A Transa com a sem abrigo gostosa/ A Rendição de Carla
"Você acha que cinquenta euros compram a dignidade de alguém, ou apenas o silêncio de quem não tem mais onde cair morto?"
A pergunta ecoou na rua estreita do Rossio, numa terça-feira que cheirava a exaustão e asfalto quente. Eu não estava interessado em filosofia social; eu estava interessado naquela mulher. Carla. Ela era como uma miragem de pele pálida e cabelos pretos contra o cinza das paredes de Lisboa. Passara nove meses a observá-la, acumulando um tesão que já não cabia no meu corpo. Eu sentia cada veia do meu pau latejar, pesada, implorando por um escape.
Quando ela aceitou a nota de 50 euros e entrou no Uber, o silêncio entre nós era elétrico. Ela era magrinha, com seios pequenos que prometiam ser perfeitos na palma da minha mão e uma bunda arrebitada que me torturava a cada passo que ela dava à minha frente.
Chegamos em casa. O ritual do banho e do macarrão foi apenas um prelúdio, uma tortura lenta. Ver Carla saindo do banheiro, envolta na minha camisa velha e numa cueca box que ficava larga em sua cintura fina, foi o gatilho. Enquanto ela comia, eu não conseguia mais fingir. Meus dedos apertavam meu membro rígido, expondo-me ali, na cozinha, com a rola pulsando de vontade.
— Senhor...? — ela perguntou, os olhos arregalados, mas sem desviar o olhar do meu pau.
Levantei-me calm?, a ereção apontando para ela como uma arma.
— Você me deixou assim, Carla. Hoje eu vou te comer, e não importa o que aconteça, você vai sentir cada centímetro de mim.
Ela não recuou. Pelo contrário, um brilho de luxúria surgiu em seus olhos.
— Era isso que você queria? Tudo bem... eu não me importo. Você foi o único que me tratou como gente hoje. É o mínimo que posso fazer para te pagar.
Não aguentei mais. Agarrei-a pelos braços e a levei para o quarto, jogando-a na cama com uma força que a fez soltar um gemido agudo. Ataquei sua boca, sentindo seus lábios carnudos e úmidos. Ela era experiente; suas mãos deslizaram imediatamente para baixo, masturbando-me com uma urgência faminta.
— Que delícia... — ela sussurrou, a voz rouca.
Arranquei a camisa dela. Aqueles seios pequenos, com mamilos endurecidos, eram a imagem da tentação. Caí de boca neles, sugando, mordendo e apertando com luxúria, enquanto ela arqueava as costas, gemendo como uma puta insaciável, implorando por mais.
— Agora, fica de quatro, vadia! — ordenei, a voz grossa de desejo.
Ela obedeceu instantaneamente, posicionando-se como uma cachorrinha. A visão daquela bunda arrebitada e da coninha rosada e aberta diante de mim foi o ápice. Sem preliminares lentas, enterrei minha rola naquela cona deliciosa com uma estocada única e profunda.
— AH! — ela gritou, as mãos agarrando os lençóis.
Comecei a foder com luxúria, cada estocada era um impacto seco, visceral. O som da carne batendo ecoava no quarto. Eu a possuía com fome, alternando entre a cona apertada e a provocação de beijar seu clitóris enquanto ela tremia em orgasmos sucessivos.
— Mais... por favor, mais forte! — ela implorava.
Decidi explorar cada orifício. Com cuidado, mas com a luxúria de quem quer dominar, direcionei minha cabeça para o cuzinho dela. Senti a resistência inicial, e então, com um empurrão lento e deliberado, penetrei aquele anel apertado. Carla soltou um grito que misturava dor e um prazer absurdo. O sexo anal foi um bombardeio de sensações; eu a fodia ali, sentindo a pressão deliciosa do seu cu apertando meu membro, enquanto ela gemia desesperada, sentindo-se completamente preenchida.
Alternamos entre a cona e o cú com uma voracidade animal. A cada vez que eu trocava de orifício, Carla soltava um gemido novo, mais agudo, como se estivesse sendo descoberta em camadas. Eu a segurava pelos quadris, cravando os dedos na pele pálida, deixando marcas que seriam troféus daquela noite. O suor misturava nossos corpos, tornando tudo escorregadio e quente, transformando o atrito em pura eletricidade.
— Você é minha, Carla... — eu rosnava no ouvido dela, sentindo o cheiro de desejo e pele quente. — Toda minha.
Ela não conseguia mais formar frases, apenas sons guturais de entrega. O ritmo tornou-se frenético, quase violento. Eu queria sentir cada nervo dela vibrando sob o meu comando. Quando senti que estava chegando ao limite, a puxei pelos cabelos, forçando-a a olhar para trás, para que ela visse a destruição deliciosa que eu estava causando no seu corpo.
Com um último impulso, enterrei-me profundamente no seu colo, sentindo as paredes da cona contraíremem-se em um orgasmo violento que a fez arquear as costas como um arco. Eu não parei; continuei a estocada final, despejando todo o meu gozo quente e pulsante dentro dela, sentindo meu corpo tremer em sincronia com os espasmos dela.
Ficamos assim por alguns segundos, com a respiração pesada ecoando no silêncio do quarto, o único som sendo o bater dos nossos corações acelerados. Eu a soltei lentamente, sentindo o vácuo do desprendimento, enquanto ela desabava nos lençóis, com as pernas ainda tremendo e o olhar perdido.
O silêncio que se seguiu não era a paz de quem dorme, mas a tensão de quem sabe que isso não termina aqui. Olhei para ela, nua e rendida, e percebi que aqueles cinquenta euros foram o investimento mais lucrativo da minha vida.
Carla se virou devagar, um sorriso malicioso e exausto nos lábios.
— Acho que você ainda não terminou comigo, senhor... — ela sussurrou.
E, naquele momento, eu soube que a noite estava apenas começando.
Transamos por umas 3 horas, os dois gozaram infinitas vezes, num ciclo vicioso de pele, suor e arfadas que parecia não ter fim. Exploramos cada centímetro, cada zona erógena, transformando aquele quarto num santuário de luxúria onde o mundo exterior simplesmente deixou de existir. Quando finalmente o cansaço venceu o desejo, nós acabamos dormindo pelados ali mesmo, sem banho nem nada, envoltos no cheiro um do outro e no calor residual dos nossos corpos exaustos.
Na manhã seguinte, acordei com a luz filtrando pelas cortinas e a sensação de que a minha vida tinha mudado enquanto eu dormia. Olhei para Carla, ainda mergulhada num sono profundo, a pele pálida contrastando com os lençóis amarrotados. Naquele instante, em êxtase, eu já havia decidido: ela não era mais uma visita, nem um encontro casual. Agora, ela era minha mulher.
Quando ela acordou e abriu os olhos, encontrou a minha determinação. Eu não pedi, eu afirmei. Disse a ela que a queria ao meu lado, que queria cuidar dela e construir algo real. A surpresa inicial nos olhos dela logo se transformou em algo mais profundo, uma entrega mansa. Ela não me questionou, não hesitou; apenas aceitou e ficou feliz, com um sorriso de quem finalmente encontrou um porto seguro onde pudesse ser ela mesma.
Não deixei que a precariedade a assombrasse mais. Usei meus contatos e consegui um emprego digno para ela, algo que valorizasse sua inteligência e não apenas a sua aparência. O desejo, que começou como uma fome carnal e bruta, transformou-se em companheirismo e respeito, sem nunca perder aquela chama de luxúria que nos incendiava todas as noites.
Até hoje vivemos juntos e felizes, mantendo viva a paixão daquela primeira noite, lembrando sempre que tudo começou com um desejo incontrolável e terminou na construção de um lar.
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Beijinhos e abraços
OBS: Conteúdo fictício. Qualquer nome, local ou situação presente neste texto não possui qualquer relação com a realidade.




