A chuva batia forte contra as janelas, um tamborilar constante e furioso que abafava o mundo lá fora. Os trovões rugiam, rasgando o céu, e cada clarão iluminava brevemente o quarto, revelando a silhueta de Sofia encolhida ao meu lado.
“Papai, posso ficar aqui? Estou com medo”, sua voz, ainda com um timbre juvenil, tremia ligeiramente. Ela já estava debaixo das cobertas, o cheiro do seu shampoo de maçã verde misturando-se ao meu.
“Claro, princesa”, respondi, minha voz mais rouca do que o habitual.
Sofia, com seus dezoito anos, era a contradição em pessoa. A mente, por vezes, ainda de menina assustada com tempestades; o corpo, uma dádiva madura e inconscientemente provocante. Naquela noite, vestia apenas uma fina camisola de seda cor de pérola, que pouco escondia. Sem calcinha, como era seu hábito para dormir. Eu sabia. Tentava não saber, mas sabia.
Um trovão particularmente violento fez o apartamento tremer. Ela deu um salto e se enterrou contra mim, suas costas colando-se ao meu peito, suas nádegas redondas e perfeitas – aquela “bundinha arrebitada” que ela exibia sem puder em shorts curtíssimos – pressionando-se contra minha virilha.
“Deus, que susto”, ela sussurrou, ofegante.
E foi então que aconteceu. Incontrolável, uma onda de calor percorreu-me. Senti o meu membro, contra toda a minha vontade racional, endurecer rapidamente, inchando contra o tecido fino do meu pijama e contra a curva macia do seu corpo. Ficou rígido como pedra, uma pressão insistente e vergonhosa no espaço diminuto entre nós.
Ela ficou imóvel. A respiração ofegante que era de medo transformou-se, sutilmente. Percebi. Ela percebera. Em vez de se afastar, num movimento quase imperceptível, ela se acomodou melhor, roçando-se levemente contra a minha ereção. Um arrepio percorreu-a, e senti-o contra o meu torso.
“Sofia…”, tentei, mas a palavra morreu na minha garganta.
Ela virou-se de costas, completamente agora, alinhando-se a mim. Aquele traseiro firme e convidativo estava agora perfeitamente encaixado contra o meu pau latejante, apenas duas camadas de tecido nos separando. O calor dela era um ímã.
“Está tudo bem, pai”, ela murmurou, e não era uma pergunta. Era um convite.
A mão, que parecia ter vontade própria, deslizou do meu lado para o seu abdómen plano. Ela suspirou, um som profundo e úmido. Não resistiu. Pelo contrário, arqueou-se ligeiramente, pressionando a barriga contra a minha palma. Encorajado, deixei a mão subir, contornando a curva do seu seio pequeno e firme – aquele “seio duro” que tantas vezes me desafiara através de camisetas transparentes. O mamilo já estava erecto, pontiagudo contra a seda.
“Ah…”, ela gemeu baixinho, quando o meu polegar circulou a ponta dura.
A minha mão desceu então, traçando um caminho de fogo pela sua lateral, sobre o quadril, até encontrar a barreira final da camisola. Levantei-a. Ela levantou os quadris, facilitando. A minha mão encontrou a carne nua, quente, a suave penugem do seu púbis. E então, mais abaixo, a fenda já escorregadia.
“Meu Deus, Sofia…”, grunhi, sentindo a umidade quente que banhava os seus lábios. “Já estás toda molhadinha…”
“É por tua causa”, ela respondeu, virando a cabeça para trás, os lábios quase a roçarem os meus. “Sempre fui… sempre te desejei.”
Aquela confissão partiu o último elo da minha contenção. Com a mão ensopada do seu desejo, puxei o elástico do meu pijama, libertando o meu pau, que pulsava com necessidade brutal. Posicionei-me. A cabeça, inchada e roxa, encontrou a entrada incrivelmente quente e apertada da sua virgindade – pois eu sabia, com uma certeza que me trespassou, que ela me a guardara.
“Vai devagar, pai… é a primeira vez”, ela pediu, mas o seu corpo contradizia, os quadris fazendo pequenos círculos, engolindo já a ponta.
“Vou, minha filha… minha linda putinha”, o palavrão saiu-me como um gemido, proibido e excitante.
E penetrei. Um centímetro de pura luxúria, um aperto celestial que me fez ver estrelas. Ela gritou, um som contido, e enterrou as unhas no meu braço. Aos poucos, com uma paciência que me custava a alma, fui-me afundando naquele canal estreito, incrivelmente quente e molhado, que se abria para mim com pequenos espasmos.
“Estás toda minha… esta coninha deliciosa é minha agora”, sussurrei no seu ouvido, já completamente embebido nela.
Quando finalmente os meus púbis colidiram com as suas nádegas, com o meu pau totalmente alojado na sua profundidade, ambos gememos em uníssono. Estava lá dentro. Na minha filha. Era errado, era proibido, era a coisa mais intensamente viciante que alguma vez experimentara.
“Meu Deus, pai… está tão grande… tão dentro de mim”, ela choramingou, começando a mover-se.
E começou a rebolar. Lentamente a princípio, depois com mais determinação. A sua buceta, já não tão apertada mas ainda perfeitamente moldada a mim, massajava cada centímetro do meu membro com movimentos lascivos. Eu segurei-lhe os quadris, guiando-a, depois deixando-a tomar o controlo.
“Anda, fode a tua putinha… fode esta cona que é tua!” ela gritou, perdendo-se no êxtase, as palavras sujas saindo da sua boca inocente como um hino perverso.
O ritmo acelerou. Os sons obscenos da nossa união enchiam o quarto, mais altos que a chuva. O cheiro a sexo e a suor tornou-se pesado no ar. Eu viajava na sensação, no calor, na humidade, no aperto. Sentia-a contrair-se à minha volta, prenúncio do seu orgasmo.
“Vou gozar… pai, vou gozar!” ela gritou, e o seu corpo arqueou-se como um arco, a vagina a agarrar-me num espasmo rítmico e poderoso.
Foi a minha sentença. O calor explodiu na base da minha coluna e jorrei dentro dela, violentamente, jato após jato de semente quente a inundar o seu útero. Gememos ambos, animais em agonia doce, enquanto eu me esvaziava nela, latejando profundamente na sua cavidade já repleta.
Ficamos assim, unidos, ofegantes, o meu pau ainda pulsando levemente dentro dela, até a respiração acalmar.
---
Aquela noite foi só o início. Sofia mudou-se para o meu quarto, e as nossas noites tornaram-se um ritual de luxúria desenfreada.
Noutra noite, ela estava de gatas na cama, a luz do candeeiro a iluminar as duas entradas rosadas e convidativas.
“Hoje quero tudo, pai”, disse ela, olhando para trás com um olhar de pura lascívia. “A minha cona e o meu cuzinho. E quero chupar-te até não poder mais.”
Quis obedecer. Deitei-me na cama e ela posicionou-se sobre mim, num 69 luxuriante. Enquanto a minha boca mergulhava na sua cona já familiar, lambendo o clitóris inchado com a precisão de quem conhece cada centímetro, ela engolia o meu pau com uma fome voraz. O seu boquete era esfomeado, desesperado, com sons guturais e olhos marejados de prazer que me fitavam por entre as suas pernas.
“Que broche delicioso, minha putinha gulosa”, grunhia eu, entre lambidas nos seus lábios inchados.
Depois, virou-a. Com lubrificante e uma paciência infinita, preparei o seu outro lábio, virgem e apertado. Beijei, lambi, dedei, até ela suplicar.
“Por favor… pelo cuzinho… quero sentir-te aí também!”
A penetração foi lenta, cuidadosa, mas incrivelmente luxuriante. O anel muscular resistiu, depois cedeu, engolindo a ponta do meu pau numa sensação de aperto avassalador, diferente da cona, mas igualmente intoxicante.
“Arde… mas é tão bom, pai… enche-me toda!” ela gritou, com os punhos fechados nos lençóis.
E fodi-a assim, no cuzinho cuidadosamente preparado, com estocadas profundas e lentas, alternando depois, num movimento fluído, para a sua cona já escorrendo de prazer. Ela perdia a cabeça, os orgasmos sucedendo-se, um mais forte que o outro, até ela ficar apenas a tremer, incapaz de formar palavras.
Eu gozava dentro dela, seja em que buraco estivesse, marcando-a como minha. Ela era a minha filha, meu sangue. E tornara-se a minha amante, o meu vício, o epicentro de um prazer proibido e infinito que nascera sob uma tempestade e que agora ardia, todas as noites, no silêncio do nosso quarto partilhado. Era errado. E era deliciosamente perfeito.




