Entre Espasmos e Segredos no Meio do Mato.



"Entre Espasmos e Segredos no Meio do Mato"

"Sabe, João... eu acho que o meu sutiã está querendo fugir de mim."

Essa frase foi dita por Vitória enquanto a água do rio batia na cintura deles, mas o que ela não sabia é que João já estava com o sangue fervendo desde que a viu subir naquela mangueira, com a bunda empinada e a calcinha sumindo entre as nádegas.

A amizade deles, forjada em quatro semanas de silêncios cúmplices e olhares roubados enquanto seus pais tentavam, sem sucesso, fazer um romance dar certo, culminou naquele esconderijo verde. Quando o sutiã de Vitória finalmente cedeu, revelando peitos firmes e mamilos escuros que latejavam sob a água fria, e a calcinha se rasgou em um acidente conveniente, o mundo ao redor deles desapareceu.

João a puxou para a grama alta, longe da margem, onde o cheiro de terra úmida se misturava ao perfume natural de pele jovem.

— Você não tem ideia do quanto eu desejava te ver assim, Vitória — sussurrou João, a voz rouca, enquanto a beijava com uma fome que parecia querer devorar cada centímetro do rosto dela.

— E eu não tenho ideia de como você consegue ficar tão duro assim, João... isso chega a doer de tão firme — ela respondeu, soltando um gemido baixo enquanto a mão pequena e macia envolvia a rola dele, que saltava da cueca como um animal querendo liberdade.

Ele não aguentou. João a derrubou suavemente na grama e começou a beijar o pescoço dela, descendo a língua por cada curva, sentindo a pele molhada e quente. Ele deslizou as mãos pelas coxas dela, abrindo-a completamente.

— Deixa eu provar o que você tem pra mim, sua safada — disse João, ajoelhando-se entre as pernas dela.

João começou a lamber a buceta de Vitória com uma lentidão torturante. Ele usava a ponta da língua para circular o clitóris dela, sentindo-a arquear as costas e gemer alto.

— Ahh... João... que delícia... não para! — ela gritava, as mãos agarradas nos ombros fortes do lutador.

Ele mergulhou o rosto ali, lambendo as dobras da xoxota dela, bebendo cada gota do líquido que escorria, enquanto alternava between chupadas profundas no clitóris e lambidas ousadas, subindo a língua para explorar a entrada do cuzinho dela. Vitória estava em êxtase, sentindo a língua dele brincar com a pele sensível do ânus, provocando arrepios que faziam todo o seu corpo tremer.

— Agora é a minha vez, seu lindo... — Vitória sussurrou, sentando-se sobre ele.

Ela envolveu o pau de João com os lábios, sugando a cabeça com vontade, usando a língua para circular a coroa, fazendo-o soltar gemidos profundos. Ela desceu, lambendo as bolas e voltando a subir, fazendo um boquete demorado e delicioso, sentindo o tamanho e a veia do pau dele contra a garganta.

João não aguentou a tortura. Ele a virou de costas, sentindo a bunda dela empinar perfeitamente.

— Eu quero sentir tudo de você, Vitória. A buceta e o cu... tudo.

Ele primeiro deslizou para dentro da buceta dela. Era apertada, quente, como se tivesse sido feita para ele. O ritmo começou lento, mas logo se tornou frenético. *Plac, plac, plac* — o som da pele batendo na pele ecoava no mato.

— Ai, meu Deus, João! Mete com força! Me fode inteira! — ela gritava, as mãos enterradas na terra.

Sentindo a luxúria no auge, João mudou o ângulo e, com um beijo molhado no ombro dela, deslizou a ponta do pau na entrada do cuzinho dela. Vitória soltou um grito abafado, sentindo a penetração anal profunda. Era uma sensação nova, intensa, que a fazia sentir-se preenchida por completo.

— Que porra, você é gostosa demais! — João exclamou, alternando entre a buceta e o cu, metendo e tirando com força, sentindo a pressão deliciosa de cada orifício.

Os gemidos tornaram-se intensos, quase gritos.
— Se alguém nos encontrar aqui, a gente morre... mas eu morro feliz — Vitória sussurrou, a voz agora apenas um fio, enquanto sentia o corpo de João vibrar contra o dela.

A luxúria tomou conta de cada fibra nervosa, transformando o esconderijo em um santuário de suor e urgência. João, impulsionado por aquele desejo acumulado durante semanas, não conseguia mais conter a força. Ele a apertou contra o chão, sentindo a grama áspera contra as costas dela, contrastando com a maciez da pele que ele devorava.

Ele alternava a penetração com uma precisão quase instintiva: um golpe profundo e úmido na buceta, seguido por uma pressão firme e lenta no cu, fazendo Vitória arquear a coluna e cravar as unhas nos antebraços dele. O som do impacto da pele — aquele *plac, plac, plac* rítmico e visceral — misturava-se ao som dos pássaros e ao sussurro do rio, criando uma sinfonia erótica que parecia ecoar por todo o bosque.

— Eu vou... eu vou agora, João! — ela gritou, sentindo as paredes da vagina contraírem em espasmos violentos, apertando-o de forma quase insuportável.

João sentiu o aperto final, a sucção quente e desesperada que o levou ao limite. Ele deu mais três estocadas profundas, sentindo o calor do interior dela envolver cada centímetro de sua masculinidade. Com um rosnado baixo e gutural, ele descarregou tudo dentro dela, sentindo a liberação pulsar em ondas que pareciam sacudir todo o seu corpo.

Eles ficaram ali, imóveis, com os peitos subindo e descendo em ritmos descompassados. O silêncio voltou a reinar, mas agora era um silêncio diferente; não era mais a expectativa do desejo, mas a exaustão da entrega.

João deslizou para fora dela lentamente, sentindo o rastro de sêmen e lubrificação escorrer pelas coxas de Vitória. Ele se inclinou e deu um beijo suave no topo da cabeça dela, enquanto ela soltava um suspiro longo, os olhos ainda nublados pelo prazer.

— A gente não pode fazer isso aqui de novo — ela murmurou, embora o sorriso em seu rosto dissesse exatamente o contrário.

— Quem disse que a gente vai parar por aqui? — João respondeu, sentindo a mão dela deslizar discretamente para baixo, tocando-o novamente, agora mais relaxado, mas com a mesma centelha de malícia nos olhos.

Enquanto isso, longe dali, o som de vozes chamando por eles começou a ecoar entre as árvores, mas para João e Vitória, o mundo real agora parecia pequeno demais perto da intensidade do que tinham acabado de descobrir.

Os gemidos tornaram-se intensos, quase gritos. A luxúria tomou conta de tudo, mas no momento em que Vitória parecia estar prestes a desmoronar em um orgasmo, João sentiu a fragilidade absoluta dela. Ele percebeu que a tinha exatamente onde queria: completamente entregue, vulnerável e faminta.

Foi então que ele decidiu brincar com o desespero dela.

Com um movimento lento e calculado, João recuou, deslizando para fora de ambos os orifícios. Vitória soltou um suspiro de protesto, o corpo arqueando automaticamente na busca pelo preenchimento que acabara de perder.

— Onde você vai? — ela implorou, a voz quebrada.

João não respondeu com palavras. Ele se posicionou atrás dela, mas, em vez de mergulhar novamente, começou a torturá-la com a precisão de quem conhece cada centímetro daquele corpo. Ele começou a distribuir beijos úmidos e lentos na curva do pescoço dela, sentindo o pulso dela disparado contra a pele. Enquanto isso, seus dedos, habilidosos e firmes, mergulharam na entrada da buceta, explorando as paredes internas, girando e pressionando o ponto G com uma lentidão agonizante.

Ao mesmo tempo, ele manteve a cabeça do pau pressionada firmemente contra a entrada do cu dela, apenas roçando, sentindo o esfíncter pulsar e tentar sugar a carne dura, mas sem ceder um milímetro sequer para dentro.

— João... por favor... volta... — Vitória gemia, as mãos cravadas na terra úmida, o quadril rebolando instintivamente, tentando forçá-lo a entrar.

Ele se aproximou do ouvido dela, a respiração quente causando arrepios que percorriam toda a espinha da garota.

— Eu vou te foder tanto que você vai esquecer até o próprio nome, Vitória... — ele sussurrou, a voz carregada de promessas obscenas. — Vou preencher cada buraco seu até você não aguentar mais gritar. Mas só quando eu quiser.

Ele acelerou os dedos na frente e intensificou a pressão atrás, criando um vácuo de desejo que parecia sugar todo o oxigênio do lugar. Vitória estava em chamas, o corpo tremendo, implorando por aquela descarga que ele estava deliberadamente atrasando.

— Agora! João, agora! Me preenche! — ela gritou, quase em súplica.

João não esperou mais. Em um impulso visceral, ele firmou as mãos na cintura dela, apertando a carne macia da bunda, e disparou. Com um movimento único, potente e profundo, ele realizou a penetração dupla: o pau mergulhando com força total no cu enquanto seus dedos se enterravam profundamente na buceta, preenchendo-a por completo.

O impacto foi devastador. Vitória soltou um grito que ecoou por todo o matagal, os olhos revirando enquanto sentia a plenitude absoluta. Não havia mais espaço para ar, apenas para a sensação bruta de João dentro dela, preenchendo cada espaço vazio com uma força que os unia em um único ritmo frenético e visceral.

Passaram-se algumas semanas. O clima na casa, que antes era de uma tensão sexual mal resolvida e olhares furtivos, mudou para algo mais concreto. O pai de João e a mãe de Vitória, movidos por uma química que nem o tempo nem a rotina conseguiram apagar, finalmente pararam de dar voltas e começaram a viver o próprio romance, assumindo a relação com a intensidade de quem recuperou um tempo perdido.

Com os adultos ocupados em seus próprios beijos e sussurros nos corredores da casa, o caminho ficou livre. João e Vitória, que já haviam explorado cada centímetro um do outro no mato, não precisaram de muito tempo para formalizar o que já era óbvio nas madrugadas de deslizes sob os lençóis. Eles assumiram o namoro, justificando prontamente para qualquer parente curioso que não possuíam qualquer parentesco sanguíneo — eram apenas "frutos de coincidências geográficas e amizades antigas", mas a química entre eles era hereditária em termos de desejo.

Agora, eles não precisavam mais de rios ou matagais. A casa, com suas portas que rangiam e corredores longos, tornou-se o novo campo de caça.

— Você acha que eles já dormiram? — Vitória sussurrou, encostando o corpo contra a porta do quarto de João, a mão deslizando para dentro da camisa dele.

— Meu pai ronca alto, Vitória. Se ele não acordou com a gente subindo a escada, não acorda nem com um trovão — João respondeu, a voz já rouca, puxando-a para dentro e trancando a porta com um clique seco que soou como um gatilho.

Ele a jogou na cama com uma urgência renovada. O namoro oficializado trouxe uma liberdade perigosa; agora, eles não precisavam de desculpas para estarem juntos, apenas de tempo. João desceu a mão pela coxa dela, sentindo a renda da calcinha que, desta vez, ele não esperou rasgar. Ele a puxou com força, expondo a buceta já úmida e pulsante.

— Senti falta disso... — ele murmurou, mergulhando o rosto entre as pernas dela, sentindo o cheiro doce e forte da excitação de Vitória.

Ele começou a lamber a clitóris dela com movimentos circulares, sentindo-a arquear as costas e agarrar os lençóis. Vitória, por sua vez, não ficou parada. Ela puxou o short de João, libertando o pau que já saltava, duro e latejante. Ela se sentou sobre ele, sentindo a cabeça daquela rola roçar a entrada da sua xoxota, mas parando propositalmente no último milímetro.

— Você quer entrar, João? — ela provocou, movendo o quadril lentamente, sentindo a pressão deliciosa. — Ou quer que eu te mostre como é ser dono de mim de verdade agora que ninguém mais pode nos separar?

João não aguentou a provocação. Ele a puxou para baixo, girando-a de modo que ela ficasse de quatro, a bunda empinada e o olhar perdido no teto do quarto. Ele se posicionou atrás dela, sentindo o calor que emanava de ambos os orifícios. Sem preliminares lentas, ele deslizou primeiro na buceta, sentindo a pressão apertada que o envolvia como uma luva quente.

O ritmo começou frenético, o som da carne batendo na carne ecoando no quarto fechado. Vitória gemia alto, sabendo que os pais estavam no quarto ao lado, e isso só aumentava a excitação. O risco de serem pegos agora era o tempero que faltava.

— João... mais fundo... me fode como se a gente ainda estivesse no mato! — ela gritou, sentindo cada estocada de João atingir o fundo do seu útero.

Ele mudou a posição com agilidade, deslizando para a entrada do cu, preenchendo-a com a mesma força bruta de antes. Vitória soltou um grito abafado no travesseiro, sentindo a plenitude total. Eles se fundiram em um ritmo visceral, onde o amor e a luxúria se misturavam com o suor e o desejo, provando que, agora que eram "oficiais", não haveria orifício ou lugar da casa que ficasse sem a marca daquela paixão voraz.

O tempo passou, mas a fome entre João e Vitória nunca chegou a ser saciada; ela apenas se transformou em um hábito voraz. Aquele primeiro encontro no mato, com o cheiro de terra úmida e o risco da descoberta, deixou em ambos uma marca indelével: a de que o prazer mais intenso mora onde a convenção termina e o instinto começa.

Eles aprenderam a ler os silêncios da casa, a decifrar o ritmo dos passos dos pais no corredor e a transformar cada canto — da lavanderia ao sótão — em um território de conquista. A luxúria que nasceu naquelas quatro semanas de olhares roubados tornou-se a fundação de algo mais profundo, mas nunca menos carnal.

Certa tarde, meses depois, enquanto o sol se punha tingindo o céu de um laranja visceral, João observava Vitória caminhar em direção ao jardim. Ela usava um vestido leve, que ondulava ao redor das coxas, e um sorriso que ele sabia exatamente o que significava.

Ela não disse nada, apenas pegou a mão dele e o conduziu de volta ao mesmo lugar onde tudo começou: o esconderijo verde, onde o rio ainda corria, indiferente ao tempo.

— Sabe, João... — ela sussurrou, parando diante daquela mesma mangueira, os olhos brilhando com a mesma malícia do primeiro dia. — Acho que esqueci de te contar uma coisa sobre aquele dia.

— O quê? — ele perguntou, já sentindo o sangue pulsar mais forte, a mão descendo instintivamente para a curva do quadril dela.

— Eu não deixei o sutiã fugir por acidente. Eu cortei a alça com a unha antes de subir na árvore.

João soltou uma risada rouca, sentindo a urgência de sempre. Ele a prensou contra o tronco da árvore, sentindo o calor dela atravessar o tecido do vestido.

— Você é perigosa, Vitória.

— E você, João... — ela respondeu, guiando a mão dele para sentir a rigidez do pau dele sob a calça, — é exatamente o que eu preciso para me sentir viva.

Ali, entre o sussurro das folhas e o calor da pele, eles se entregaram mais uma vez. Não havia mais a pressa do segredo, mas permanecia a eletricidade do desejo. O impacto da carne, o som dos gemidos abafados pelo mato e a sensação de preenchimento total confirmavam que, para eles, o sexo não era apenas um ato, mas a única linguagem onde ambos conseguiam se expressar sem mentiras.

No final, eles não eram apenas namorados; eram cúmplices de uma luxúria que, tal qual a natureza ao redor, crescia selvagem, indomável e absolutamente deliciosa.
Fim


Foto 1 do Conto erotico: Entre Espasmos e Segredos no Meio do Mato.

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Comentários


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wagner-nudista- Comentou em 18/10/2026

No mato é o melhor lugar pra fuder




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Ficha do conto

Foto Perfil lampiao69
lampiao69

Nome do conto:
Entre Espasmos e Segredos no Meio do Mato.

Codigo do conto:
274923

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
18/10/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
5