— Você não tem ideia do quanto eu desejei que você fizesse isso — sussurrou Sara, a voz rouca, enquanto eu apertava seus quadris contra a parede da sala.
A frase veio depois de semanas de silêncio cúmplice. O luto tinha sido a ponte, mas a luxúria era o destino. Eu, João, sempre soube que Sara tinha esse fogo guardado, aquele olhar de quem quer ser possuída, mas precisava de alguém com coragem para ignorar a memória do marido e focar no prazer do agora.
Nós não chegamos à cama rapidamente. O caminho até o quarto foi um rastro de beijos vorazes, mãos que não paravam de tatear as curvas dela e suspiros pesados. Quando finalmente caímos nos lençóis, eu a prendi por cima, beijando cada centímetro do seu pescoço, descendo para os seios, mordiscando os mamilos até ela arquear as costas e soltar um gemido agudo.
— Por favor, João... eu não aguento mais esperar. Eu estou morrendo de vontade de sentir você — ela implorou, deslizando as mãos para baixo da minha calça.
Ela não perdeu tempo. Ajoelhou-se diante de mim com um olhar luxurioso e começou a me dar aquele boquete delicioso, lento, sentindo cada veia do meu pau. Ela chupava com vontade, fazendo barulhos úmidos que me deixavam louco, alternando entre lamber a cabeça do meu membro e sugar profundamente, quase engasgando, enquanto seus olhos me encaravam, desafiadores.
— Que delícia que você está, João... que pau gostoso — ela murmurou entre uma sugada e outra.
Eu a puxei para cima e a virei. Queria saborear cada gota. Comecei a lamber a buceta dela com calma, sentindo o gosto doce e quente. Passei a língua pelo clitóris, fazendo movimentos circulares, lentos, torturando-a de prazer. Ela gemia alto, as mãos enterradas nos meus cabelos, me puxando para mais perto. Não fiquei só na frente; desci com a língua, explorando a entrada do cuzinho dela, dando lambidas profundas que a faziam tremer inteira.
— Ah! Sim! Assim mesmo, caralho! — ela gritou, perdendo a compostura.
Coloquei ela de quatro, a bunda empinada para mim, a imagem da luxúria. A buceta dela estava encharcada, own a "sedentinha" que esperava por mim. Quando enfiei meu cacete ali, ela deu um grito ensurdecedor e gozou instantaneamente, as paredes da vagina apertando meu pau com uma força absurda.
— Puta que pariu, Sara! Que buceta apertada! — eu rosnei, começando a estocar com força.
O ritmo ficou frenético. Eu comia aquela viúva com fome de anos, sentindo a pele dela queimar. No auge do prazer, eu sussurrei no ouvido dela que queria tentar algo novo. Com cuidado, mas com firmeza, direcionei meu pau para o cuzinho dela.
— Vai... entra... eu quero sentir você fundo no meu cu — ela implorou, gemendo.
Deslizei lentamente. O aperto do ânus era surreal, um prazer profundo e proibido. Comecei a meter e tirar do cuzinho, depois voltei para a buceta, alternando a entrada, sentindo o calor de ambos os lugares. Era um sexo visceral, bruto e cheio de luxúria.
Os gemidos dela se tornaram gritos de êxtase. Quando senti que não dava mais, dei a última estocada profunda, enterrando tudo dentro dela, e gozei com toda a força, sentindo o sêmen disparar nas profundezas do seu ventre.
— Agora você é minha — sussurrei, enquanto ainda pulsava dentro dela.
Foi a melhor sensação do mundo: marcar a posse de quem, por um momento, esqueceu o mundo para viver apenas o prazer.
O silêncio que se seguiu ao orgasmo era preenchido apenas pela respiração pesada de ambos, um som rítmico e animal. Sara não se moveu imediatamente; ela permaneceu arqueada, sentindo o peso do meu corpo sobre o dela e a sensação quente do meu gozo preenchendo seu interior.
Lentamente, retirei-me. O som úmido do descolamento da carne foi o gatilho para que ela soltasse um suspiro longo, quase um gemido de satisfação pós-coital. Ela se virou para mim, os olhos ainda nublados pelo prazer, a pele avermelhada e brilhando de suor.
— Você me destruiu, João — ela sussurrou, com um sorriso malicioso nos lábios, enquanto passava a mão pelo próprio rosto, afastando os cabelos grudados. — Eu achei que sabia o que era desejo, mas isso... isso foi possessão.
Eu me sentei na beirada da cama, observando-a. A imagem daquela mulher, a "viúva respeitável" da vizinhança, agora completamente desarmada e exposta diante de mim, era inebriante. O contraste entre a imagem pública de recato e a realidade visceral daquela cama criava uma tensão elétrica que não desaparecia nem mesmo após o clímax.
— Você queria ser possuída, Sara. E eu não sei ser gentil quando me dão total liberdade — respondi, minha voz ainda baixa e rouca.
Ela riu, um som gutural, e rastejou pelos lençóis até mim, apoiando o queixo no meu joelho e olhando-me de baixo para cima. A luxúria não tinha ido embora completamente; ela apenas havia mudado de forma, transformando-se em uma fome de continuidade.
— E quem disse que a liberdade acabou? — Ela deslizou a mão pela minha coxa, subindo lentamente, provocando a volta de uma ereção imediata. — Eu ainda sinto você dentro de mim, mas quero sentir mais. Quero saber se você consegue me fazer gritar da mesma forma outra vez, ou se foi apenas sorte.
O desafio nos olhos dela era um convite ao crime. Eu a agarrei pelo pescoço, não com força, mas com a autoridade de quem sabe que ela agora pertence a esse momento.
— Sorte? — rosnei, puxando-a para cima de mim novamente. — Eu vou te mostrar que isso não foi sorte, mas sim a minha vontade de te ter por inteiro.
Eu a joguei contra o colchão mais uma vez, mas desta vez não havia pressa. Eu queria prolongar a agonia. Comecei a beijar a parte interna de suas coxas, sentindo a vibração de seus tremores. Sara apertava os lençóis com as mãos, os quadris subindo e descendo em um ritmo frenético, implorando para que eu preenchesse aquele vazio que só o meu corpo conseguia ocupar.
O jogo estava apenas começando, e a viúva estava disposta a entregar cada pedaço de sua sanidade ao prazer.

