O escritório, para mim, sempre foi um palco de desejos contidos. E Ana Paula, com seus 32 anos, loira, 1,68m, 60kg de pura tentação, era a protagonista. Seus quadris, generosos e balançantes, eram um convite silencioso que eu, Joca, 36 anos, observava com uma devoção quase religiosa. Já havia fantasiado incontáveis vezes com ela, mas seu casamento parecia um muro intransponível, e ela, inabalável.
Até que a notícia explodiu: ela estava grávida. A visão de sua barriga crescendo, um pequeno milagre em seu ventre, despertou em mim uma obsessão quase doentia. Uma mulher grávida, carregando a vida de outro, mas com a pele radiante e os seios fartos, era um espetáculo que me deixava à beira da loucura.
A festa da empresa foi o momento decisivo. Ela apareceu com o marido, e o ambiente, já aquecido por drinques e música, tornou-se um campo minado de desejo. Nossos olhares se cruzaram, um sorriso discreto dela quando passou perto de mim, um roçar sutil de corpos que incendiou meus sentidos. Mais tarde, o convite sussurrado: "Aparece lá no barzinho com a gente." Fui. A camaradagem surgiu rapidamente, mas o ápice veio quando ela me puxou para um canto.
"Ei", ela disse, a voz baixa, um segredo compartilhado, "vamos sair só nós dois um dia desses? Quero conversar longe de todo mundo."
O choque inicial deu lugar a uma onda de excitação que me deixou sem ar. Marcamos. Encontrei-a em um dia de semana, a barriguinha de três meses, um sinal adorável de sua condição, sob a blusa. Convencê-la a ir a um motel, "só para conversar direito", foi um jogo de sedução que me deixou em suspense. Ela hesitou, corando, mas cedeu. No quarto, o ar ficou denso, carregado de uma antecipação quase elétrica.
Assim que fechei a porta, a abracei com uma força que misturava alívio e desejo reprimido. Nossos lábios se encontraram, um beijo inicialmente tímido que rapidamente se aprofundou, tornando-se uma fome voraz. A língua dela dançava com a minha, e os seios fartos pressionavam meu peito. O perfume dela, uma mistura de shampoo e sua essência única, me embriagava.
"Nossa, Ana… você tá tão gostosa grávida assim", murmurei, minhas mãos deslizando suavemente pela blusa dela. A barriga redonda, a pele esticada brilhando, os seios fartos, mamilos escuros e duros. Abaixei a cabeça, beijando um seio, depois o outro, sentindo a maciez e o calor. Ela gemia baixinho, suas mãos emaranhando-se nos meus cabelos.
Deslizei sua calça preta, revelando o fio dental que marcava a curva de seus quadris. O tecido fino escondia a intimidade que eu ansiava. Puxei a calcinha até seus pés, revelando a depilação impecável, os lábios inchados pela gravidez, o grelo proeminente. Meu corpo clamava por ela.
Deitei-me na cama, puxando-a para cima de mim. "Vem", sussurrei, a voz rouca, "senta na minha cara, grávida safada."
Ela obedeceu, um tremor percorrendo seu corpo. Posicionou-se sobre mim, o calor úmido de sua vagina encontrando minha boca. Lamber devagar, saboreando o gosto doce e intenso, o grelinho pulsando sob minha língua. Ela se contorcia, a barriguinha roçando meu rosto.
"Aiiii… caralho… assim… lambe meu grelinho…", ela gemeu.
Aumentei o ritmo, a língua explorando cada centímetro, enquanto ela rebolava em um êxtase crescente. "Eu vou gozar… porra… eu vou gozar na sua boca!"
Suguei com mais força, sentindo a explosão em minha boca, um líquido doce e abundante que engoli avidamente. Ela se contorceu em espasmos, o corpo tremendo.
Quando ela desceu, ofegante, sentou-se na beira da cama e puxou minha calça. Minha ereção pulsava, dura e ansiosa.
"Olha o tamanho dessa picha…", ela sussurrou, admirada. Pegou-me com as duas mãos, lambendo devagar, chupando minhas bolas, descendo até a garganta, engasgando um pouco. "Que delícia mamar sua vara… tá tão dura pra mim…"
Deitei-a de barriga para cima com cuidado, abrindo suas pernas. A vagina brilhava, úmida e convidativa. Posicionei a cabeça da minha pica e empurrei devagar.
"Aiiii… vai devagar… tô grávida… mas fode minha bucetinha…", ela pediu, a voz embargada.
Comecei com estocadas suaves, profundas e ritmadas. A barriguinha subia e descia com nossos movimentos. Sua vagina pulsava ao redor da minha pica, molhada e apertada.
"Tá gostoso? Tá gostando de comer a esposa grávida do outro?", ela provocou, a voz entre gemidos.
"Porra, Ana… sua cona tá uma delícia… inchadinha assim me deixa louco."
Aumentei o ritmo, a urgência crescendo. Seus seios balançavam, a barriga tremia. Ela gemia alto agora: "Isso… fode… fode minha coninha grávida… ai caralho… mais fundo!"
Virei-a de lado, com cuidado para não apertar a barriga. Levantei uma perna, e voltei a penetrá-la. Uma mão em seu peito, a outra em seu quadril. O pequeno ânus piscava convidativo.
"Quero comer seu cuzinho também", falei, rouco de tesão.
Ela hesitou, mas concordou com um gemido. Fui ao banheiro, lavei a pica rapidamente e voltei. Com lubrificante, posicionei a cabeça no ânus apertado e empurrei devagar. Ela gemeu alto.
"Devagar… meu cu tá virgem pra você… ai porra… tá entrando…"
Entrei inteiro, sentindo o aperto delicioso. Comecei a foder seu ânus com estocadas ritmadas, cada vez mais intensas. Ela esfregava seu clitóris enquanto eu a penetrava.
"Tá gostando de levar no cu, sua grávida safada?", perguntei, dando tapas leves em sua bunda.
"Sim… fode meu cu… me faz sua puta… ai ai ai… vou gozar de novo!"
Ela gozou gritando, o ânus apertando minha pica em espasmos. Não aguentei mais. Meti fundo e gozei forte dentro dela, jatos quentes preenchendo-a. Ficamos ali, ofegantes, suados, eu ainda dentro dela.
A partir dali, nossos encontros se tornaram mais frequentes, cada vez mais intensos. Ela ligava no meio do dia: "Vem me comer hoje… tô molhada só de pensar na sua picha." E eu ia. Para o motel, para a casa dela quando o marido viajava, onde a oportunidade surgisse. Comer uma grávida gostosa, casada, com a barriga crescendo… era um vício. Os gemidos dela, a sensibilidade de sua vagina e ânus, os seios que vazavam um pouco quando eu os beijava… tudo era combustível para meu desejo.
Numa dessas vezes, com a barriga já maior, ela sentou em mim, rebolando devagar, a barriga roçando a minha. "Olha como sua picha some toda na minha cona…", ela dizia, gemendo desesperada. "Me enche de porra de novo… quero sair daqui pingando." Segurava seus quadris, penetrando fundo, nossos corpos movendo-se em uníssono. Seus gemidos ecoavam no quarto: "Aiiiiii… aiiiiii… tô gozandooooooo… caralho… goza junto… me enche!"
Gozei tanto que escorria pelas coxas dela. Ela lambia os dedos depois, sorrindo safada.
Essa história não tem fim. Sempre que a oportunidade aparece, nos encontramos. Ana Paula se tornou minha grávida particular, minha puta deliciosa de barriga. E o melhor é que ninguém no trabalho desconfia. Só eu sei como ela geme quando a picha entra fundo, como sua vagina contrai quando o clitóris é chupado, como seu ânus aperta quando eu gozo lá dentro.
É foda demais comer a mulher de outro, ainda mais grávida. E ela adora tanto quanto eu.




