Tudo começou quando a minha irmã, a Carla, me apresentou ao Ricardo. "Marta, este é o meu noivo", disse ela, toda sorridente. Devo esclarecer: o Ricardo é um homem alto, com ombros largos, um físico esculpido que até fazia a minha boca ficar seca. Desde o primeiro aperto de mão, a química entre nós foi palpável, um fogo que eu tentei ignorar. Ele começou a vir sempre a casa, mesmo quando a Carla não estava. A cumplicidade cresceu, os olhares prolongaram-se, os toques acidentais tornaram-se mais frequentes.
Uma noite, enquanto tentava adormecer, ouvi gemidos abafados vindo do quarto deles. A Carla estava a gemer de uma forma que nunca ouvira – gutural, desesperada, quase animal. A curiosidade venceu-me. Levantei-me e aproximei-me silenciosamente da porta entreaberta. E lá estavam eles. Ela estava de quatro, e ele por trás, a fodi-la com uma força brutal. Mas o que me prendeu, o que me deixou de pernas bambas, foi o tamanho do pau dele. Era um monstro, grosso e comprido, a entrar e sair dela como uma arma. Fiquei parada, a minha própria respiração acelerou, a minha cueca ficou encharcada. Quando terminaram, voltei para o meu quarto a tremer. Não conseguia pensar noutra coisa. A imagem daquele pau enorme não saía da minha cabeça.
Os dias passaram, e a tensão entre o Ricardo e a Carla explodiu numa discussão violenta. "Vou para casa da mãe!", gritou ela, batendo com a porta. Ficámos só os dois. O silêncio era pesado, carregado de desejo não confessado.
"Vamos beber alguma coisa?", sugeriu ele, a voz rouca.
"Porque não?", respondi, tentando parecer descontraída.
Bebemos vinho, depois whisky. A conversa fluiu, as confissões surgiram. "Sempre me atraíste, Marta", disse ele, os olhos escuros a perfurarem-me. "Desde o primeiro dia."
"Eu também", sussurrei, o coração a bater descontroladamente.
Foi então que ele se inclinou e os nossos lábios encontraram-se. O beijo foi uma explosão – línguas a lutarem, dentes a roçarem, um sabor a pecado e a whisky. Ele levantou-me do chão como se eu não pesasse nada, as suas mãos grandes a agarrarem-me as coxas, e carregou-me para o meu quarto.
Na cama, as roupas desapareceram. Ele parou, a admirar o meu corpo nu. "Que linda...", murmurou, antes de se debruçar e capturar os meus lábios novamente num beijo profundo, devorador. Depois, os seus lábios desceram. Beijou-me o pescoço, os seios, o estômago, até chegar ao meu sexo.
"Deixa-me provar-te", sussurrou, e a sua língua larga e quente tocou-me pela primeira vez. Foi uma lambe lenta, deliberada, percorrendo toda a extensão da minha fenda já molhada. Ele focou-se no meu clítis, chupando-o e lambendo-o com uma devoção que me fez arquear as costas e gemer.
"Ricardo... assim... não para...", gemi, os dedos enterrados no seu cabelo.
Ele não parou. As lambidelas eram demoradas, circulares, intensas. Depois, a sua língua aventurou-se mais para baixo, encontrando o meu cuzinho. Um leve toque, depois uma pressão mais firme. "Relaxa, minha putinha", ele ordenou, baixo, e começou a lamber o anel apertado, uma sensação proibida e incrivelmente prazerosa que me fez tremer toda.
Quando eu estava à beira do orgasmo só com a sua língua, ele parou. Levantou-se, e eu vi o seu pau completamente ereto. Era ainda mais impressionante de perto – fácilmente 25 cm de puro músculo, grosso e vejudo.
"Vais-me engolir todo, Marta?", perguntou, uma ponta de desafio na voz.
Fez-me ajoelhar. Quando ele libertou o membro, a minha boca ficou seca novamente. Agarrou-me gentilmente pelo cabelo. "Abre bem", instruiu. Tentei. A cabeça enorme encheu-me a boca, o sabor salgado e masculino invadiu os meus sentidos. Ele começou a mover-se, devagar no início, depois com mais força. "Toma, minha puta, toma todo este pau", rosnou, enquanto eu me engasgava, as lágrimas a rolarem-me pela face, mas um êxtase perverso a inundar-me. O boquete foi demorado, deliciosamente humilhante e excitante. Ele usou a minha boca até estar satisfeito, mas não se veio.
Em vez disso, atirou-me para a cama de barriga para cima. "Hoje vou-te foder como nunca foste fodida", prometeu, os olhos a brilharem com luxúria pura.
Posicionou-se entre as minhas pernas e, com uma paciência que contrastava com a sua feroz declaração, começou a penetrar-me. Entrou na minha *buceta* já a pingar, centímetro a centímetro, até estar completamente fundo. Os gemos que saíram de mim foram de puro prazer. Ele começou um ritmo constante, metendo e tirando, profundo, cada embate levando-me mais perto do limite.
"Estás tão apertadinha... a tua *buceta* é perfeita", ele gemeu no meu ouvido, antes de me cobrir a boca com a sua num beijo molhado e desesperado.
Depois de me fazer vir com um orgasmo que me fez ver estrelas, ele parou. Pegou em lubrificante e espalhou-o no seu pau e à volta do meu *cuzinho*.
"Vai ser a tua primeira vez aqui, não é, minha putinha?", perguntou, a voz carregada de posse.
"Sim...", respondi, com medo e excitação.
"Confia em mim."
Foi cuidadoso, dolorosamente lento. A pressão inicial foi intensa, mas ele esperou que eu me adaptasse, beijando-me os lábios, acariciando-me os seios. "Relaxa... assim...", sussurrou. Quando finalmente entrou todo, uma onda de prazer profundo e diferente invadiu-me. Ele começou a mover-se, metendo e tirando com uma constância hipnótica, primeiro no meu *cuzinho*, depois, sem aviso, voltando para a minha *buceta* molhada, alternando entre os dois, mantendo-me num estado constante de êxtase. Cada penetração era um suspiro roubado, cada retirada um gemido perdido.
"Gostas de ser a minha puta? De levar o meu pau em todo o lado?", ele rosnava, enquanto o seu corpo batia contra o meu.
"Sim! Sou a tua puta! Fode-me! Por favor!", gritei, já sem qualquer vergonha, dominada pela luxúria.
Os gemos intensos encheram o quarto – os meus, agudos e descontrolados, os dele, roucos e guturais. Ele levou-me ao limite vezes sem conta, até que, finalmente, agarrou-me os quadris com força.
"Vou-me vir dentro desta *buceta* linda", anunciou, e com uns últimos e profundos embates, senti o seu pau a pulsar e o calor a inundar-me por dentro. O meu próprio orgasmo rebentou em simultâneo, uma convulsão de prazer que me fez gritar o seu nome.
Caímos lado a lado, a respirar ofegantes, cobertos de suor.
Ele virou-se para o lado, passou uma mão pelo meu rosto. "A partir de hoje, és minha. Sempre que eu quiser."
E assim foi. Transformou-me na puta dele naquele dia. E desde então, sempre que lhe apetece, seja quando a minha irmã está fora ou não, ele vem ter comigo, usa a minha boca, a minha *buceta*, o meu *cuzinho*, até se satisfazer. E eu... eu deixo. Porque no fundo, adoro cada centímetro daquele pau enorme e a forma brutal como ele me faz sua. Tornei-me, e orgulhosamente permaneço, a puta do meu cunhado.




