— Dá mais, porra! Não para agora! — O grito dela, abafado pelos lençóis, era a única coisa que eu conseguia ouvir através da porta do banheiro.
Eu estava ali, encolhido, com o coração martelando as costelas. O silêncio da casa, que eu acreditava ser paz, era na verdade um disfarce para a depravação. Durante semanas, observei os sinais: os lençóis trocados diariamente, o cheiro de whisky barato no quarto, o olhar dela que fugia do meu. Eu era o último a saber que minha casa tinha se tornado um bordel privado.
Quando finalmente a porta do quarto se abriu na minha mente, eu não era mais o marido; era o juiz. Mas, ao saltar do esconderijo e escancarar a porta, percebi que não queria julgar. Eu queria assistir.
A cena era um caos de pele e suor. Minha mulher, aquela mulher casta que eu imaginei por vinte anos, estava de quatro, com as nádegas empinadas e vibrando de prazer. Meus dois filhos, agora homens com olhares predatórios, a dominavam com uma sincronia animal. O mais velho a possuía por trás, com estocadas profundas e ritmadas que faziam o corpo dela chicotear para frente e para trás.
— Olha para ela, pai! — gritou o mais velho, sem parar de foder. — Olha como essa puta gosta de ser usada!
Nesse momento, dois rapazes da idade deles estavam ajoelhados, disputando a boca dela em um boquete esfomeado, as línguas explorando cada canto da garganta dela, que recebia tudo com gemidos de puro êxtase.
— Ahh... sim! Mais! Me deem tudo! — ela gritava, os olhos revirados, a pele ruborizada.
Eu fiquei paralisado, mas o desejo começou a queimar. Vi quando o mais novo a puxou pelos cabelos, invertendo a posição. Ela deslizou pela cama, ficando de costas, as pernas abertas em um convite obsceno. Ele se ajoelhou e começou a dar chupadas violentas no clitóris dela, a língua trabalhando com uma precisão que a fazia arquear as costas e gritar "por favor!".
— Você viu o vídeo, não? — perguntou o mais velho, saindo dela por um momento para me mostrar o celular. O vídeo mostrava ela e o primo, em cima daquela mesma cama, em um 69 luxurioso, as línguas explorando cada centímetro do cuzinho dela, que estava vermelho de tanto ser explorado.
— Ela merece isso, pai. — disse o mais novo, enquanto voltava a fuder a mãe, mas agora com cuidado, deslizando o membro primeiro no cu, sentindo a pressão apertada, e depois trocando para a buceta ardente, trocando o caminho conforme o prazer exigia.
A luxúria no quarto era palpável. O cheiro de sexo, suor e whisky preenchia o espaço. Vi minha mulher ser atenção de todos: ora recebendo o pau no cu com delicadeza luxuriante, ora sendo fudida violentamente na vagina, enquanto as mãos dos rapazes apertavam suas mamas, apertando-as como se fossem frutas maduras.
Houve um momento de silêncio, onde todos me olhavam. Ela, com a boca ainda aberta, a saliva escorrendo, os olhos cheios de desejo e submissãomente.
— O que acha, papai? — ela sussurrou, a voz rouca de tanto gemer. — Você gosta de ver a sua mulher sendo a puta deles?
Eu olhei para ela, depois para meus filhos, que agora a resurgeiam, ela no centro de um círculo de luxúria, com vários penéis esperando a vez de entrar naquela carne deliciosa.
— Como quiserem. — respondi, sentindo o peso do desejo. — Mas amanhã, leva-a para o teu quarto. Eu quero ver tudo, de perto, e vou ajudar a castigá-la.
Ela deu um grito de prazer, e o quarto explodiu em novas gozadas, com a certeza de que, a partir de agora, ninguém mais seria o último a saber.
A manhã seguinte não trouxe a luz da redenção, mas sim a claridade cruel de um novo regime. O sol filtrava-se pelas frestas da persiana, desenhando listras de ouro sobre o chão de madeira, enquanto o silêncio da casa era cortado apenas pelo som rítmico e abafado que vinha do quarto do filho mais velho.
Eu não tinha pressa. Saboreei o café, sentindo o amargor da bebida contrastar com a doçura venenosa da expectativa. A traição, que antes era uma faca nas minhas costas, transformara-se no combustível da minha ereção. Eu não era mais a vítima; eu era o coreógrafo desse caos carnal.
Quando finalmente abri a porta, a cena era de um realismo visceral. Ela estava com os pulsos presos à cabeceira da cama, as pernas abertas e trêmulas, enquanto meu filho mais velho trabalhava nela com uma intensidade metódica. Não havia delicadeza, apenas a urgência de quem reivindica um território.
— Ela acordou com fome, pai — disse o rapaz, sem desviar o olhar do impacto de seus quadris contra os dela. — Mas acho que ela ainda não recebeu tudo o que merece.
Aproximei-me lentamente. O cheiro de suor, sexo e pele quente era quase palpável, uma fragrância de luxúria que preenchia cada poro do meu corpo. Ela me olhou, os olhos nublados pelo prazer e pelo medo, a boca entreaberta soltando gemidos que eram, ao mesmo tempo, súplicas e convites.
— Você prometeu... — ela sussurrou, a voz quebrada.
— Prometi que ajudaria a castigá-la — respondi, sentindo o latejar do meu próprio desejo. — E o castigo, minha querida, deve ser distribuído equitativamente.
Eu não a toquei imediatamente. Deixei que ela sentisse a minha presença, o peso do meu olhar julgando cada centímetro de sua pele ruborizada. O jogo agora era outro. Não se tratava mais de quem traía quem, mas de quem dominava a carne.
Com um movimento brusco, ordenei que o mais novo, que observava a cena encostado na parede, se aproximasse. O banquete de luxúria expandiu-se. Enquanto meu filho continuava a possuí-la por trás, eu tomei a frente. Meus lábios encontraram a curva do seu pescoço, descendo para as mamas que subiam e desciam em respiração ofegante.
Atenção aos detalhes: a maneira como a pele dela reagia ao toque, o tremor involuntário das coxas, o modo como o clitóris latejava, implorando por uma atenção que agora era concedida sob a minha ordem. Comecei a explorar a cona ardente com uma luxúria técnica, alternando a língua com a pressão dos dedos, sentindo a humidade excessiva que denunciava a sua entrega.
— Agora, o cu — ordenei ao meu filho.
O movimento foi fluido. Ela gritou quando sentiu a transição, a pressão do membro mudando de canal, fundindo-se com a luxúria do momento. Eu observava, sentindo o meu próprio corpo no limite, a vingança transformando-se em puro erotismo. Cada gozada que se seguia, cada espasmo de prazer que sacudia o corpo dela, era um carimbo da minha nova ordem.
Ela não era mais apenas minha esposa; era o instrumento de prazer de uma linhagem masculina que agora compartilhava o mesmo segredo. O jogo do "último a saber" havia terminado. Agora, todos sabíamos exatamente como ela gostava, e nós sabíamos exatamente como dar a ela — e a nós mesmos — a satisfação mais perversa e deliciosa de todas.
A noite, como prometida, foi longa. E cada gemido dela foi uma nota perfeita na sinfonia da minha vingança.


