— Você acha que eu sou velha demais para você, menino? — Vanessa sorriu, um brilho malicioso nos olhos, enquanto a fumaça do banho quente começava a preencher o banheiro.
Eu não respondi com palavras. Apenas terminei minha cerveja em um único gole, sentindo a adrenalina pulsar. Estávamos sozinhos no apartamento; os outros já tinham descido para o point. O ar estava carregado. Eu entrei no banheiro sem me importar em estar nu, expondo meu pau já rígido, que latejava de desejo.
Ela soltou um risinho, fingindo escândalo, mas seus olhos devoravam cada centímetro do meu membro.
— Sem vergonha... — ela sussurrou, mas não recuou.
— A gente se ama, tia. E eu sei que você quer isso tanto quanto eu — respondi, a voz rouca. — O box é grande. Cabe a gente dois.
Não houve resistência. Quando entrei sob a água quente, senti as mãos dela, macias e experientes, ensaboando minhas costas. O roçar dos seios fartos contra as minhas costas foi o gatilho. Virei-me rapidamente, prendendo-a contra os azulejos úmidos.
— Isso é errado... — ela murmurou, mas seus lábios estavam a milímetros dos meus.
— Errado é a gente desperdiçar esse desejo — respondi e a beijei com fome, uma língua invadindo a outra com urgência.
Meus dedos mergulharam instantamente em sua calcinha, encontrando sua buceta carnuda e já completamente encharcada. O gemido que ela soltou foi o sinal verde. Eu a ergui, as pernas dela envolveram minha cintura, e eu comecei a devorar seus seios, alternando beijos vorazes e mordidas leves nos mamilos eretos.
Descendo pelo corpo, ignorei a água que caía e foquei no mel dela. Abaixei-me e mergulhei o rosto naquela fenda quente e úmida. Lamber aquele clitóris pulsante foi como provar o fruto proibido. Usei a língua com precisão, fazendo-a arquear as costas e gritar meu nome. Fiquei ali, degustando cada gota de seu prazer, até que ela gozou violentamente, tremendo nos meus braços.
— Agora é a minha vez... — ela sussurrou, ajoelhando-se no chão do box.
A mamada foi visceral. Ela sugou com força, usando a língua para envolver a cabeça do meu pau, fazendo-me perder o fôlego. Eu a puxava pelos cabelos, sentindo o vácuo daquela boca deliciosa. Não aguentei muito; a intensidade era demais. Gozei profundamente na garganta dela, e ela, com um sorriso malicioso, engoliu tudo, saboreando a entrega.
Mas o jogo estava apenas começando.
— Agora... eu vou te comer de verdade — eu disse, levantando-a.
Sem preservativo, a entrega foi total. Introduzi meu pau lentamente em sua cona quente e apertada. O encaixe foi perfeito, um vácuo de prazer que nos fez suspirar juntos. Comecei um ritmo lento, sentindo cada dobra de sua parede vaginal me abraçar. Aos poucos, a calma deu lugar à luxúria. Aumentei a velocidade, as batidas da carne contra a carne ecoando no banheiro.
— Vai, minha cadela! Mostra ao seu sobrinho que essa vadia nasceu pra rolar! — gritei no ouvido dela.
— Ai! Mete gostoso! Come essa buceta, seu tarado! — ela respondia, perdendo a compostura.
A luxúria atingiu o ápice. Eu a virei, colocando-a de quatro contra a parede do box. Ali, vi a beleza do seu cuzinho rosado e apertado. Com cuidado, mas com a fome de quem esperou anos por aquilo, deslizei para dentro do seu rabo. O aperto era surreal, uma sensação de preenchimento que me fez delirar.
— Sua puta... esse cuzinho agora é meu! — eu rogia, macetando com força, alternando entre a cona e o cu, explorando cada orifício daquela mulher.
Fomos ao limite. O suor se misturava à água do banho. Ela gemia, implorando por mais, enquanto suas unhas cavavam marcas vermelhas nas minhas costas.
Eu não queria apenas possuí-la; eu queria exauri-la. Mudei a posição novamente, jogando-a sobre o banco de pedra do box, com as pernas abertas e elevadas, expondo tudo ao vapor e ao meu olhar faminto. O contraste da pele dela, ruborizada pelo calor da água e do desejo, era hipnotizante.
Recomecei a estocada na cona, mas agora com uma força bruta, sentindo o fundo do útero dela a cada impacto. O som era úmido, visceral, preenchendo o silêncio do apartamento. Vanessa jogava a cabeça para trás, os cabelos grudados no rosto, soltando gritos que ela tentava abafar com a mão, com medo de que alguém lá fora ouvisse a verdade sobre o que acontecia ali dentro.
— Mais forte... por favor, mais forte! — ela implorava, a voz quebrada.
Eu acelerei. Cada investida era um choque elétrico que percorria minha coluna. Senti a parede vaginal dela começar a contrair em espasmos violentos; ela estava chegando lá outra vez. No momento exato em que ela começou a gozar, eu a puxei pelos quadris, colando nossos corpos com a máxima pressão, e descarreguei tudo dentro dela. Foi uma explosão lenta e quente, um jorro de sêmen que pareceu durar horas, enquanto ela apertava meu pau com a força de quem não quer me soltar jamais.
Ficamos assim por alguns minutos, apenas ouvindo a respiração ofegante de ambos e o som da água que insistia em cair, lavando o suor e a luxúria de nossos corpos. O silêncio voltou a reinar, mas era um silêncio cúmplice, carregado de segredos.
Ela se inclinou, beijando meu pescoço com delicadeza, um contraste brutal com a selvageria de instantes atrás.
— Você é um problema, sabia? — ela sussurrou, com aquele mesmo sorriso malicioso.
— O problema é que eu não consigo parar de pensar em você, tia. — respondi, sentindo a adrenalina baixar, mas a vontade de repetir tudo começar a crescer novamente.
Ela se levantou, deslizando para fora do box, a água escorrendo pelas curvas do corpo. Ela não se apressou em se secar. Caminhou lentamente até a porta, parou e olhou para trás, deixando a porta do banheiro aberta.
— Vá se vestir. Temos que descer para encontrar os outros... mas guarde esse segredo. Amanhã, no mesmo horário, quero você aqui.
Ela saiu, deixando para trás o cheiro de pele, sexo e o eco de um crime familiar que, para nós dois, era o único caminho possível.
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Beijinhos e abraços





Tia gostosa tem que meter muito mesmo