A Noite das Quatro Marés:Foda Inesquecível

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A Noite das Quatro Marés:Foda Inesquecível

O sol da manhã ainda dançava em meus ombros quando entrei na água salgada, sentindo a areia úmida sob os pés. Meu nome é Fátima, 25 anos, solteira, morando sozinha e, sem falsa modéstia, com um corpo que sempre atraiu olhares. A vida na cidade grande às vezes pesa, e a casa de praia da minha amiga era meu refúgio perfeito. Naquele sábado, o mar parecia mais azul, e o destino, mais ousado.

Foi numa dessas caminhadas pela orla que os conheci. Dois rapazes sorridentes, com sotaque do Porto, universitários aproveitando as férias. A conversa fluiu fácil, entre risos e histórias. Eles me contaram que estavam hospedados numa casa ali perto, na mesma rua tranquila onde eu ficava, e que à noite haveria uma festa na rua de trás. “Se animar, aparece”, disseram. Agradeci com um sorriso, guardando o convite. A tarde foi de preguiça: um banho, a TV na sala, um cochilo que se estendeu até as 19h.

Acordei com uma ponta de tédio e uma centelha de curiosidade. Tomei outro banho, passei meu perfume preferido – aquele amadeirado que dizem ser irresistível – e, sem pensar muito, decidi ir à tal festa. Era perto; fui a pé. O som baixo já anunciava a aglomeração. E lá estavam eles, me recebendo com abraços calorosos e apresentando os outros dois amigos: André e Juvenal. Eram quatro, todos do Porto, com a energia contagiante de quem está livre de obrigações.

A noite seguiu entre conversas animadas, muitas risadas e doses generosas de bebida. Dancei muito, sentindo o vestido curto, acima do joelho, balançar a cada movimento. No embalo da música, no calor da proximidade, as mãos deles começaram a explorar – um toque na cintura, um aperto suave na minha bunda, uma perna que se esfregava entre as minhas, buscando o calor que eu não tentava esconder. Eu consentia, com um sorriso malicioso, deixando a tensão sexual construir-se como uma maré subindo.

A festa, porém, foi murchando. “Vamos embora”, disse João, o mais falante do grupo. “Amanhã temos viagem.” Aproveitei a carona, já que estávamos na mesma rua. Os cinco caminhamos rindo, o ar noturno carregado de promessas. Na porta da minha casa, João pediu para usar o banheiro. Para não deixar os outros na rua, convidei todos para entrar, ofereci uma bebida. A casa, espaçosa, tinha dois banheiros. João e Lopes foram primeiro; depois, André e Juvenal.

Enquanto os dois últimos estavam no banheiro, a dinâmica mudou. João e Lopes, os mais ousados, sentaram-se ao meu lado no sofá grande da sala. A conversa desviou para sussurros. João aproximou-se, seus lábios encontrando meu pescoço em beijos leves que me fizeram tremer por dentro. Tentei me levantar, mas Lopes me segurou com suavidade, sua mão deslizando entre minhas pernas, sob o tecido fino do vestido. Ele encontrou meu calor, a umidade que eu já não podia negar. “Está molhadinha”, murmurou, e eu só consegui suspirar.

João, então, tirou seu pau para fora – era lindo, ereto, imponente. Sem palavras, ele me guiou, e eu fiquei de quatro no sofá, levando-o à boca. O sabor salgado, a textura pulsante, tudo me excitava profundamente. Enquanto isso, Lopes posicionou-se atrás de mim, afastando minha calcinha e enterrando a língua em minha xana. A dupla sensação foi avassaladora: chupar e ser chupada ao mesmo tempo, uma sinfonia de prazer que me fez gemer baixo. Logo, Lopes substituiu a língua por seu pau, entrando em mim com uma força que me fez arquear as costas. Ele socava, ritmado, e eu me entreguei, gemendo como uma criatura em êxtase.

Foi então que André e Juvenal voltaram. Eu quase os havia esquecido. Levantei-me, assustada, murmurando: “Não vou dar, não…” Mas eles apenas riram, um som baixo e confiante. Formaram um círculo ao meu redor, abaixaram-me suavemente e guiaram minha cabeça para os seus pulsos duros. “Você provocou a gente, putona”, disse André, sem malícia, apenas fato. “Só queremos gozar uma vez.” No início, tentei recusar, mas a corrente de desejo era forte demais. Comecei a chupá-los, alternando entre as bocas e as mãos. Eram quase todos do mesmo tamanho, mas Juvenal parecia um pouco maior. Aquela situação – quatro machos com paus duros à minha disposição – gerou uma excitação que nunca imaginei possível.

Juvenal, então, deitou-se no sofá e me puxou para sentar sobre ele. Encaixei seu pau em minha buceta ainda latejante e comecei a cavalgar, enquanto continuava a chupar João e a punhetar André e Lopes com as mãos livres. Era uma loucura deliciosa, um redemoinho de sensações. João saiu da minha boca e foi para trás. Sentiu seus dedos acariciando meu cuzinho, primeiro um, depois dois, preparando-me. Em seguida, ajeitou seu pau na “portinha” e empurrou, entrando em meu ânus com um movimento firme. O misto de dor e prazer levou-me a outro orgasmo estonteante.

Minutos depois, senti Juvenal contorcer-se debaixo de mim, e um líquido quente inundou minha buceta. Não houve tempo para reação. Mudamos de posição: André deitou-se no sofá, e eu sentei-me em seu pau, agora no meu cu, cavalgando freneticamente aquela rola dura como pedra. João, vendo minha buceta já arrombada e cheia de porra, meteu com força, como se movido por uma fúria passiona, até gozar, retirando a tempo e derramando na minha barriga.

Lopes tomou o lugar de João, entrando em minha xana com um balanço profundo que me fazia rebolar ainda mais no pau de André. Ele não resistiu por muito tempo, enchendo meu rabo de porra quente. Levantei-me, trêmula, e Lopes colocou-me de quatro no sofá novamente, penetrando meu cuzinho já relaxado e melado. Socava com vigor, e eu correspondia, rebatendo com prazer. Olhei para trás, encontrei seus olhos escuros e sussurrei: “Quero que goze na minha boca”. Ele sorriu, malicioso, e continuou suas estocadas. De repente, senti seu pau inchar. “Vem, vagabunda”, ele rosnou. “Bebe a porra do seu macho.” Caí de boca, e ele segurou minha cabeça, fudendo minha boca como se fosse uma buceta, até enterrar-se fundo na minha garganta. Os jatos quentes de sêmen jorraram; engoli o que pude, sentindo-me dominada e poderosa ao mesmo tempo.

Caí sentada no chão, lambendo os lábios, um pouco cansada, mas com um fogo interno ainda aceso. Eles vestiram-se, e João disse, com um sorriso de despedida: “Pena que temos que viajar amanhã. Senão, seria até amanhecer.” Despediram-se com beijos leves nas faces e foram embora, deixando o silêncio da casa como um eco do turbilhão.

Fiquei ali, deitada no chão da sala, totalmente realizada e extasiada. O perfume do sexo e do suor misturava-se ao meu aroma preferido. A noite fora mais do que uma aventura; fora uma maré de prazer que lavou toda a tédio e solidão. Quatro corpos, quatro histórias, uma única noite que guardaria para sempre na memória do meu corpo e da minha alma. E, sozinha novamente, sorri para o teto, sabendo que a vida, às vezes, nos presenteia com ondas de puro êxtase quando menos esperamos.

Foto 1 do Conto erotico: A Noite das Quatro Marés:Foda Inesquecível

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Ficha do conto

Foto Perfil lampiao69
lampiao69

Nome do conto:
A Noite das Quatro Marés:Foda Inesquecível

Codigo do conto:
274281

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
10/10/2026

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