O Gozo Proibido: A Safada do Primo
"Você não tem noção do quanto eu quero que você me foda agora", ela sussurrou, a voz rouca de resfriado, mas carregada de um desejo que faria qualquer homem perder a razão.
Eu não deveria estar ali. Era a casa do meu primo, o homem que cresceu comigo como um irmão. Mas ali estava a Lívia, a esposa trans dele, a mulher mais deliciosa que meus olhos já tinham visto. Ela estava doente, isolada, e eu tinha sido enviado apenas para "checar como ela estava". Mas, ao abrir a porta, o que encontrei não foi uma paciente, mas uma tentação em forma de camisola de renda branca, que mal escondia os peitos siliconados e fartos.
Ficamos no sofá, conversando sobre banalidades, mas nossos olhos diziam outra coisa. O clima pesou, a tensão elétrica quase saltava da pele. Ela se aproximou, o perfume doce misturado ao cheiro de febre, e antes que eu pudesse processar, seus lábios estavam nos meus. O beijo foi urgente, faminto, nossas línguas se enrolando em uma dança de luxúria.
— Você é tão gostoso... — ela gemeu entre os beijos, as mãos pequenas mas firmes descendo para o meu colo. — Eu não aguento mais te olhar sem querer sentir esse pau dentro de mim.
Eu perdi a cabeça. Puxei a camisola dela, revelando aquele corpo escultural, a pele macia e a curva perfeita do bumbum. Começamos um 69 demorado, lento, saboreando cada centímetro. Eu mergulhei o rosto naquelas coxas fartas, lambendo cada gota de prazer, enquanto ela se dedicava a mim com uma gula impressionante.
Ela me deu o melhor boquete da minha vida. A boca quente, a língua ágil, sugando cada centímetro do meu membro com uma vontade visceral. Para completar, ela abriu os peitos e me fez uma espanhola de tirar o fôlego; sentir aquele silicone macio apertando meu pau enquanto ela me chupava era um paraíso proibido.
— Agora é a minha vez, sua safada... — eu disse, a voz grossa de tesão.
Virei ela de quatro. A visão daquele rabo empinado, a pele clara contrastando com a lingerie que agora jazia no chão, me deixou louco. Comecei a lamber aquele cuzinho apertado, sentindo o tremor do corpo dela. Com a mão, segurei o pênis dela, masturbando-a com ritmo enquanto minha língua explorava cada dobra daquele rabo gostoso.
— Pica... por favor, me fode com essa pica! — ela gritou, arqueando as costas.
Eu não resisti. Coloquei a ponta do meu pau na entrada daquele canal apertado e entrei com calma, sentindo a pressão deliciosa. Foi um encaixe perfeito.
— Ai, meu Deus... que prazer... — ela gemia, as mãos apertando os próprios peitos.
Eu comecei a socar sem dó. Mete e tira, constante, profundo, sentindo o calor do corpo dela me abraçar. A cada estocada, ela soltava palavras obscenas, me chamando de tudo que é nome, me pedindo para a esfolar. O som da carne batendo na carne ecoava no quarto, ritmado pelos gemidos intensos de prazer.
— Isso, me fode, me deixa louca! — ela gritava.
Eu estava possuído. Dei uma surra de pica naquela bandida, rebolando ela no meu cacete até que o prazer se tornasse insuportável. No ápice, eu senti meu corpo tremer e despejei toda a minha porra dentro daquele cuzinho apertado, gozando com uma força que me deixou sem fôlego. Enquanto eu gozava, continuei estimulando o pau dela com a mão, fazendo com que ela também gozasse intensamente, gritando meu nome.
Depois de tudo, arrumei minha roupa, dei um beijo roubado naqueles lábios vermelhos e saí. Ao encontrar meu primo, respondi com a maior cara de pau do mundo: "Ela está ótima, cara. Recuperada totalmente".
A partir daquele dia, eu não era mais apenas o vizinho ou o primo. Eu era o amante secreto daquela delícia de mulher.
A partir daquele dia, a dinâmica mudou. O que começou como um deslize proibido transformou-se em um jogo viciante de risco e recompensa. Toda vez que meu primo viajava a negócios ou passava a noite fora com os amigos, o telefone da Lívia tocava. Não eram mensagens de carinho, eram instruções: *"Estou chegando. Esteja nua"*.
Certa tarde, fui convidado para um jantar na casa deles. O clima na mesa era de uma normalidade surreal. Meu primo falava sobre investimentos, enquanto a Lívia, sentada ao meu lado, mantinha a conversa polida, mas sua mão, por baixo da toalha de mesa, deslizava com precisão cirúrgica pela minha coxa, subindo lentamente em direção ao meu pau.
Eu tentava manter o foco na conversa, mas sentia meu membro pulsar, endurecendo a cada toque deliberado dela. Ela sorria para o marido, mas seus dedos já exploravam a borda da minha cueca. O perigo de sermos pegos ali, a centímetros do dono da casa, injetava uma dose de adrenalina que tornava tudo dez vezes mais excitante.
— Você está bem, primo? Parece distraído — disse ele, franzindo a testa.
— Só um pouco cansado, o trabalho está pesado — menti, enquanto sentia a unha dela raspar levemente o topo do meu pênis.
Eu quase gemi. A ousadia daquela mulher não tinha limites.
Assim que o jantar terminou e meu primo foi até a garagem buscar algumas ferramentas, a Lívia não esperou nem dois segundos. Ela me empurrou contra a parede do corredor, as mãos famintas rasgando a minha camisa.
— Eu não aguento mais fingir que sou a esposa perfeita enquanto você está aqui — ela sussurrou, a voz carregada de luxúria.
Ela se ajoelhou rapidamente, abrindo minha calça com uma urgência quase violenta. O beijo dela no meu pau era voraz, a língua circulando a glande, sugando com tanta força que eu senti meu corpo arquivar. Eu segurei a cabeça dela, enterrando meu membro na garganta dela, sentindo-a engasgar levemente, o que só a incentivava a sugar com mais vontade.
— Lívia! Já achou a chave de fenda? — o grito do meu primo ecoou da garagem.
O coração bateu na garganta. Em um movimento rápido e coreografado, ela se levantou e deu um beijo casto na minha bochecha exatamente no momento em que ele entrou no corredor.
— Achei aqui, olha! — disse ele, segurando a ferramenta. Ele nos viu abraçados e deu riso. — Vocês dois se dão bem, hein?
— Muito bem, primo. Muito bem mesmo — respondi, sentindo o volume do meu pau ainda pulsar contra o tecido da calça, enquanto a Lívia me lançava um olhar de pura safadeza, prometendo que a noite estava longe de terminar.
A noite não terminou ali. O risco, que antes era apenas um tempero, tornou-se o prato principal. Meu primo, relaxado pela confiança cega que depositava em mim, acabou adormecendo cedo, exausto da rotina de trabalho. Mas a Lívia não estava cansada; ela estava em chamas.
Enquanto ele roncava no quarto ao lado, ela deslizou para a sala, onde eu fingia ler um livro. Ela não disse uma palavra. Apenas caminhou até mim, retirou a própria calcinha com um movimento lento e provocante, e a jogou sobre o meu rosto. O cheiro dela — aquele mix de perfume caro e excitação feminina — me deixou louco.
— No banheiro, agora — ela ordenou, a voz quase num sussurro, mas com a autoridade de quem sabe exatamente o que quer.
Nós entramos no banheiro da suíte, fechando a porta com um clique quase imperceptível. A luz era baixa, criando sombras que realçavam cada curva daquele corpo trans perfeito, a pele acetinada brilhando sob a luz fraca. Eu a ergui, as pernas dela envolvendo minha cintura com uma força visceral, e a encostei na parede fria dos azulejos.
O contraste era absurdo: o gelo da parede nas costas dela e o fogo do meu pau penetrando-a sem delicadeza. Ela soltou um gemido abafado, enterrando o rosto no meu pescoço para não acordar o marido. O silêncio do corredor tornava cada estocada, cada som de pele batendo em pele, um eco perigoso e excitante.
— Mais forte... — ela implorou, as unhas cravando nos meus ombros. — Me fode como se a gente fosse ser pego a qualquer segundo.
Eu obedeci. Aumentei o ritmo, transformando aquele banheiro pequeno em um santuário de luxúria. Eu a possuía com uma fúria controlada, sentindo as paredes internas dela apertarem meu membro, tentando sugar cada gota de prazer. A Lívia era insaciável; ela arqueava as costas, os peitos fartos balançando a cada impacto, enquanto seus olhos, semicerrados de prazer, não desviavam dos meus.
No momento em que o ápice chegou, foi como uma explosão. Eu a senti contrair own corpo em espasmos violentes, enquanto eu despejava tudo dentro dela, sentindo a vibração do seu orgasmo ecoar no meu próprio corpo. Ficamos ali, ofegantes, o suor unindo nossas peles, o silêncio retornando ao corredor, mas a tensão elétrica ainda vibrando entre nós.
Saimos do banheiro em silêncio, cada um para seu lado, fingindo que nada tinha acontecido. Mas, ao cruzar com ela na saída, a Lívia piscou e sussurrou:
— Amanhã, quando ele for ao escritório... não esqueça de trazer a chave.
O jogo estava longe de acabar. E eu estava mais do que disposto a jogar.




