Foda gostosa no consultório/A Entrega de Maria Dulce
— Dispa-se. Agora. E as cuecas também, não quero pano nenhum entre nós.
A voz dele era um comando, seca e assertiva, cortando o silêncio da sala onde o som da floresta havia sido banido. Maria Dulce obedeceu sem questionar. Ela não queria gentilezas; queria ser possuída por aquela autoridade. Deitou-se na marquesa, de barriga para baixo, sentindo o frescor do ar contra a pele nua.
— Afaste as pernas, Maria. Isso.
O massagista não perdeu tempo. Suas mãos, firmes e experientes, deslizaram pelas costas dela, descendo para os glúteos com uma pressão que a fez arquear as costas. Ele abriu as nádegas dela com força, expondo a intimidade mais profunda, preparando o terreno.
— Está tensa pra cacete, querida. Relaxa... deixa o stress ir embora enquanto eu cuido de você — sussurrou ele, a voz agora mais grave, quase um rosnado.
Ele não tocou a vagina de imediato. Começou a massagear a zona do períneo, esfregando vigorosamente ao redor do ânus e dos lábios, criando uma tensão insuportável. Maria sentiu o corpo responder instantaneamente; o mel da sua luxúria começou a escorrer, lubrificando a fenda. O cheiro era intenso, orgânico, excitante. Com um movimento ousado, ele usou os dedos para espalhar aquele sumo natural pela entrada do ânus dela.
Então, ele atacou. Os dedos mergulharam na vagina, girando, provocando, atingindo o clitóris com precisão cirúrgica.
— Ai... sim... — Maria gemeu, a pélvis movendo-se num ritmo instintivo, buscando mais.
O massagista parou bruscamente. Ele sabia que ela estava no limite. O silêncio foi preenchido apenas pela respiração gutural de Maria. Num movimento rápido, ele despiu-se completamente. Maria sentiu a presença dele, o cheiro másculo e forte do desejo. Ele posicionou o membro ereto diante do rosto dela.
— Chupa esse pau, querida. Faz ele ficar bem duro para mim.
Maria não hesitou. Envolveu o membro com a boca, sentindo a pulsação do órgão contra sua língua, sugando com vontade até sentir que ele estava sólido como rocha.
— Agora aguenta — disse ele, colocando uma almofada sob o quadril dela para erguer o rabo.
Ele se posicionou atrás e, sem aviso, penetrou a vagina com um golpe firme e profundo.
— Ãh... Ãh... Ãhhh! — Maria gritou, sentindo as paredes da cona serem alargadas por aquela invasão poderosa.
— É bom, não é? Gostas do meu pau grosso dentro de ti? Hein? Gostas, vadia gostosa?
— Sim... Sim... Dá-me mais! — ela implorava.
O ritmo tornou-se frenético. O som da carne batendo — as coxas dele contra as nádegas dela — ecoava pela sala. O corpo de Maria saculejava, e ele percebeu que o anel anal dela latejava, convidando-o para entrar. Com o polegar lubrificado, ele provocou a entrada do cu, inserindo a falange distal, sentindo a pressão e o calor daquele lugar.
Maria virou-se para ele, os olhos suplicantes, o rosto transbordando desejo. Ele retirou o membro da vagina e, com um impulso bruto, cravou-o no ânus.
— Aaaahhh! — O grito de Maria foi um êxtase puro. A penetração anal era profunda, intensa, quase dolorosa de tão prazerosa. O mel escorria por suas pernas enquanto ele a fodia com fúria.
— Aguentas assim? Queres com mais força? — ele rugia.
— Sim... Dá-me tudo! Dá-me!!!
O clímax chegou como uma explosão. Maria arqueou o corpo, dando um uivo monumental, soltando impropérios de prazer:
— Aaaahhhh...!!! Ai, filho da puta!! Meu grande cabrão!!
Ele a manteve imóvel por alguns segundos após o orgasmo, o peso do corpo dele esmagando-a contra a marquesa, enquanto ambos tentavam recuperar o fôlego. O silêncio que se seguiu era denso, preenchido apenas pelo som da respiração pesada e o aroma metálico e doce do sexo visceral.
Ele não saiu de imediato. Permaneceu enterrado no anel apertado dela, sentindo as contrações involuntárias do esfíncter que tentavam expulsá-lo, enquanto a vagina, ainda aberta e pulsante, vertia o excesso de lubrificação sobre as coxas de Maria.
— Olha para ti — sussurrou ele, a voz rouca, quase irreconhecível. — Olha para o estado em que ficaste.
Ele a virou lentamente. Maria estava com os olhos revirados, a boca entreaberta, a pele avermelhada onde as mãos dele a haviam apertado com força. Ela parecia ter sido desmontada e montada novamente, mas com uma precisão muito mais prazerosa.
Com um movimento lento e deliberado, ele retirou o membro do ânus, deixando que o vácuo da saída provocasse um último tremor no corpo dela. Mas ele não parou ali. Antes que Maria pudesse sequer processar a sensação de vazio, ele a agarrou pelos quadris, puxando-a para a borda da marquesa, deixando as pernas dela penduradas.
— Ainda não terminei contigo, Maria.
Ele se posicionou novamente, mas desta vez, não houve pressa. Ele começou a beijar a parte interna das coxas dela, subindo lentamente, provocando, enquanto usava a língua para limpar os vestígios do mel que escorria. Quando chegou à fenda, que ainda latejava, ele não entrou com o pau; usou a língua, explorando cada dobra, cada nervo exposto, levando-a de volta ao limite do êxtase em questão de segundos.
Maria soltou um gemido longo, a cabeça pendendo para trás, os seios altos e firmes subindo e descendo no ritmo da respiração.
— Por favor... — ela sussurrou, a voz quebrada. — De novo. Agora.
Ele sorriu, um sorriso predatório. Ele não queria apenas sexo; ele queria a rendição total. Ele a pegou nos braços, o corpo dela mole e entregue, e a jogou contra a parede fria da sala. O contraste do gesso gelado contra a pele quente e suada fez Maria estremecer.
Ele a prensou contra a parede, as mãos prendendo os pulsos dela acima da cabeça. O membro, novamente rígido, pressionava a barriga dela.
— Tu és minha agora — sentenciou ele. — E eu vou fazer-te esquecer como se chama o prazer, para que possas aprender a minha definição dele.
Sem mais avisos, ele a ergueu, as pernas dela envolveram a cintura dele instintivamente, e ele a penetrou com um golpe único, violento e profundo, fazendo a parede ecoar com o impacto de seus corpos. Maria gritou, não de dor, mas de um reconhecimento visceral: ela estava, finalmente, completa.
A sequência de eventos que se seguiu foi um borrão de fricção, suor e sons guturais. O massagista não teve piedade; ele a usou contra aquela parede como se estivesse a tentar fundir a pele dela à sua, num ritmo frenético que fez a estrutura da sala vibrar. Maria Dulce perdeu a noção de onde terminava o próprio corpo e onde começava o dele. Quando o clímax final os atingiu, foi como um curto-circuito: um espasmo violento que a deixou sem ar, as pernas a tremerem, enquanto ele despejava toda a sua semente dentro dela, num jato quente que parecia selar aquele pacto de luxúria.
Houve um silêncio pesado. O ar estava saturado com o cheiro a sexo, a óleo de massagem e a pele húmida.
Ele a soltou lentamente. Maria deslizou pela parede, as pernas vacilantes, sentindo o fluido dele a escorrer pelas coxas, quente e viscoso. O olhar dele, agora calmo mas ainda predatório, percorreu o corpo dela, sabendo exatamente o que tinha provocado.
— Vista-se — ordenou ele, com a mesma assertividade do início. — Não quero que demore na recepção.
Maria Dulce moveu-se em transe. Não teve forças para o duche; a ideia de lavar a pele, de remover aquele rasto líquido e aromático que a marcava por dentro e por fora, parecia-lhe um sacrilégio. Queria levar aquela marca consigo. Vestiu a roupa rapidamente, sentindo o tecido deslizar sobre a pele ainda sensível e húmida. As cuecas, agora encharcadas, colaram-se ao corpo, mas ela não se importou; o desconforto era o lembrete constante do que acabara de acontecer.
Ao caminhar em direção à saída, sentia a humidade a pulsar a cada passo, o aroma forte e animal do sexo a emanar dos seus poros e da sua intimidade, atravessando a barreira do tecido.
Chegou ao balcão da recepção. A menina da caixa, jovem e com um sorriso protocolar, nem sequer levantou os olhos do monitor enquanto processava o pagamento.
— Está tudo bem, a senhora Dulce? O Dr. ocorreu a massagem como esperado?
Maria Dulce sorriu. Era um sorriso de quem guarda um segredo obscuro e delicioso. Olhou para a menina, sentindo a vibração do corpo ainda own, a sensação de ter sido invadida e dominada. Uma vontade súbita de partilhar a sensação, de provocar, surgiu no seu pensamento.
— Está tudo... maravilhoso — respondeu Maria, a voz ligeiramente rouca. — Sinto-me como uma gatinha massajada por um siamês.
A menina da caixa levantou a cabeça, confusa com a analogiamente inusitada. Maria Dulce sorriu, pagou a consulta e saiu do consultório sem tomar duche, completamente vestida e a cheirar a foda.




