— Abre essa porta agora, Carla! Que barulheira é essa?
A voz da tia Paula ecoava do outro lado da madeira, mas para mim, aquele som era apenas um ruído distante, um metrônomo que marcava o ritmo da minha excitação. Eu estava sentada no colo de Mario, as pernas abertas, sentindo a rigidez do seu pau pulsando contra a minha parede vaginal. Cada vez que ele me empurrava para cima, eu sentia meu clitóris queimar, implorando por mais.
Tudo tinha começado com olhares. Aqueles olhares de Mario que, aos 20 anos, já não viam em mim apenas a "prima", mas uma mulher. A tensão foi crescendo em silêncio, alimentada por minivestidos que subiam demais e toques "acidentais". Até que o desejo transbordou e se tornou esse vício.
— Deixa ela, tia! — Mario gritou, com a voz rouca, enquanto me apertava os quadris, enterrando-se fundo em mim.
Eu soltei um gemido abafado, mordendo o lábio. A adrenalina de sermos pegos era o melhor afrodisíaco do mundo.
Mas antes disso, naquelas tardes de chuva e nos encontros furtivos na piscina, nós já tínhamos mapeado cada centímetro de nossos corpos. Lembro-me da primeira vez que ele me chupou. Eu estava deitada no sofá, as pernas elevadas, expondo minha coninha molhada e brilhante. Mario mergulhou o rosto ali com uma fome de quem não comia há anos. A língua dele era quente e precisa, circulando meu clitóris, sugando a carne macia, fazendo-me arquear as costas e gritar o nome dele.
— Puta que pariu, Mario... não para! — eu implorava, sentindo as ondas do orgasmo virem.
E ele, com aquele sorriso malicioso, subia lentamente, beijando minha coxa, minha barriga, até chegar à minha boca. Nós fizemos o 69 mais luxurioso da minha vida; eu sentia o gosto do seu desejo enquanto ele saboreava minha essência. Eu abocanhei o pau dele, sentindo a grossura preencher minha garganta, enquanto ele devorava minha xoxota.
A luxúria nos levou a explorar tudo. Lembro-me da primeira vez que ele decidiu entrar por trás. Foi cuidadoso, quase ritualístico. Ele usou a saliva, massageou a entrada do meu cuzinho com o polegar, preparando o terreno. Quando a cabeça grossa do seu pau rompeu a resistência do meu esfíncter, eu soltei um grito que ecoou pelo corredor.
— Calma, prima... relaxa para mim — ele sussurrava, embora seus olhos estivessem injetados de desejo.
Ele deslizou todo para dentro. A sensação de preenchimento total, a pressão deliciosa no meu intestino, me fez gozar instantaneamente. Ele começou a foder meu cu com uma força rítmica, alternando entre a coninha e o cuzinho, como se quisesse marcar território em cada orifício meu.
Agora, no banheiro, a cena se repetia com mais urgas. Eu estava montada nele, quicando com fúria. Meus peitos balançavam, os mamilos duros raspando no peito dele.
— Você é minha, Carla! — ele rosnava, segurando meus seios com força, apertando-os enquanto me penetrava.
— Eu sou sua! Me fode, Mario! Me enche de tudo! — eu gritava, ignorando completamente a tia Paula que ainda batia na porta.
O ápice chegou como uma explosão. Eu senti meu clitóris latejar violentamente enquanto ele dava as últimas estocadas profundas. Eu gozei ownamente, as paredes da minha vagina apertando o pau dele como se quisessem sugá-lo para dentro. Mario soltou um urro, jogando a cabeça para trás, e ejaculou profundamente dentro de mim.
O silêncio voltou a reinar no banheiro, quebrado apenas pelas nossas respirações ofegantes e pelo som da porta, que finalmente parou de ser batida.
Desci lentamente, sentindo o sêmen quente escorrer pelas minhas coxas. Olhei para Mario. Ele tinha aquele olhar de quem tinha acabado de conquistar o mundo
O silêncio que se seguiu foi quase ensurdecedor, interrompido apenas pelo som rítmico de nossas respirações tentando voltar ao normal. O ar no banheiro estava denso, saturado com o cheiro de sexo e suor. Mario ainda me segurava pela cintura, os dedos enterrados na minha pele, como se tivesse medo de que, se me soltasse, a realidade daquela casa — e as regras dela — finalmente nos alcançassem.
Senti uma gota de sêmen escorrer lentamente pela parte interna da minha coxa, um rastro quente e viscoso que servia como lembrete físico do pecado que acabamos de cometer.
— Você está louca — ele sussurrou, a voz ainda rouca, encostando a testa na minha. — A gente quase foi pego. De novo.
Eu sorri, um sorriso malicioso que não chegava aos olhos, mas que incendiava o resto do corpo. A adrenalina ainda corria pelas minhas veias, transformando o medo de ser descoberta em puro desejo. Eu me inclinei e lambi a ponta do nariz dele, sentindo o coração dele disparar contra o meu peito.
— E é exatamente isso que torna tudo melhor, Mario. O risco. O fato de que, se a tia Paula abrisse essa porta, ela veria o filho dela enterrado em mim.
Ele soltou um riso anasalado, mas seus olhos escureceram. A menção ao risco pareceu reativar a centelha. Sem dizer uma palavra, ele me agarrou pelos quadris e me jogou contra a parede de azulejos frios. O contraste do gelo nas minhas costas e do calor do corpo dele contra a minha frente me fez soltar um suspiro involuntário.
— Você não sabe a hora de parar, não é? — ele murmurou, beijando meu pescoço com mordidas leves, que me faziam estremecer.
— Quem disse que eu quero parar? — provoquei, envolvendo minhas pernas ao redor da cintura dele, puxando-o para que sentisse que, apesar de ter acabado de gozar, eu ainda estava pulsando, úmida e faminta.
Mario soltou um rosnado baixo. Ele não precisava de mais convites. Ele deslizou a mão para baixo, encontrando a entrada do meu corpo, ainda slippery do sêmen e da minha própria lubrificação. Ele começou a massagear meu clitóris com a precisão de quem conhece cada centímetro do meu prazer, enquanto usava a outra mão para apertar meu seio, moldando a carne com força.
— A gente precisa sair daqui antes que ela venha cobrar explicações — ele disse, mas seus dedos não paravam. — Mas... acho que posso te dar mais cinco minutos.
— Cinco minutos? — eu ri, arqueando as costas. — Eu te dou a noite inteira se você prometer que não vai parar de fazer isso.
Ele não respondeu com palavras. Ele simplesmente me beijou com uma fome voraz, enquanto seus dedos exploravam a profundidade do meu prazer, transformando aquele banheiro apertado no epicentro de um desejo proibido que nenhum dos dois estava disposto a abandonar.
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OBS: Conteúdo fictício. Qualquer nome, local ou situação presente neste texto não possui qualquer relação com a realidade.




