— Você é muito esperta, Lara. Sabe exatamente onde quer chegar, não sabe? — Eu disse, recostando-me na minha cadeira de couro, observando cada curva daquela menina de 18 anos.
Ela sorriu, um sorriso malicioso que não condizia com a inocência do rosto platinado. Lara não era apenas uma estagiária; ela era um banquete servido em saia social curta e pernas torneadas. O escritório estava vazio, o silêncio da cidade lá fora era o cenário perfeito para a proposta que eu vinha cozinhando há cinco meses.
— Eu sei que o senhor gosta de observar, Rui. E eu sei que o senhor gosta de quem obedece... e de quem provoca — ela respondeu, a voz baixa, quase um sussurro excitante.
Eu fui direto ao ponto. Prometi dobrar o salário dela, dar a ela todo o conhecimento de engenharia que eu possuía, transformá-la na maior profissional da cidade. Em troca? Apenas o corpo dela, a disposição de ser a minha putinha particular sempre que o desejo batesse.
Ela não hesitou. Com um olhar de luxúria, começou a desabotoar a camisa social.
— Quero que você me ensine tudo, Rui... inclusive como se sente ter um homem como você dentro de mim — ela disse, soltando a blusa e revelando peitinhos pequenos, firmes como limões, com bicos já eretos de puro tesão.
Eu perdi a linha. Puxei-a para o meu colo com força. Meus lábios encontraram os dela em um beijo voraz, faminto, enquanto minha mão descia implacavelmente pela saia, encontrando a calcinha já encharcada.
— Puta que pariu, Lara... você está pegando fogo! — grunhi, enquanto mergulhava meus dedos na sua buceta molhadíssima.
Ela soltou um gemido alto, jogando a cabeça para trás, e deslizou do meu colo para o chão. Ajoelhou-se com uma agilidade deliciosa e abriu meu zíper. A língua dela começou a trabalhar no meu pau com uma vontade absurda, fazendo um boquete demorado, guloso, sugando cada centímetro com uma luxúria que me deixou zonzo.
Eu a ergui e a joguei sobre a mesa. Papéis, pastas e canetas voaram para o chão; só o notebook ficou, testemunha muda daquela carnificina de prazer. Afastei a calcinha dela para o lado e, sem preliminares lentas, penetrei aquela bucetinha apertada com tudo.
— Ahhh! Isso, Rui! Soca com força! — ela gritava, as unhas cravando nas minhas costas.
O sexo era intenso, bruto e delicioso. Eu a virava, a sentia rebolar own the table, e depois a coloquei de quatro no chão. Foi ali que decidi explorar mais. Com cuidado, mas com a firmeza de quem quer possuir, deslizei meu pau para o rabinho dela.
— Vai ser profundo, Lara... aguenta — sussurrei no ouvido dela.
Quando penetrei o cuzinho dela pela primeira vez, senti a resistência inicial se transformar em um prazer absurdo para ambos. Eu metia e tirava, constante, alternando entre a buceta e o rabo, sentindo cada contração daquela jovem deliciosa. O gemido dela mudou de tom, tornou-se um grito de êxtase.
— Meu Deus, que delícia de cu! Você é perfeita, Lara! — eu berrava, socando a rola sem dó, sentindo o aperto delicioso do esfíncter dela.
Gozei profundamente, sentindo cada nervo do meu corpo vibrar. Ela também desabou em orgasmos múltiplos, tremendo sob o meu peso.
Nos meses seguintes, a rotina se repetiu. Ela vinha para o escritório, muitas vezes já sem calcinha sob a saia, pronta para "estudar" e "tomar pica". O que começou como uma transação de conveniência e luxúria, transformou-se em algo que nenhum de nós esperava.
Entre uma gozada e outra, entre beijos demorados e conversas sobre o futuro, nós nos apaixonamos. Eu, aos 40, descobri que a vitalidade de Lara não era apenas um combustível para o meu desejo, mas a luz que faltava na minha rotina cinza. O que começou como um acordo de carne e dinheiro tornou-se uma dependência emocional voraz. Eu não queria mais apenas o corpo dela; eu queria a alma daquela menina, e ela, surpreendentemente, entregou tudo.
Certo dia, ela entrou no escritório com um vestido preto justo, que mal chegava aos joelhos, e um sorriso que dizia exatamente o que ela queria. Ela não trouxe pastas, não trouxe relatórios. Caminhou até a minha mesa, ignorou a cadeira e sentou-se diretamente sobre os papéis do projeto que eu estava finalizando.
— O senhor acha que eu aprendi tudo o que tinha para aprender, Rui? — ela perguntou, enquanto deslizava as mãos pelos meus ombros, descendo lentamente até o meu peito.
— Ainda faltam algumas lições, Lara — respondi, puxando-a pela cintura, sentindo o calor do corpo dela contra o meu.
— Qual a lição de hoje? — ela sussurrou, enquanto abria o meu cinto com uma agilidade que me deixou excitado instantaneamente.
— A lição de hoje é sobre entrega total — eu disse, levantando-a da mesa e colocando-a de joelhos, bem ali, no centro da sala.
Eu a observei por um momento, a imagem daquela jovem platinada, submissa e faminta, esperando pelo meu comando. O desejo era palpável, quase sólido. Eu não conseguia mais separar a luxúria do amor. Cada vez que ela me servia, cada vez que eu a possuía, sentia que estávamos construindo algo proibido, mas real.
Eu a puxei para cima, beijando-a com uma urgência desesperada. Nós dois nos despimos freneticamente, as roupas voando pelo escritório como se o mundo lá fora tivesse deixado de existir. Eu a joguei no sofá de couro, e ela abriu as pernas para mim, revelando-se completamente, úmida e ansiosa.
— Por favor, Rui... agora! — ela implorou, arqueando as costas.
Eu a penetrei com um impacto que nos fez soltar um gemido sincronizado. O sexo não era mais apenas descarga de tensão; era uma comunhão. Eu a senti apertar, sentindo cada centímetro do meu pau preencher seu espaço, enquanto ela me apertava com as pernas, tentando me fundir a ela.
— Você é minha... — eu sussurrei, socando com força, sentindo o ritmo acelerado do coração dela contra o meu.
— Sou sua... sempre fui sua — ela gritou, as unhas cravando na minha pele, enquanto chegamos ao ápice juntos, em um orgasmo violento que nos deixou exaustos e ofegantes.
Momentos depois, enquanto ela descansava a cabeça no meu peito, ela disse:
— Sabe, Rui... eu não quero mais ser apenas a sua putinha. Quero ser a sua companheira.
Eu a olhei, vendo a menina de 18 anos se tornar a mulher que eu amava. O preço do prazer tinha sido a nossa alma, e o luxo do desejo era, finalmente, estarmos juntos.
A relação evoluiu. O que começou como um jogo de poder e submissão transformou-se em uma paixão avassaladora, onde a luxúria era o combustível e a entrega, a regra. Durante anos, nosso sexo foi luxuriante e intenso; não havia lugar no mundo onde estivéssemos mais vivos do que quando nossos corpos colidiam, suados, em posições que desafiavam a gravidade, seja na mesa do escritório onde tudo começou, seja nos lençóis de seda da nossa casa.
Hoje, cinco anos depois, somos casados e pais de um menino lindo, que tem os olhos dela e a minha teimosia.
Muitos pensam que a chegada de um filho esfria a cama, mas para nós, foi como jogar gasolina em uma fogueira. Durante a gravidez, o sexo tornou-se um ritual de cuidado, mas não perdeu a voracidade. Foi maravilhoso. Lembro-me de tardes inteiras em que eu a adorava com a língua, explorando cada centímetro daquele ventre crescendo, enquanto ela arqueava as costas, gemendo por mim. As posições mudaram para acomodar a barriga, mas a intensidade permaneceu; o sexo era mais lento, mais profundo, quase sagrado, mas ainda assim carregado de um erotismo visceral. Eu a possuía com uma delicadeza feroz, sentindo a vida do nosso filho pulsar entre nós dois enquanto nossos orgasmos se fundiam.
Agora, com a rotina de pais, descobrimos o prazer do "risco". O sexo tornou-se um jogo de esconde-esconde pela casa.
— Ele dormiu? — sussurro no ouvido de Lara, enquanto a prendo contra a parede do corredor, sentindo o perfume da pele dela misturado ao cheiro de bebê.
— Dormiu... mas você não perde tempo, não é? — ela responde com um sorriso malicioso, deslizando as mãos para baixo do meu pijama.
Eu não perco tempo. Puxo-a para o quarto, mas não chegamos à cama. O desejo acumulado durante o dia explode em um beijo faminto. Eu a ergo, as pernas dela se prendem na minha cintura, e o vestido curto dela sobe, revelando que, mesmo depois de cinco anos e um filho, ela continua sendo a minha "putinha particular", embora agora seja a dona da casa e do meu coração.
a Penetro com uma urgência que só quem ama e deseja intensamente consegue ter. O sexo agora tem a urgência de quem sabe que o bebê pode acordar a qualquer momento, e esse risco torna tudo mais excitante. Cada gemido é abafado, cada toque é urgente. O sexo entre nós continua sendo luxuriante, bruto e luxuoso, porque descobrimos que a maior luxúria de todas é a de ter alguémmente para quem se entregar totalmente, em todos os sentidos.




