ADORO SER A PUTINHA DOS MEUS HOMENS.



— Você não faz ideia do quanto essa bunda me deixa louco, mãe.

Eu, Mara não sabia quem era o dono daquela voz no início, porque eu estava mergulhando no esquecimento provocado pelos remédios. Mas, quando abri os olhos e senti a respiração quente de João no meu pescoço, a realidade bateu: meu filho não estava apenas me dando "boa noite". Ele estava me devorando enquanto eu, dopada, mal conseguia reagir.
O divórcio devido á traição do meu marido tinha me deixado um vazio, mas o desejo que despertou em mim ao descobrir as mãos do meu filho em meu corpo era algo visceral. Eu tinha 36 anos, curvas que faziam qualquer homem parar para olhar, e João, aos 18, tinha acabado de descobrir que a mãe era a mulher mais gostosa que ele já tinha visto.

Depois daquela noite em que o peguei no flagra, a tensão na casa tornou-se insuportável. Eu não conseguia parar de pensar no volume do pinto dele, na coragem que ele teve de tentar me foder enquanto eu fingia dormir. O desejo virou uma obsessão.

Naquela noite, decidi que não haveria mais fingimentos.

Eu estava deitada, a camisola curta mal cobrindo minhas coxas grossas. Quando ele entrou no quarto, vi o olhar dele: ele estava faminto.

— Tá acordada, mãe? — ele sussurrou, a voz rouca.

— Bem acordada, João. Vem cá... — Eu me virei de bruços, empinando o rabo para ele, sentindo o calor do corpo dele se aproximar. — Quer beijar meu bumbum? Pode beijar, filho...

Ele não precisou de segunda ordem. João arrancou minha calcinha com uma urgência animal. Os beijos dele, que antes eram tímidos, agora eram vorazes. Ele lambeu cada centímetro das minhas nádegas, e eu soltei um gemido alto, sentindo meu corpo pulsar.

— Isso, filho... enfia o dedo na minha xoxota! Vai, caralho, enfia logo! — gritei, perdendo a compostura.
Ele começou a mexer dentro de mim com força, e eu me virei rapidamente, pegando-o pelo pinto, que já saltava do short, duro como uma pedra. Eu o olhei nos olhos, vendo a luxúria transbordar.

— Você quer meter na sua mãe, não quer? Quer foder essa bunda gostosa? — provoquei, sentindo meu clitóris latejar.

Ele não disse nada, apenas arriou o short e se jogou por cima de mim. Quando aquele pau jovem e firme atravessou a entrada da minha buceta, eu arqueei as costas, sentindo cada centímetro preenchendo o vazio que eu carregava há meses.

— Ahhh! Isso! Mete com força, filho! Fode a sua mãe, caralho! Me faz gozar! — eu gritava, as unhas cravadas nas costas dele.

— Você é gostosa demais, puta! Que bunda deliciosa! — ele gemia, socando com força, o saco batendo contra mim em um ritmo frenético.

Nós dois explodimos juntos, um orgasmo violento que nos deixou sem fôlego, suados e entregues ao pecado.

Na manhã seguinte, a dinâmica da casa mudou. Eu não precisava mais de remédios para dormir; a excitação era o meu novo combustível. Eu andava pela cozinha apenas de camiseta e calcinha, sentindo os olhos dele me rastrearem. Quando ele me abraçou por trás, a mão dele não foi para o meu rosto, mas sim para o meu peito, apertando meus mamilos com força através do tecido.

— Hoje eu quero mais, mãe... Quero comer você inteira — ele sussurrou, puxando minha calcinha para baixo com um puxão seco.

Ele me empurrou contra a pia da cozinha, abrindo minhas pernas. Eu senti a ponta do pinto dele, quente e úmida de saliva, cutucando meu anel anal.

— Porra, filho... você quer o meu rabo? — perguntei, arquejando.

— Quero, caralho! Quero socar esse rabo agora!

Ele não perdeu tempo. Com um empurrão firme, ele alargou minha entrada anal. Eu soltei um......gemido rouco, uma mistura de dor e um prazer absurdo que me fez cravar os dedos na borda de granito da pia. O impacto foi seco, visceral. Quando ele finalmente entrou por completo no meu rabo, senti que meu corpo estava sendo partido ao meio, mas a sensação de preenchimento era viciante.

— Porra... que aperto! Você é apertada pra caralho aqui atrás, mãe! — ele rosnava, o rosto enterrado no meu pescoço, enquanto começava a socar com força.

Eu não conseguia nem formular frases, apenas soltava palavrões e gemidos desconexos. A cada estocada, meu peito balançava e ele aproveitava para apertar meus seios com violência, como se quisesse marcar território. A cozinha, que antes era o lugar da rotina familiar, tinha se transformado no nosso altar do pecado.

— Fode esse rabo, João! Me destrói, seu animal! — eu gritava, sentindo a pressão do pau dele atingindo pontos que eu nem sabia que existiam.

O ritmo tornou-se frenético. O som da carne batendo contra a carne ecoava pelas paredes, e a adrenalina de estarmos ali, vulneráveis e expostos, tornava tudo mais intenso. Quando ele finalmente gozou, sentindo o jato quente preencher meu interior, eu desmoronei nos braços dele, tremendo da cabeça aos pés.

Passamos as semanas seguintes vivendo nesse jogo perigoso. O segredo era o tempero. Na frente do mundo, éramos mãe e filho; entre quatro paredes — ou na cozinha, ou no corredor, ou no banheiro — éramos dois amantes obcecados.
Certo dia, porém, a rotina foi quebrada. Meu marido, que passava longos períodos viajando a trabalho, decidiu voltar para casa sem avisar.

Eu estava no quarto, deitada de costas na cama, com as pernas abertas e João mergulhado no meu corpo, subindo e descendo com uma força que fazia a cama ranger. Eu estava no auge do prazer, com os olhos revirados, quando a porta do quarto se abriu bruscamente.

O silêncio que se seguiu foi ensurdecedor. Meu marido estava parado na porta, a mala ainda na mão, os olhos arregalados enquanto assistia à cena: o filho, nu e suado, enterrado profundamente dentro da própria mãe.

João não parou imediatamente. Ele deu mais duas estocadas profundas, como se quisesse provar que aquele território agora pertencia a ele, antes de se afastar devagar. Eu continuei ali, aberta, exposta, com a respiração ofegante e o rosto vermelho de luxúria.

— O que... que porra é essa? — meu marido gaguejou, a voz falhando.

Eu olhei para ele, e em vez de vergonha, senti um desejo súbito de provocação. Eu deslizei a mão pelo meu corpo, sentindo a umidade que meu filho tinha deixado em mim, e sorri.
— Ele estava apenas me ajudando a esquecer a sua traição, querido... — respondi, enquanto João, com um olhar desafiador, se colocava de pé ao meu lado, exibindo o pau ainda semi-ereto.

O choque do meu marido pareceu despertar algo novo na casa. A tensão não era mais apenas entre eu e meu filho; agora havia um triângulo de desejo, poder e pecado que estava longe de terminar.
O silêncio que se seguiu à minha resposta não foi de horror, mas de uma transformação química. O rosto do meu marido passou do pálido da surpresa para um vermelho escuro, a veia do pescoço saltando enquanto ele processava a imagem: o filho, jovem e vigoroso, dominando o corpo da mulher que ele acreditava ter sob controle.

Ele não gritou. Ele não nos expulsou. Em vez disso, seus olhos começaram a percorrer cada curva do meu corpo exposto, descendo para a minha buceta ainda latejante e úmida, e depois subindo para o olhar triunfante de João. O choque inicial se transformou em algo perverso, um desejo visceral de recuperar seu território, mas não de forma romântica — ele queria nos dominar, queria participar daquela profanação.

— Vocês acham que podem fazer isso na minha casa? — ele rosnou, a voz baixa e perigosa, enquanto largava a mala no chão com um baque seco. — Vocês acham que podem me excluir do prazer da minha própria mulher?

Sem tirar os olhos de mim, ele arrancou as próprias roupas com uma urgência violenta. O pau dele, já duro e pulsante, saltou para fora, exigindo espaço. Ele caminhou até a cama como um predador, a fúria e a luxúria fundidas em um único impulso.

— Se é assim que a brincadeira funciona, eu vou mostrar para esse moleque como se fode a mãe dele de verdade — ele disse, jogando-se na cama com nós dois em um impacto brutal.

O caos se instaurou. Não havia mais espaço para delicadezas ou tabus; a noite tornou-se uma competição frenética de prazer. Meu marido me agarrou pelos cabelos, puxando meu rosto para trás enquanto ele se enterrava na minha buceta com estocadas violentas e possessivas, tentando apagar a marca do filho. Mas João não aceitou o recuo. Ele se posicionou logo atrás de mim, as mãos apertando minhas coxas com força, e sem qualquer aviso, socou o meu rabo com toda a força de sua juventude.

— Ahhh! Porra! — eu gritei, sentindo meu corpo ser preenchido por dois lados ao mesmo tempo. A pressão era absurda, quase insuportável, mas a sensação de ser a possessão de dois homens da mesma linhagem era o ápice do meu êxtase.

— Olha para ela, seu merda! — meu marido gritava para o filho, enquanto continuava a me foder com fúria. — Olha como ela goza quando o homem de verdade assume o controle!

— Você pode ter o controle, mas eu tenho a fome, pai! — João respondeu, acelerando o ritmo no meu rabo, batendo o saco contra as minhas nádegas em um ritmo ensurdecedor.
Eles começaram a alternar, a competir. Enquanto um lambia meu clitóris com voracidade, o outro me penetrava. Enquanto o marido me usava como um objeto de descarga para sua raiva e desejo, João me envolvia com a luxúria de quem descobria um mundo novo. Eles trocavam de lugar, disputando quem conseguia me fazer gritar mais alto, quem conseguia me levar ao limite da exaustão.

A cena era visceral: suor, gemidos e palavrões preenchendo o quarto. Eu era o centro daquele turbilhão, sentindo a diferença entre a força bruta do marido e a urgência elástica do filho. A cada orgasmo violento que me sacudia, eu sentia que as barreiras da família haviam sido completamente demolidas, substituídas por uma fome animal que não aceitava limites.

Quando o clímax final chegou, foi um estrondo de prazeres cruzados. Meu marido e João gozaram quase simultaneamente, um prechendo minha frente e o outro o meu fundo, deixando-me completamente preenchida, exausta e marcada por aquela noite de pecado absoluto. Ficamos os três ali, entrelaçados no suor e no silêncio, sabendo que, depois daquilo, nada jamais voltaria ao normal.

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Beijinhos e abraços.

OBS: Conteúdo fictí­cio. Qualquer nome, local ou situação presente neste texto não possui qualquer relação com a realidade.

Foto 1 do Conto erotico: ADORO SER A PUTINHA DOS MEUS HOMENS.

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Ficha do conto

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lampiao69

Nome do conto:
ADORO SER A PUTINHA DOS MEUS HOMENS.

Codigo do conto:
276482

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
05/11/2026

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