— Precisa de ajuda? Você está bem?
Aquelas palavras, ditas com a voz grave e rouca de Guilherme, ecoaram no quarto como um convite ao pecado. Lara sentiu o coração disparar. Ela estava ali, vulnerável, com a câmera no ângulo perfeito, capturando a curva de seus seios e a abertura de suas coxas, quando foi flagrada. Aquele olhar de malícia que ela notara em festas de família agora estava a centímetros dela, devorando cada centímetro de sua pele.
— Sim... eu estou bem — ela sussurrou, mas seu corpo traía a fala. O mamilo saltava através da blusa, e a bucetinha latejava, inundando a calcinha fio-dental.
Guilherme não recuou. Ele entrou no espaço dela, o cheiro de homem dominante preenchendo o ar.
— Tem certeza que não quer ajuda? Eu sei que você é safadinha, Lara. Não vou contar nada para a sua mãe... fica tranquila.
O toque dele nos braços foi como um choque elétrico. Quando ele a beijou, um selinho que rapidamente se transformou em uma sucção faminta, Lara perdeu o juízo. Ela deu aquela piscadinha atrevida e o chamou com o dedo, um comando silencioso de "vem me pegar".
O beijo que se seguiu foi visceral. Eles se enrolaram na cama, línguas se explorando com urgamgia, mãos que não sabiam onde parar de apertar. Guilherme a jogou para baixo, o peso do corpo dele contra o dela era tudo o que ela desejava.
— Você não faz ideia do quanto eu queria te ver assim — ele rosnou no ouvido dela, enquanto a mão descia com força para a lateral da cama.
Com um movimento bruto e excitante, ele abriu as pernas dela. A saia e a blusa foram arrancadas, deixando Lara apenas com aquela meia-calça preta desfiada. Sem aviso, Guilherme cravou os dedos no tecido e, com um puxão selvagem, rasgou a meia bem no centro da intimidade dela, abrindo caminho para o que viria a seguir.
Ele se ajoelhou. O mundo de Lara girou quando sentiu a língua quente e áspera de Guilherme mergulhar fundo em sua buceta.
— Ahhh! Meu Deus, Gui! — ela gritou, arqueando as costas.
Ele não tinha pressa. Ele lambeu cada dobra, sugando o clitóris com uma intensidade que a fazia tremer. Enquanto isso, Guilherme usava a mão para se satisfazer, a punheta ritmada acompanhando o ritmo de sua língua. Lara se masturbava, entregando todo o seu mel extra virgem, a pureza do seu desejo escorrendo para a boca do padrasto, que bebia cada gota com luxúria.
— Deita... hoje você é o meu papai — ela sussurrou, a voz embargada de tesão. — Vou fazer coisas bem melhores que a mamãe.
Lara se levantou, ficando sobre ele. Usando apenas os restos da meia-calça, ela começou a dançar. Um rebolado lento, circular, provocante. Ela virou de costas, empinando o bumbum, e rebolou com o dedo na boca, sentindo o líquido de sua excitação pingar na barriga dele. Guilherme estava louco, o pau latejando, os olhos fixos naquelas nádegas perfeitas.
Ela voltou de frente, sentou na barriga dele e envolveu o rosto de Guilherme com seus seios, sentindo-o morder seus mamilos com delicadeza e força ao mesmo tempo.
— Fique de quatro para ganhar leitinho — ele ordenou, a voz agora autoritária.
Lara obedeceu instantaneamente. Ela colou o rosto na cama e empinou o bumbum ao máximo. Guilherme a pegou por trás, a cabeça do pau deslizando na "rachinha", pincelando o clitóris. A fricção foi tanta que Lara teve um orgasmo explosivo antes mesmo da penetração, gemendo alto, babando de prazer.
— Não é hoje que você me fode... tchauzinho! — ela brincou, saindo do quarto e deixando-o no auge do desejo.
Dois minutos depois, ela voltou.
— Brincadeira! Hahaha.
Guilherme estava na beira da cama, a respiração pesada, o corpo tenso como uma corda de violão prestes a arrebentar. O pau, latejando e pulsando, parecia ter vida própria, apontando com urgência para a porta por onde ela havia acabado de sair.
Lara entrou no quarto deslizando, a meia-calça agora completamente rasgada nas coxas, deixando transparecer a pele alva e a luxúria em seus olhos. Ela não disse nada; apenas caminhou até ele com um sorriso malicioso, o quadril balançando em um ritmo hipnótico.
— Achei que você gostasse de jogos, Papi — ela sussurrou, parando a milímetros do corpo dele.
Ela se ajoelhou lentamente, o olhar fixo no volume imenso que escapava da cueca de Guilherme. Com a ponta dos dedos, ela traçou a linha do membro dele, sentindo a veia saltada e o calor que emanava dali. Sem aviso, ela deslizou o tecido para baixo, libertando o pau latejante, que saltou com força contra a barriga dela.
— Meu Deus... olha o tamanho disso — ela murmurou, a voz carregada de desejo.
Lara não perdeu tempo. Ela envolveu a base com a mão, sentindo a firmeza do membro, e envolveu a glande com os lábios, sugando-o com uma voracidade que fez Guilherme soltar um gemido gutural, jogando a cabeça para trás. Ela usou a língua para explorar cada nervura, fazendo círculos provocantes na ponta, enquanto subia e descia, mergulhando o pau fundo na garganta, sentindo o gosto másculo e intenso dele.
Guilherme não aguentou a tortura. Ele a pegou pelos cabelos, não com violência, mas com a possessividade de quem sabe que ela pertence a aquele momento.
— Chega de brincar, Lara. Agora você vai sentir o que é ser possuída por mim.
Ele a puxou para cima e, em um movimento brusco, a jogou contra a parede do quarto. O impacto suaveu a deixou zonza, e antes que pudesse processar, Guilherme já estava entre as pernas dela, erguendo-a para que ela envolvesse a cintura dele com as coxas.
Lara soltou um grito de prazer quando sentiu a cabeça do pau rasgando a última barreira de tecido e mergulhando fundo em sua buceta ensopada. O encaixe foi perfeito, visceral.
— Ahhh! Papi! Preenche tudo! — ela gritou, enterrando o rosto no pescoço dele, sentindo o cheiro de suor e desejo.
Guilherme começou a estocadas violentas, ritmos frenéticos que faziam as costas de Lara baterem contra a parede. O som da carne batendo na carne ecoava no quarto, misturando-se aos gemidos desesperados dos dois. Ele não tinha piedade, cada estocada era um golpe de luxúria que atingia o fundo do útero dela, fazendo Lara ver estrelas.
Ela apertava as coxas contra as costas dele, arranhando seus ombros, implorando por mais. O prazer era tão agudo que beirava a dor, uma explosão de endorfina que a deixava completamente entregue.
— Você é minha... safadinha... minha! — ele rosnava, aumentando a velocidade, o pau deslizando no mel quente que ela produzia em abundância.
Lara sentiu o orgasmo vindo como uma onda devastadora. Ela apertou a buceta contra ele, sentindo cada centímetro do membro dele latejando dentro dela. Quando o ápice chegou, ela gritou o nome dele, o corpo tremendo violentamente, enquanto Guilherme soltou um rugido e descarregou todo o seu leite quente, fundo, dentro dela.
Eles ficaram ali, suspensos no tempo, enquanto o prazer diminuía para um formigamento doce. Guilherme a soltou lentamente, e Lara escorregou pela parede, exausta e satisfeita, com a sensação do sêmen dele escorrendo por suas pernas, marcando a iniciação mais intensa de sua vida.
A exaustão do primeiro clímax era apenas um prelúdio. Enquanto Lara recuperava o fôlego, encostada na parede, Guilherme não se afastou. Ele permaneceu ali, a respiração ainda pesada, os olhos escuros injetados de um desejo que a primeira gozada não havia sido capaz de aplacar. Ele a observou por alguns segundos, devorando a imagem daquela menina entregue, com as pernas trêmulas e o olhar perdido.
— Você acha que acabou, safadinha? — a voz dele saiu mais grave, quase um comando. — Eu ainda não terminei com você.
Antes que ela pudesse responder, ele a agarrou pela cintura e a girou com firmeza, jogando-a de bruços sobre a cama. Lara soltou um gemido de surpresa, sentindo o colchão afundar sob seu peso. Guilherme subiu sobre ela, prendendo seus pulsos acima da cabeça com apenas uma das mãos, enquanto a outra explorava a curvatura de suas nádegas.
Ele deslizou a mão para baixo, sentindo a umidade da buceta, mas seus dedos não pararam ali. Eles migraram para o centro, para aquele pequeno e apertado portal que Lara nunca havia permitido que ninguém explorasse.
— Papi... o que você está fazendo? — ela sussurrou, a voz trêmula de antecipação.
você nem sabe que existe — ele respondeu, a voz rouca.
Com um cuidado quase ritualístico, Guilherme usou a própria saliva e o mel que já escorria da buceta dela para lubrificar a entrada do cuzinho. Ele começou com toques leves, círculos lentos com o polegar, preparando-a, fazendo-a arquear as costas em um instinto de busca. Quando ele sentiu que ela estava relaxada e pulsando de desejo, ele posicionou a cabeça do pau exatamente no centro daquela pequena abertura.
Lara soltou um grito abafado no travesseiro quando sentiu a primeira invasão. Era uma pressão nova, intensa, que preenchia um vazio que ela nem sabia que tinha. Guilherme não entrou de uma vez; ele foi lento, cuidadoso, sentindo cada centímetro daquela resistência deliciosa ceder ao seu tamanho.
— Ahhh! Meu Deus! É muito... é muito profundo! — Lara gritou, os olhos revirando.
— Sinta isso, Lara... sinta o papai dentro de você — ele sussurrou, completando a penetração.
O impacto de chegar ao fundo do canal anal provocou em Lara um choque elétrico que percorreu todo o seu corpo. O prazer era absurdo, visceral. Guilherme começou a se movimentar: mette e tira, constante, ritmado. A cada estocada profunda, ele atingia pontos de prazer que a faziam gemer ownmente, sons guturais de luxúria pura.
O ritmo acelerou. O som da carne batendo, o deslizar do sêmen e da lubrificação criando um ritmo frenético. Guilherme não parava; ele alternava a pressão, ora entrando suavemente, ora cravando o pau com força total, fazendo com que a buceta de Lara, logo acima, latejasse em sincronia.
— Eu quero mais! Me fode mais fundo! — ela implorava, a voz rouca de tanto gritar.
A intensidade subiu para um nível insuportável. Os gemidos de Lara tornaram-se gritos de êxtase. Guilherme, sentindo a pressão do aperto anal, entrou em colapso. Ele descarregou a primeira gozada violentamente dentro dela, um jato quente que pareceu queimar as entranhas de Lara, levando-a a um orgasmo devastador que a deixou sem ar.
Mas a luxúria não tinha fim. Sem sair de dentro dela, Guilherme continuou as estocadas, agora mais rápidas, quase violentas, aproveitando que o canal estava dilatado e quente.
— Mais uma vez... eu quero mais! — ele rosnou.
A segunda gozada veio logo em seguida, impulsionada por estocadas curtas e profundas que faziam Lara tremer inteira. Ela sentiu o leite dele inundar seu interior, misturando-se ao prazer anal e vaginal. Eram ondas de gozos sucessivos, gemidos que ecoavam pelo quarto, enquanto eles se fundiam em um frenesi de carne e suor.
Quando finalmente se soltou, Lara caiu exausta, a respiração curta, sentindo seu corpo latejar. Ela estava preenchida, marcada e completamente devastada pelo prazer. O Papi a tinha iniciado, e a
...e a marca daquela iniciação pulsava em cada fibra do seu ser.
Lara ficou imóvel por alguns instantes, sentindo o peso do corpo de Guilherme ainda próximo, o calor emanando da pele dele. O silêncio que se seguiu ao caos do prazer era preenchido apenas pelo som da respiração recuperada e pelo latejar do seu próprio coração, que parecia querer escapar do peito. Ela sentia o sêmen dele, quente e viscoso, escorrendo lentamente por suas coxas, um lembrete líquido da entrega absoluta que acabara de acontecer.
Guilherme afastou-se minimamente, apoiando-se nos cotovelos para observá-la. O olhar dele não era mais apenas de desejo, mas de uma posse consumada. Ele sorriu, um sorriso predatório e satisfeito, enquanto passava a mão pelos cabelos dela, afastando as mechas grudadas no rosto suado.
— Agora você sabe o que é ser minha, safadinha — ele murmurou, a voz recuperando aquela autoridade rouca que a fazia estremecer.
Lara soltou um riso baixo, quase um suspiro, e virou o rosto para encará-lo. Seus olhos brilhavam com uma malícia renovada. A sensação de ter sido "estragada" e moldada por ele trouxe um prazer psicológico tão intenso quanto o físico. Ela se sentia transformada, como se tivesse atravessado um portal onde as regras da família e da moralidade não tinham mais valor.
— E quem disse que eu quero que isso termine aqui? — ela desafiou, deslizando a mão pela barriga rígida dele, descendo lentamente até onde a pele ainda queimava.
Guilherme soltou um grunhido e a puxou para cima, colando as costas dela no seu peito, abraçando-a com força. Ele beijou seu ombro, deixando a marca de seus dentes na pele macia, um selo de propriedade que Lara adorou sentir.
— Você é perigosa, Lara. — Ele sussurrou no ouvido dela, a respiração quente causando arrepios. — Se a sua mãe soubesse do que acabamos de fazer... de como você implorou para que o "Papi" te preenchesse...
Lara fechou os olhos, imaginando o risco, a adrenalina de ser pega, e isso a excitou instantaneamente. Ela sentiu sua intimidade latejar novamente, clamando por mais.
— Ela não precisa saber... ainda — Lara respondeu, virando-se nos braços dele com um olhar faminto. — Mas agora que você abriu esse apetite, Papi... eu acho que vou precisar de doses diárias desse seu leite.
Guilherme riu, a luxúria reacendendo em seus olhos. Ele a jogou novamente na cama, mas desta vez não houve pressa. O banquete estava apenas começando, e a iniciação da safadinha acabara de se tornar um vício compartilhado, um segredo sujo e delicioso que os uniria em cada sombra daquela casa.




