.
Ela não esperou por mais um segundo. Com um movimento ágil e determinado, Vanda inverteu as posições, sentando-se sobre mim de forma a alinhar nossos corpos. Ela guiou meu pau até a entrada de seu anel, que já estava preparado e lubrificado pelo meu toque anterior.

O primeiro impacto foi visceral. Quando ela desceu lentamente, sentindo cada milímetro da minha rigidez preenchendo-a, Vanda soltou um suspiro longo e profundo, fechando os olhos enquanto a cabeça de seu membro roçava contra o meu ventre. A pressão era perfeita; a sensação de estarmos fundidos, pele com pele, preenchendo um ao outro, criou uma eletricidade que percorreu toda a minha espinha.

— Meu Deus... você é tão grande... — ela sussurrou, a voz trêmula, enquanto começava a se mover.

Vanda não queria apenas calma; ela queria intensidade. Ela começou a cavalgar, num ritmo frenético e visceral. A cada descida, ela soltava um gemido gutural, sentindo a plenitude do meu corpo dentro dela. Eu a segurava pelas coxas, ajudando-a a descer com força, sentindo a musculatura de sua bunda contra as minhas mãos, firme e pulsante.

O ritmo tornou-se selvagem. O som da carne batendo, a respiração ofegante e o cheiro de sexo misturado ao perfume dela preencheram o ambiente. Eu conseguia sentir a pulsação do pau dela contra a minha barriga a cada impacto, um lembrete constante da natureza única e excitante daquela conexão.

— Mais rápido, João! Mais forte! — ela comandou, jogando a cabeça para trás, expondo o pescoço onde eu não resisti a dar mordidas profundas.

Eu arqueei o quadril, encontrando o ângulo exato para atingir o ponto mais sensível dela. Vanda começou a tremer, as paredes internas de seu corpo apertando o meu membro em espasmos involuntários. O prazer era tanto que beirava a dor, um êxtase avassalador que nos levou ao limite.

Senti o ápice chegando. Vanda acelerou, seus movimentos tornando-se espasmos, enquanto ela gritava meu nome. No momento em que ela atingiu o orgasmo, sentindo a explosão de prazer em seu próprio membro, eu também descarreguei. Senti a onda de calor invadir cada célula do meu corpo, enquanto ela colapsou sobre mim, a respiração curta, o corpo todo tremendo, a mente nublada por um prazer que nunca antes havia experimentado.

Ficamos ali, entrelaçados, a respiração lenta voltando ao normal, sentindo o pulsar um do outro ainda vibrando, enquanto a chuva lá fora continuava, agora silenciosa, como se o mundo tivesse parado para nós dois.

A partir daquele dia, a nossa rotina tornou-se um mapa de explorações sensoriais. Não era apenas sexo; era a descoberta de quem éramos quando todas as máscaras sociais caíam e sobrava apenas a pele, o suor e a verdade.

A inversão, que ela me apresentou com tanta paciência e paixão, tornou-se um dos nossos refúgios favoritos. Havia algo de profundamente libertador em trocar os papéis, em entregar o controle e sentir a força dela me conduzindo. Vanda descobriu como me dominar com um olhar, como usar a voz para me levar ao limite e como me fazer sentir cada centímetro do prazer que ela mesma conhecia tão bem. Eu me descobri vulnerável e, nessa vulnerabilidade, encontrei uma potência nova, um desejo que não conhecia freios.

Lembro-me de tardes em que o tempo parecia não correr. O quarto ficava imerso em uma luz âmbar, e nós nos perdíamos em horas de preliminares, onde cada beijo era um contrato de entrega e cada carícia era uma promessa. Ela adorava me provocar, usando lingeries que realçavam suas curvas e a força de sua presença, enquanto eu a explorava com a curiosidade de quem descobre um novo mundo a cada toque.

Nossas experiências foram expandindo. Experimentamos óleos que deslizavam por nossos corpos, transformando o ato em algo fluido, quase líquido, onde era difícil dizer onde terminava um e começava o outro. Aprendemos a ler os silêncios um do outro, a saber exatamente quando apertar mais forte ou quando a suavidade de um sopro no pescoço seria o gatilho para um orgasmo devastador.

Hoje, vivendo juntos, essa química não esfriou; ela se transformou em fogo constante. O nosso cotidiano é temperado por toques furtivos na cozinha, beijos vorazes na porta de entrada e a certeza de que, ao fecharmos a porta do quarto, somos donos de um império de prazer.

A nossa ligação vai além da carne. Existe uma cumplicidade no modo como ela me olha, um reconhecimento mútuo de que encontramos alguém que não tem medo de desejar, de experimentar e de se entregar completamentemente. O sexo para nós é a linguagem mais honesta que conhecemos, e continuamos a escrever essa história, página por página, java por java, explorando cada desejo, por mais ousado que seja.

Ainda sinto, ocasionalmente, aquele mesmo frio na barriga do primeiro dia, a mesma eletricidade percorrendo meu corpo quando ela me olha com aquela maldade gostosa, e eu sei que, naquela noite, faremos tudo de novo, e mais um pouco.


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Beijinhos e abraços

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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
Sob a Chuva, Conquistei uma linda mulher trans

Codigo do conto:
275449

Categoria:
Bissexual

Data da Publicação:
24/10/2026

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