A PECADORA: COMENDO A BUNDA DA MINHA MADRINHA



A PECADORA: COMENDO A BUNDA DA MINHA MADRINHA

“Senhor, perdoa a minha alma, mas eu não aguento mais esse vazio entre as minhas pernas!”

Luma soltou um gemido abafado, apertando o lençol com força enquanto seus dedos ávidos trabalhavam freneticamente em sua intimidade. Ela, a mulher exemplar da igreja, a madrinha perfeita, estava naquele momento reduzida a puro desejo. O marido, meu padrinho, era um homem bom, mas a gordura e a idade tinham roubado dele a disposição na cama. Luma era uma máquina de luxúria disfarçada de recato, com aquela pele alva, cintura fina e um rabo largo, pesado, que balançava a cada passo, deixando qualquer homem louco.

Eu, Vitor, sempre tive esse vício: mulheres bundudas e safadas. E ver a Luma, com toda aquela compostura, me dava um tesão absurdo.

Naquele dia, eu tinha dito que almoçaria com meu pai. Mas o destino — e a minha vontade de foder aquela mulher — me levou até a porta dela. Eu tinha a chave, entrei sem fazer barulho. Quando abri a porta do quarto e vi a cena: Luma nua, os olhos semicerrados de prazer, sarrando o dedo na pepeca, eu senti meu pau pulsar violentamente dentro da calça.

Ela me viu. O susto foi tanto que ela ficou branca, tentando se cobrir rapidamente com o lençol, os olhos arregalados.

— Vitor! Meu Deus, o que você está fazendo aqui? — ela sussurrou, a voz trêmula.

Eu não disse nada. Apenas caminhei até ela com um olhar de quem ia devorar cada centímetro daquele corpo. Em um movimento brusco e decidido, puxei o lençol com força, expondo sua nudez ao meu olhar faminto. Ela tentou se cobrir com as mãos, tímida, mas eu a agarrei pelos pulsos e a joguei contra o colchão.

— Você é uma pecadora, Luma... e eu vou te ajudar a pecar mais um pouco — sussurrei no ouvido dela, antes de atacar sua boca.

O beijo começou bruto, mas logo se tornou luxurioso. Nossas línguas se entrelaçavam com urgência. Ela tentava resistir, murmurando que “isso era errado”, que “eu era um pecador”, mas o corpo dela não mentia. Ela arqueava as costas, colando a bunda no colchão, implorando por toque.

Desci beijando seu pescoço, seus seios fartos, e logo cheguei onde a mágica acontece. Abri as pernas dela com força e mergulhei o rosto naquela fenda quente e úmida.

— Ahhh! Vitor! Não... sim... por favor! — ela gritava, perdendo a compostura.

Lambi sua buceta demoradamente, sentindo o gosto doce e forte do seu desejo. Usei a língua para circular o clitóris, fazendo-a vibrar inteira. Depois, desci um pouco mais e, com cuidado, lamberia a entrada do seu cuzinho, sentindo-a estremecer. Ela estava pegando fogo.

Luma não aguentou mais. Ela me puxou para cima e começou a me dar um boquete intenso, sugando meu pau com vontade, fazendo barulhos deliciosos de sucção. Quando ela terminou, ela sentou na minha rola de uma vez.

— Puta que pariu, que delícia! — ela gritou, rebolando com vontade. — Você é um pecador safado, Vitor! Me fode, me fode com força!

Ela batia na minha cara, me chamando de safado, enquanto sentava com tudo, preenchendo cada espaço. Mas eu queria mais. Peguei aquela bunda enorme e a coloquei de quatro.

— Agora eu vou te dar o que você nunca teve, sua cadela — falei, preparando-me para o anais.

Passei bastante lubrificante e, com um movimento lento e profundo, introduzi meu pau no cuzinho dela. Luma deu um grito agudo, metade susto, metade prazer.

— Meu Deus! É tão profundo... — ela gemia, com o rosto enterrado no travesseiro.

Comecei a meter e tirar constantemente, sentindo a pressão deliciosa do aperto do cu dela. O sexo anal era novo para ela, mas o prazer era visceral.
Eu a maciquei com estocadas violentas, sentindo cada centímetro daquele canal apertado e quente envolver meu pau como uma luva de seda. Luma não conseguia mais formular frases; ela soltava apenas grunhidos animalescos, a cabeça balançando freneticamente enquanto suas mãos agarravam os lençóis, tentando encontrar um ponto de apoio para não ser levada pela força do meu impacto.

A cada batida do meu quadril contra a bunda larga dela, produzia-se um som úmido e carnal que ecoava pelo quarto silencioso. Era o som do pecado, do proibido, daquela luxúria que ela guardou por anos sob vestidos modestos e sorrisos gentis.

— Você... você está me rasgando ao meio, Vitor! — ela gritou, mas era um grito de êxtase. — Não para... por favor, continua me fodendo assim!

Eu a agarrei pela cintura, cravando os dedos na carne macia de seus quadris, e acelerei o ritmo. Eu queria que ela sentisse cada centímetro, que soubesse exatamente quem a estava possuindo daquela forma. Eu a sacudi com força, fazendo seu corpo vibrar a cada investida profunda. O prazer anal era tão intenso que Luma começou a ter espasmos; a musculatura de seu cu apertava e soltava meu membro em ondas reflexas, me levando ao limite.

Senti que estava chegando. O calor do corpo dela, o cheiro de sexo e a visão daquela bunda monumental balançando sob o meu comando me levaram ao ápice. Dei a última sequência de estocadas, as mais profundas e brutais, sentindo que tocava o fundo de sua alma.

— Eu vou gozar... Luma, eu vou gozar tudo dentro de você! — rosnei.

Luma soltou um grito agudo e prolongado, arqueando as costas enquanto seu clitóris, raspando no colchão, chegava ao orgasmo simultaneamente. No momento exato em que ela desmoronava em prazer, eu descarreguei todo o meu leite quente nas profundezas de seu intestino. Foi uma explosão visceral, um jato potente que pareceu durar minutos, prechendo-a completamente.

Ficamos ali, colados, a respiração pesada e errática. O silêncio voltou a reinar no quarto, mas agora era um silêncio carregado de cumplicidade. Luma permaneceu de quatro por alguns segundos, sentindo o pulsar do meu pau ainda dentro dela, antes de eu me retirar lentamente.

Ela se virou, os olhos nublados, o rosto corado e a expressão de quem tinha acabado de descobrir um novo mundo.

— O que vamos fazer agora? — ela sussurrou, com um sorriso malicioso que nunca mostraria na igreja.

Eu sorri, olhando para aquela mulher devastada pelo prazer.

— Agora, a gente começa a planejar como vamos fazer isso toda semana.

O acordo de encontros semanais tornou-se a nossa lei particular, um ritual de luxúria disfarçado de rotina. Mas Luma, que antes era apenas a receptora do meu desejo, descobriu o poder que tinha sobre mim e sobre a própria imagem de "mulher virtuosa". A audácia dela começou a transbordar para fora do quarto, infiltrando-se nos domingos de culto, transformando o templo em nosso campo de jogo privado.

Ela começou a usar roupas que, para qualquer fiel, eram o ápice da discrição: saias midi, golas altas, cores sóbrias. Mas, por baixo daquelas camadas de recato, Luma jogava o jogo da provocação. Ela passou a frequentar as reuniões sem calcinha.

Eu sabia disso porque ela me contava, em sussurros urgentes, enquanto nos sentávamos lado a lado no banco de madeira. Enquanto o pastor pregava sobre a castidade e a pureza da alma, Luma se inclinava em minha direção, o perfume dela nublando meus sentidos.

— Sente o vento, Vitor... — ela sussurrava, a voz rouca, enquanto deslizava a mão discretamente pela minha coxa. — Estou nua por baixo desse vestido. Se você encostar a mão um pouquinho mais para cima, vai sentir como eu estou molhada agora mesmo, aqui na frente de todo mundo.

O risco era o nosso maior afrodisíaco. Eu sentia meu pau latejar contra o tecido da calça, a imagem dela — a madrinha exemplar — sendo na verdade uma vadia faminta por mim, era demais para suportar. Ela sorria para a congregação, respondia "Amém" com a voz doce, mas por baixo da saia, ela movia as pernas de forma a me provocar, deixando claro que estava pronta para ser possuída.

A tensão culminou em um domingo particularmente sufocante. O calor era quase tanto quanto a nossa vontade. Durante a oração final, Luma me deu um sinal: um olhar profundo, um leve roçar de ombros. Assim que o culto terminou e a multidão começou a dispersar, ela não foi para a saída. Ela deslizou para os fundos da igreja, em direção ao pequeno pátio de serviço, onde a vegetação crescia alta e a vista era bloqueada por muros de pedra.

Eu a segui. Quando entrei no pátio, ela já estava me esperando, encostada na parede, com a respaça do vestido levantada, expondo a brancura de suas coxas.

— Agora, Vitor... agora mesmo! — ela gemia, a voz já alterada.

Eu não perdi tempo. A urgência era visceral. Eu a agarrei pelo pescoço, prensando-a contra a parede fria. O medo de sermos pegos — a qualquer momento alguém poderia passar por ali — transformou o desejo em algo agressivo e urgente. Eu a virei de forma brusca, forçando-a a ficar de quatro, encostada na parede de pedra.

Luma não teve tempo de preparação. Eu queria senti-la, queria a profundidade. Peguei a bunda larga dela, que agora vibrava de excitação, e enteria meu pau no cuzinho dela de uma vez só.

— Ahhh! Meu Deus! — ela gritou, abafando a voz com a mão, enquanto o impacto do meu quadril contra a carne dela ecoava no silêncio do pátio.

O sexo anal, naquele contexto de risco, foi a coisa mais visceral que já experimentei. O aperto do cu dela estava apertado, quente, quase insuportável. Eu a fodi com violência, estocadas rápidas e profundas, sentindo a bunda dela balançando violentamente. Ela gemia baixo, quase chorando, enquanto se agarrava à parede, sentindo cada centímetro do meu membro rasgando sua compostura.

— Mais rápido, Vitor! Por favor, me fode mais rápido! — ela implorava, a voz embargada pelo prazer proibido.

Eu a sacudi com força, sentindo o prazer subir como uma onda elétrica. O risco de sermos descobertos, o cheiro de incenso que ainda pairava no ar e a sensação de possuir a "madrinha" no local mais sagrado daquela comunidade me levaram ao limite. Com três estocadas brutais e profundas, eu gozei todo o meu leite quente dentro do canal apertado dela.

Luma desabou contra a parede, tremendo, com a respiração ofegante. Ficamos ali, em silêncio, apenas ouvindo o som da nossa respiração e o bater do coração, sabendo que, para nós, a redenção não existia, apenas a reincidência.

Luma se recompôs lentamente, ajeitando o vestido com mãos ainda trêmulas. Ela olhou para trás, para mim, com aquele brilho de malícia nos olhos que agora era a marca registrada de nossa cumplicidade. O contraste era fascinante: a pele alva, ainda ruborizada pelo esforço, e a expressão de quem acabara de cometer o pecado mais delicioso de sua vida.

— Você é um perigo, Vitor — ela sussurrou, lambendo os lábios enquanto se afastava em direção à saída do pátio. — Agora eu não consigo pensar em mais nada, nem mesmo na oração, sem sentir o seu peso dentro de mim.

Eu a observei caminhar, aquele rabo largo e pesado balançando ritmicamente, como se cada passo fosse um convite para outra rodada de luxúria. Ela sabia exatamente o efeito que causava. Ao chegar à porta, ela parou e olhou por cima do ombro, dando-me um sorriso cúmplice que dizia tudo o que as palavras não ousavam.

Nas semanas seguintes, nossa dinâmica evoluiu para algo quase coreografado. O risco tornou-se o nosso combustível. Não bastava mais o quarto ou o pátio da igreja; precisávamos de lugares onde o perigo de sermos pegos fosse palpável.

Certa tarde, enquanto meu padrinho dormia um sono pesado na poltrona da sala, Luma me chamou ao quarto. Quando entrei, ela não estava nua, mas usava algo que quase me fez perder o fôlego: uma camisola de seda preta, curta e transparente, que mal escondia a curva generosa de suas coxas e a ausência total de calcinha.

— Ele está dormindo, não está? — ela perguntou, a voz carregada de urgência.

— Está — respondi, já puxando-a pela cintura, sentindo a maciez daquela bunda monumental contra as minhas mãos.

Ela soltou um gemido agudo quando eu a joguei sobre a penteadeira, derrubando alguns frascos de perfume que se quebraram no chão, espalhando um aroma doce e inebriante pelo quarto. Eu a agarrei pelas coxas, abrindo-a completamente, e mergulhei meu rosto naquela fenda quente, sentindo o gosto de sua excitação.

— Ahhh! Vitor! Aqui não... — ela dizia, embora suas mãos estivessem cravadas nos meus ombros, empurrando-me para dentro dela. — Se ele acordar... se ele entrar aqui...

— Então ele vai ver a mulher que ele não sabe mais como satisfazer — rosnei, subindo o corpo e posicionando-me atrás dela.

Sem aviso, eu a possuí. A entrada do seu cu estava relaxada e úmida, e eu deslizei para dentro dela com um impacto que a fez gritar, abafando o som com o próprio punho. O prazer de invadi-la naquele ambiente, sabendo que o marido estava a poucos metros de distância, tornava tudo dez vezes mais intenso.

Eu a fodi com um ritmo frenético, batendo meu quadril contra a carne firme de sua bunda, criando um som de impacto que parecia ecoar por toda a casa. Luma estava em transe, a cabeça jogada para trás, os olhos revirando enquanto eu a preenchia completamente.

— Meu Deus... eu sou uma vadia... sou a sua vadia! — ela sussurrava, em êxtase.

Naquele momento, a "madrinha perfeita" havia desaparecido. Sobrava apenas a Luma, a mulher faminta, a pecadora que descobriu que o céu não estava nas orações, mas no prazer bruto, proibido e visceral de ser possuída por quem a desejava sem reservas.

Foto 1 do Conto erotico: A PECADORA: COMENDO A BUNDA DA MINHA MADRINHA

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Ficha do conto

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Nome do conto:
A PECADORA: COMENDO A BUNDA DA MINHA MADRINHA

Codigo do conto:
274034

Categoria:
Coroas

Data da Publicação:
06/10/2026

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