— Você é louca, amiga! Como consegue ler essas coisas com tanta naturalidade? — eu disse, rindo, mas sentindo um frio estranho na barriga enquanto olhava para a tela do computador.
Minha amiga apenas deu de ombros, com um sorriso malicioso nos lábios. Ela estava me ensinando a navegar naquele mundo novo, e a página de contos eróticos que ela abriu falava sobre a entrega total entre mãe e filho. Naquele momento, eu achei tudo abominável. Nojento. Impossível. Eu era a mãe de família, a mulher que deu dez anos de vida a um casamento falido, que criou três filhos sozinha após ser traída por um homem que tinha outras duas famílias. Meu corpo era um território esquecido, e minha mente, um deserto de prazer.
Mas o desejo é uma semente que germina no escuro.
Dias depois, o sonho veio. Não foi um sonho qualquer; foi uma explosão sensorial. Vi João, meu filho de 18 anos, com aquele olhar de homem que ele começou a ter. No sonho, ele não era apenas meu filho; ele era o meu dono. Senti a boca dele, quente e faminta, devorando minha buceta, sugando cada gota do meu mel. Senti a força do seu corpo me prensando, o impacto seco da sua pica entrando em mim, preenchendo cada vazio, jorrando rios de porra quente dentro do meu útero. E o detalhe mais absurdo e excitante: ele colhendo aquele líquido em uma taça de vinho para que eu bebesse, e eu, bebendo com um prazer divino.
Acordei ofegante, o corpo tremendo. Quando tirei a calcinha, vi que estava encharcada. Eu tinha gozado enquanto dormia, movida por um tabu que agora me consumia.
Passei a semana transformando a casa em um campo de sedução. Comecei a usar roupas que mal escondiam meu corpo: camisetas curtas que revelavam meus seios quando eu me abaixava, saias com fendas que mostravam minha calcinha de renda. Comecei a dormir nua, com a porta do quarto escancarada, sabendo que ele passava por ali. Eu queria que ele visse. Eu precisava que ele sentisse o que eu estava sentindo.
Naquela manhã, levantei e fui para a cozinha totalmente nua. O silêncio da casa era quebrado apenas pelo bater do meu coração. Quando ouvi a porta do banheiro fechar e os passos dele se aproximando, meu clitóris pulsou.
— Mãe!!! Desculpa, eu não sabia... — ele exclamou, parando abruptamente na porta da cozinha.
Eu me virei lentamente, deixando que seus olhos percorressem cada centímetro da minha pele, descendo pelos meus seios firmes até a minha bucetinha peludinha e úmida.
— Calma, filho... estava calor. E agora somos só nós dois aqui. Você se incomoda em me ver assim? — perguntei com a voz rouca, um sorriso malicioso nos lábios.
— Não... pode ficar. — Ele respondeu, mas a voz dele estava trêmula.
Eu vi. Vi o volume na bermuda dele crescer instantaneamente. Para provocar, virei-me de costas, fingindo procurar algo no chão, abrindo as pernas para que ele tivesse a visão perfeita do meu cu e da minha entrada molhada. Fiquei assim por segundos que pareceram horas, sentindo o olhar dele queimar a minha pele.
Quando me levantei, não aguentei mais. Passei por ele e, num movimento rápido, agarrei aquele volume duro.
— Filho... esse pau é meu. Eu estou seca, precisando de você. Vem pra cama agora e me come. Me mata, João. Me come!
Ele não disse uma palavra, mas seus olhos brilhavam com a mesma luxúria. No quarto, ajoelhei-me diante dele e baixei a bermuda. Aquele pau, quente e latejando, surgiu diante de mim. Comecei a lambê-lo, subindo e descendo, sentindo o gosto do seu desejo. Chupi a cabeça do pênis com força, sentindo-o pulsar na minha boca, enquanto apertava suas bolas com luxúria.
— Ah, mãe... que delícia... — ele gemeu, a voz agora grossa.
Deitei-me e abri as pernas, convidando-o para o paraíso. Ele se ajoelhou e mergulhou o rosto na minha buceta. A língua dele era certeira, bolinando meu clitóris, entrando fundo, bebendo meu gozo. Eu arqueava as costas, gritando de prazer, enquanto ele explorava cada dobra do meu corpo.
Ele subiu, beijando minha barriga, sugando meus mamilos com fome, até que nossas bocas se encontraram em um beijo molhado e desesperado. Quando senti a ponta da pica dele roçando meu clitóris, eu o guiei para dentro.
A penetração foi lenta, quase torturante. Quando ele finalmente bateu no meu útero, eu soltei um grito de libertação.
— Isso! Fode a sua mãe, João! Me enche de porra! — eu gritava, enquanto ele bombava com força, cada estocada fazendo a cama ranger e meu corpo tremer.
Entramos em um ritmo frenético. Ele me virou de bruços e, com cuidado mas com luxúria, começou a foder meu cuzinho. O contraste da pressão no ânus e a sensação de ser possuída por ele me levaram ao ápice. Ele alternava: fodia minha buceta com força, depois deslizava para o cu, me fazendo gozar repetidamente em ondas de puro prazer.
Fizemos um 69 voraz, cada um chupando o outro com a fome de quem estava com sede há anos. Eu sentia a língua dele no meu clitóris enquanto eu sugava cada centímetro do seu pau, sentindo-o chegar ao limite.
Finalmente, ele me virou de frente, me prendeu contra a cama e, com a força de um homem, descarregou tudo dentro de mim. Senti a cachoeira de porra quente inundando meu interior, preenchendo cada espaço, enquanto nós dois gozávamos em um grito sincronizado.
Aquele momento não era mais um sonho. Era a nossa nova realidade. O tabu havia caído, e no lugar dele, nasceu um desejo insaciável. Agora, ele era meu homem, meu amante, e eu, a mulher que descobriu que o prazer mais proibido é, na verdade, o mais delicioso.
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